Irregularidades na Agricultura mostram que a popularidade de Lula foi comprada a peso de ouro



A natureza é sábia. Ele não passa de um Papai-Noel de Guaranhuns, com a missão de presentear a maior quadrilha de ladrões de todos os tempos em tempo integral. Movcc
ucho.info
Irregularidades na Agricultura mostram que a popularidade de Lula foi comprada a peso de ouro
Radiografia completa – Na segunda-feira (29), os veículos de comunicação do País, como sempre fazem, dedicaram espaço ao noticiário político, com ênfase aos escândalos de corrupção que marcam o primeiro ano da era da neopetista Dilma Vana Rousseff. Entre os imbróglios que mereceram destaque no primeiro dia da semana está o relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), que detectou “falhas graves” em contratos do Ministério da Agricultura.

Quando foi apeado do cargo, depois de um sangramento político que durou semanas a fio, Wagner Rossi foi alvo de elogios por parte da presidente da República, que agiu dessa forma para não açoitar o PMDB, principal partido da base aliada do governo no Congresso Nacional.

As irregularidades detectadas pela CGU podem chegar à impressionante cifra de R$ 228 milhões, dinheiro que saiu do bolso do contribuinte diretamente para o cofre dos alarifes que há mais de cinco séculos dominam a cena política verde-loura.

A imprensa fez a sua parte ao noticiar o fato, mas errou enormemente ao deixar de comentar a órbita de mais um escândalo de corrupção. O primeiro quesito a ser abordado é que nenhum partido político assume um ministério por competência ou dedicação incondicional à pátria. O faz, sim, por interesses financeiros, pois manter-se no poder custa caro e campanhas eleitorais não são baratas.

O segundo ponto, o mais preocupante, é que os seguidos desvios de dinheiro público a partir de ministérios mostram o grau de virulência da passagem de Luiz Inácio da Silva pelo Palácio do Planalto. A alardeada popularidade de Lula foi conseguida com a conivência do governo nos casos de corrupção. Depois que o esquema do mensalão, montado pelo PT palaciano, transformou-se em um rumoroso imbróglio de repercussão nacional.

À época, a saída encontrada pelos inquilinos do Palácio do Planalto foi substituir o esquema criminoso de mesadas pela entrega de ministérios aos partidos da chamada base aliada, que passaram a ter o direito de praticar atos de corrupção em todas as instancias possíveis.

Entre os itens da amaldiçoada herança deixada por Lula da Silva, a inflação é o que mais preocupa no momento, mas a nocividade da corrupção é a que mais assusta. Mesmo assim, a pasmaceira da sociedade diante de seguidos escândalos chega a impressionar.

Continue lendo aqui>>>…

Comissão de Ética Pública recomenda que Dilma demita Lupi


Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República recomendou, por unanimidade, a presidente Dilma Rousseff a exonerar o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, alvo de denúncias de irregularidades na Pasta. Segundo o presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence, a recomendação se dá por "explicações não satisfatórias" dadas por Lupi. Pertence também disse que Lupi deu respostas "inconvenientes" à própria Comissão, ao Congresso e à imprensa.

Além da recomendação, a Comissão também fez advertência a Lupi
De acordo com Pertence, essa é a sanção que a Comissão pode aplicar ao ministro. Além da recomendação de demissão, a Comissão também fez advertência a Lupi.

Questionado se a presidente Dilma agora vai demitir o ministro do Trabalho, Pertence respondeu: "Aí, não é um problema da Comissão", disse ao final de reunião de rotina realizada nesta quarta-feria, 30, no Palácio do Planalto.

Sobre o ministro das Cidades, Mário Negromonte, também alvo de denúncias na pasta que comanda, não houve abertura de processo.

Continue lendo aqui>>>…

Alvaro Dias aponta irregularidades no Ministério do Trabalho

Da Redação / Agência Senado
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) apresentou ao Plenário nesta segunda-feira (28) um Termo de Compromisso de Doação assinado no dia 6 de agosto de 2007, que ele classificou como "prática ilícita documentada". Nesse documento, o presidente de um sindicato do município de São Vicente (SP), João Carlos Cortez, assume o compromisso - com certidão expedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, publicada no Diário Oficial da União - de doar à Força Sindical 10% do Imposto Sindical referente ao ano de 2010.

O valor, conforme o documento apresentado pelo senador, "será diretamente repassado até o mês de agosto do mesmo ano (2007), a título de doação".

Alvaro Dias apresentou um segundo documento com o mesmo teor, mas com o percentual da doação alterado para 30%, no exercício referente a 2008. Num terceiro documento, a doação ficou estabelecida em 20% para o exercício de 2009.

-
Isso é um acinte, é uma afronta, é a documentação da corrupção - exclamou o senador.
Alvaro Dias afirmou que, com esse tipo de expediente, o Ministério do Trabalho "se transformou numa fábrica de sindicatos".

- Foram 1.457 cartas sindicais registradas em três anos e com mais de duas mil em curso, tramitando para o seu registro definitivo. O que não se entende é como o ministro continua ministro. O que não se compreende é como a presidente Dilma não toma nenhuma providência - disse.

O senador também registrou o encerramento, na última quinta-feira (24) em Curitiba, da 21ª Conferência Nacional dos Advogados, promovida pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele solicitou a transcrição nos Anais do Senado da palestra proferida pelo advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso, que apresentou um decálogo de propostas para o Brasil nos próximos dez anos.
- Tive a honra de participar da abertura do referido encontro e destacar que o evento rememorou a 7ª conferência da OAB realizada nos idos de 1978, que representou uma das mais genuínas manifestações em prol da restauração da democracia - assinalou.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Continue lendo aqui>>>…

Operador do mensalão, Valério ainda está na ativa


DIVULGAÇÃO / AGÊNCIA O GLOBO

Primeiro depoimento na 9 vara criminal da JUstiça Federal de Marcos Valério, acusado de sonegação fiscal

Thiago Herdy, O Globo
BELO HORIZONTE - O escândalo do mensalão e as dezenas de processos em que figura como réu na Justiça não foram suficientes para tirar de cena Marcos Valério Fernandes de Souza, o lobista acusado de operar o maior esquema de ocultação e desvio de recursos por políticos brasileiros. Às vésperas da definição da data do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Valério está mais atuante do que nunca e despacha em escritório localizado no sexto andar do número 925 da Rua Sergipe, em Belo Horizonte. É a sede da T&M Consultoria Ltda, antiga Tolentino & Melo Assessoria Empresarial, que teve oficialmente Valério como sócio até 2005, ano em que o escândalo da base petista veio à tona.

No papel, Valério deixou a sociedade com Rogério Tolentino e José Roberto de Melo, mas, na prática, ele continua atuante na empresa de consultoria e ainda a cita, em ações na Justiça, como seu endereço comercial. Contratar a empresa virou sinônimo de sucesso profissional em negócios com o poder público. Caso da então modesta ID2 Tecnologia e Consultoria, empresa de Brasília fundada em 2004, que desenvolve softwares e que pagou pouco mais de R$ 200 mil pelos serviços da T&M em 2007.

O contato com a consultoria ligada a Valério foi a senha para a empresa abocanhar serviços milionários do governo federal. Pouco mais de um ano depois, foi contratada pelo Ministério do Turismo por R$ 14,9 milhões para fornecer software de apoio à administração. Em 2010, novos contratos com os ministérios do Esporte, Minas e Energia, Saúde e Valec somaram R$ 37,1 milhões.

Serviços para construtora falida
O valor total dos cinco contratos ultrapassa R$ 52 milhões. Quatro deles têm objeto idêntico, com previsão de "aquisição de tecnologia com painéis e gerenciadores gráficos, softwares e serviços vinculados". Antes disso, o único contrato com o poder público da ID2 Tecnologia era com o STF, de quem recebia R$ 19,8 mil mensais para dar suporte técnico ao software usado como ferramenta de gestão na área de serviços gerais do órgão.

A construtora baiana Concic também contratou os serviços da T&M em 2007. Apesar de falida desde o início dos anos 90, pagou R$ 850 mil à empresa ligada ao lobista, de acordo com informações contábeis da consultoria. A Concic deve R$ 495 milhões (R$ 5 bilhões, em valores atualizados) ao Banco Econômico, o que a torna maior devedora da instituição, sob intervenção do Banco Central desde 1995.

O pagamento à empresa de consultoria ligada a Tolentino e Valério ocorreu por intermédio da filial da construtora em Belo Horizonte. Nessa época, a Concic brigava no Tribunal de Justiça da Bahia para fazer valer uma atípica decisão proferida anos antes pelo juiz da Quarta Vara Cível e Comercial de Salvador (BA), José Bispo Santana, que a transformava de devedora a credora do Econômico, por cobrança de juros supostamente abusivos em contratos de empréstimo. Em julgamento que começou naquele ano, o Econômico conseguiu reverter a decisão, por 15 votos a 1. A falta de unanimidade retardou ainda mais o processo e permitiu novos recursos no âmbito estadual. Hoje, o assunto está em discussão no Superior Tribunal de Justiça (STJ).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/operador-do-mensalao-valerio-ainda-esta-na-ativa-3331432#ixzz1eudgTLCK
© 1996 - 2011. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Continue lendo aqui>>>…

Julgamento do mensalão será 'maior espetáculo midiático', diz Delúbio

Esses são os cafajestes com a antiga máquina registradora no cérebro, porque a digital moderna não se adequaria aos "dedaços antigos e pesados". O moderno e seguro para alguns deles, é guardar o dinheiro debaixo do colchão....Está se tornando habitual, ladrões do dinheiro público, saírem a campo dando palpites, como se fossem o SUPREMO Tribunal da defesa deles próprios, e de todos os crimes praticados pela maior Corja de ladrões do planeta. Essa é a espécie que ocupa o topo da pirâmide da política brasileira, com raras exceções de homens dignos e honrados. Movcc

Folha Poder
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares afirmou que o julgamento do processo do mensalão será "o maior espetáculo midiático do Brasil". Em evento em Goiânia durante a semana, ele apresentou os argumentos de sua defesa no STF (Supremo Tribunal Federal).

Delúbio é apontado pelo Ministério Público como o operador do esquema. Se for condenado, pode pegar até 111 anos de prisão pelos supostos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

"Houve um problema de deficit de campanha. As pessoas do PT e dos partidos aliados recorreram aos partidos e coube ao tesoureiro do PT na época --pessoa jurídica de tesoureiro do PT, que era eu--, e resolvemos pegar dinheiro emprestado com os bancos e demos o dinheiro para as pessoas pagarem as dívidas. Se as pessoas não contabilizaram o dinheiro na Justiça Eleitoral, o problema é de quem pegou e de quem prestou serviço a eles. O dinheiro tem origem, por isso que nós saímos do termo caixa dois para os recursos não contabilizados. Foi isso que aconteceu", disse.

O ex-tesoureiro ainda alegou inocência e afirmou não ter comprado deputado. "Não comprei parlamentar para votar com o governo. Tenho a consciência limpa, tranquila. Ando para todo lado, não tenho medo de ofensa. Mas me preservo. Quero e acredito na Justiça."

Como o ministro Joaquim Barbosa, do STF, só deve apresentar seu relatório sobre o mensalão em maio de 2012, os réus do processo concluíram que o julgamento só ocorrerá em 2013. Ricardo Lewandowski deve apreciar o caso como ministro revisor.

O caso veio à tona com a entrevista do deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) à Folha em junho de 2005, quando contou pela primeira vez sobre um suposto esquema de pagamentos mensais a deputados do PP e do PL, no valor de R$ 30 mil.

No parecer entregue em julho, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a condenação de 36 réus por envolvimento no esquema do mensalão. Somadas, as penas máximas chegariam a 4,7 mil anos de prisão.

"O Ministério Público Federal está plenamente convencido de que as provas produzidas no curso da instrução, aliadas aos elementos obtidos no inquérito, comprovaram a existência do esquema de cooptação de apoio político descrito na denúncia" escreveu Gurgel.

Continue lendo aqui>>>…

Lupi foi assessor-fantasma da Câmara por quase seis anos


Ministro teve cargo de 2000 a 2006, período em que atuou como dirigente do PDT

Assessores e deputados dizem que Lupi não aparecia na Câmara e se dedicava somente a atividades partidárias

Folha de São Paulo
ANDREZA MATAI, FERNANDO MELLO
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi funcionário-fantasma da Câmara dos Deputados por quase seis anos. Ele ficou pendurado na folha de pagamento da Casa, com lotação na liderança do PDT, de dezembro de 2000 a junho de 2006. No período, ele exercia atividades partidárias, como vice e presidente da sigla.

A Folha ouviu assessores, deputados e ex-deputados do PDT. Os funcionários do partido em Brasília, que pediram para não ser identificados, confirmaram que Lupi não aparecia no gabinete da Câmara e se dedicava exclusivamente a tarefas partidárias.

Os parlamentares, entre eles ex-líderes da bancada do partido, disseram que nunca tinham ouvido falar que o hoje ministro fora contratado pela Câmara nesse período.

Lupi ocupava um CNE (Cargo de Natureza Especial) e recebia o maior salário pago a um assessor da sigla. Um cargo igual a esse paga hoje em dia R$ 12 mil por mês, o que daria R$ 864 mil no período em que Lupi ocupou a vaga.

As normas da Câmara dizem que ocupantes desses cargos devem exercer funções técnicas de auxílio administrativo e precisam trabalhar nos gabinetes em Brasília.

Até 2007, as regras diziam que esses funcionários deviam ser "encontrados" em Brasília. Uma nova norma baixada nesse ano proibiu expressamente que eles trabalhassem nos Estados. Lupi admite que morou no Rio entre 2000 e 2006.

Alvo de acusações de irregularidades no Ministério do Trabalho e nome certo para deixar o governo Dilma Rousseff até janeiro, Lupi não faz referência ao cargo ocupado na Câmara nas biografias que publicou no site oficial do ministério e na página do PDT.

Ele também não se licenciou do cargo quando decidiu concorrer ao Senado, em 2002. Apesar de a lei complementar 64/90 obrigar o afastamento três meses antes do pleito, a seção de recursos humanos da Câmara disse que Lupi não pediu licença.

"O Lupi não tinha expediente [na liderança]. Ficava no Rio ou na sede do partido", disse o ex-deputado Severiano Alves, líder da bancada do PDT em 2005 e 2006.

"Ele ficava, geralmente, três dias em Brasília e o restante, no Rio. Quando estava em Brasília, ficava mais na sede do partido. Na liderança, passava muito rapidamente", complementou Alves, que hoje está no PMDB.

"Eu sei que foi funcionário do Senado. Na Câmara, não tenho certeza", afirmou o deputado Bala Rocha (AP), pedetista desde 93. Lupi foi assessor no Senado de 97 a 99.

O ex-deputado Mário Heringer (MG), que teve mandato entre 2003 e 2010, também não se lembra de Lupi na Câmara. "Não posso te jurar, mas acho que não."

Deputado federal entre 1991 e 2003 e de volta à Câmara em 2007, o atual líder do partido, Giovanni Queiroz (PA), é outro que desconhece a nomeação. "No meu período como líder, com certeza não foi, porque ele é ministro. Antes disso, eu não sei, mas acredito que não."

Líder da bancada do PDT de 1999 a 2003, o deputado Miro Teixeira (RJ), contou que, na época em que deveria estar lotado na liderança, Lupi "trabalhava com questões opinativas, relacionadas ao programa partidário".

Continue lendo aqui>>>…

O que espera a imprensa independente para alojar Dirceu na seção de polícia?


Desde que foi despejado da Casa Civil, José Dirceu só aparece na imprensa para ampliar o prontuário. Desde que foi expulso do Congresso, não se atreve a disputar nem eleição de síndico. Só tem caçado votos no Supremo Tribunal Federal, onde aguarda julgamento por formação de quadrilha e corrupção ativa. Sem mandato, sem cargo público, jura no cartão de visitas que é “advogado e consultor”. Sobra-lhe tempo para enriquecer como facilitador de negócios tramados por capitalistas selvagens, desferir pontapés no Código Penal e conspirar contra o Estado Democrático de Direito.

“A mídia conservadora persegue o PT”, fantasiou nesta quinta-feira o guerrilheiro de festim, no momento empenhado em provar que os companheiros corruptos só existem na imaginação da elite golpista. Foi apoiado pelo parceiro Franklin Martins: “Comunicações é um vale-tudo, um faroeste caboclo”, disse o ex-jornalista que, infiltrado na TV Globo, virou porta-voz dos mensaleiros. Tais declarações serão publicadas na editoria política, ilustradas por fotos da dupla que chora quando vê Fidel Castro de perto. De novo, Dirceu e Franklin estarão na página errada.

O que espera a imprensa independente para alojá-los na seção de polícia? É esse o lugar de todo delinquente, pouco importa o ofício anteriormente exercido. O goleiro Bruno, por exemplo, deixou o caderno de esportes no mesmo dia em que foi acusado de matar a namorada. Denunciado pela Procuradoria Geral da República como chefe de quadrilha, Dirceu continua no mesmo espaço que ocupava antes de transformar em covil a Casa Civil do governo Lula. Para livrar-se da verdade, prega a censura à imprensa. Para livrar-se da cadeia, diz que não existem corruptos no Brasil Maravilha. O que há, anda recitando de meia em meia hora, é um plano para desestabilizar o governo. Conversa de pátio de presídio.

Bruno é um ex-atleta que ficou conhecido defendendo o Flamengo. Dirceu é um ex-político que ganhou notoriedade armando no PT. Se a Justiça fizer o que deve, vão acabar jogando no mesmo time dos fora-da-lei. Merecem dividir desde já a mesma página da seção de polícia.

Continue lendo aqui>>>…

Líder do DEM diz que faxina precisa tirar até Dilma


Folha.com - Poder
Após as denúncias de irregularidades em obras da Copa, o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), afirmou nesta sexta-feira (25) que a chamada "faxina" do governo precisa atingir até a presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, há um "conluio" para "roubar o Brasil".

A Folha mostrou hoje que diante da pressão de governadores, Dilma ordenou ao Ministério das Cidades que mudasse a toque de caixa projetos de transportes para a Copa 2014.
Pressão de Estados fez Dilma alterar projetos para Copa 2014.
Com isso, as cidades de Salvador (BA) e Cuiabá (MT) puderam trocar o BRT (ônibus em corredores exclusivos) por sistemas mais caros e demorados, como metrô e VLT, o Veículo Leve sobre Trilhos.

"As denúncias são gravíssimas. Só em uma delas, há um prejuízo de R$ 700 milhões e foi feito por determinação da presidente. Tem de ser feita uma faxina para tirar presidente e não só ministro. Há um conluio para roubar o Brasil", disse Torres.

O Palácio do Planalto e o Ministério das Cidades negam que tenha havido qualquer pressão política para que os setores técnicos aprovassem a mudança no projeto de sistemas de transportes proposto pelos governos da Bahia e de Mato Grosso

Continue lendo aqui>>>…

Não é necessário dar o golpe : Carlos Lupi, o libertador

Carlos Lupi, o liberdator


Guilherme Fiuza - Época
A sobrevivência de Carlos Lupi no Ministério do Trabalho é uma lição para o Brasil. E um marco do governo Dilma Rousseff.

Já estava ficando desagradável ver a presidente e seu partido rebatendo acusações de aparelhagem da máquina pública. Isso acabou.

O governo do PT não precisará mais rebater esse tipo de acusação. Com a corajosa decisão de bancar o ministro Lupi e sua rede privada de sucção orçamentária, Dilma tirou a aparelhagem da clandestinidade.

Agora é oficial: a ocupação do Estado pelos companheiros é legítima. O fisiologismo saiu do armário.

Carlos Lupi é o libertador. Sequestrou um ministério, trancou-o no cativeiro do seu partido, usou-o para troca de favores com ONGs, abusou dele com centenas de convênios obscuros e cifras obscenas. Apanhado em flagrante pela imprensa, avisou que não ia devolver o ministério. Só se estourassem o cativeiro à bala.

A princípio, aquilo pareceu um desafio à presidente da República. Afinal, o ministério sequestrado pertence ao governo dela. Mas foi um mal-entendido.
Lupi estava desafiando a imprensa e a oposição. Dilma, pelo que se viu depois, não tinha nada contra o sequestro. Muito pelo contrário

Diante da cachoeira de delitos e mentiras perpetradas pelo ministro do Trabalho, a presidente tomou uma decisão de estadista: manteve-o no cargo.
Às favas com os escrúpulos de consciência, diriam os militares na ditadura. Para Dilma foi mais fácil. Ela nem tinha o que mandar às favas.

Chega de escrúpulos, chega de denuncismo. Os parasitas do Estado brasileiro são osso duro de roer. Viva Dilma e Lupi, os libertadores da aparelhagem.

Os outros cinco ministros delinquentes foram demitidos e cobertos de elogios. Carlos Lupi não foi coberto de elogios, nem demitido. A gestora está evoluindo.

O Brasil de hoje é, enfim, o país de todos. De todos os que tiverem a esperteza de voar de graça num King Air particular, graças ao milagre da multiplicação de cargos e convênios.
Chega de andar a pé. Filie-se ao governo popular.

Continue lendo aqui>>>…

Tirem do governo os malandros e haverá menos interesse em criar ONGs para sugar dinheiro público.

A seleção dos piores

Rolf Kuntz - Estadão
Tirem do governo os malandros e haverá menos interesse em criar ONGs para sugar dinheiro público. Limitem os convênios ministeriais e proíbam as emendinhas ao Orçamento. Com isso, uma porção de brechas será fechada. Mas o governo tem outras prioridades, politicamente mais simples, e resolveu criar – adivinhem – um grupo de trabalho para estudar um marco regulatório para organizações não governamentais. É isso aí: um grupo de trabalho com 90 dias para apresentar uma proposta, segundo informou na segunda-feira o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Regular o funcionamento de ONGs pode ser importante, mas um projeto com essa finalidade tramita no Congresso Nacional desde 2004. O último registro, de setembro de 2009, é de uma ordem da Mesa Diretora para se apensar ao texto o Projeto de Lei 5.950. Depois disso a tramitação parou, O governo petista nunca se empenhou pela aprovação desse projeto, mas agora decide formar um comitê para estudar o assunto.

Ao incluir em sua agenda a regulação das ONGs, o Executivo deixa em segundo plano, mais uma vez, as safadezas ministeriais. Esse tem sido o comportamento padrão, só abandonado quando a imprensa deixa as bandalheiras muito expostas. Malandros em ministérios só são problemas para o Palácio do Planalto quando se acumulam denúncias de patifarias. Isso mesmo: não quando surgem denúncias, mas quando as informações sobre os escândalos se amontoam. O incômodo não vem da irregularidade, do assalto continuado ao Tesouro Nacional, mas da insistência dos meios de comunicação em divulgar a cada dia uma nova indecência. Se não fosse assim, nenhum dos envolvidos em denúncias teria durado tanto, nem o ministro Carlos Lupi teria sobrevivido ao espetáculo grotesco de seu primeiro depoimento no Congresso.

Todas essas figuras ilustres foram demitidas somente quando a sua manutenção impôs à Presidência um custo insuportável. Mas é difícil, para a imprensa, interromper a sequência das histórias comprometedoras.

Escândalo no governo, como escreveu José Simão, parece lenço de papel em caixinha: puxa-se um e saem três, quatro ou mais. Isso não é acidente nem é um dado inevitável da vida política. É resultado de uma escolha consciente, de uma estratégia de poder implantada em Brasília em 2003.

“Houve incidência de problemas”, disse na segunda-feira o ministro Gilberto Carvalho, mas esses problemas, segundo ele, são provavelmente exceções. Houve falhas, admitiu, na capacidade de fiscalizar “lá na ponta”. Ele retomou o assunto no dia seguinte, para denunciar um “processo de criminalização das entidades da sociedade civil” – uma tentativa, acrescentou, rejeitada pelo governo. Em dois dias o ministro formulou duas teses claramente insustentáveis. Em primeiro lugar, nenhum analista sério tenta criminalizar todas as ONGs. Ao contrário: o bom serviço prestado por algumas organizações civis de interesse público (Oscips) tem sido amplamente reconhecido. Em segundo, os problemas não estão “lá nas pontas”. Os escândalos nos Ministérios do Esporte, do Turismo, dos Transportes, da Agricultura e do Trabalho não surgiram por iniciativa das ONGs, mas porque a administração havia sido loteada e, além disso, entregue a gente selecionada por suas piores qualidades. Ou seria o presidente um ingênuo?

Os detalhes mais patéticos, como o repasse de dinheiro a organizações dirigidas por parentes de ministros ou de altos funcionários, são especialmente esclarecedores. Também não pode haver dúvida sobre a natureza da bandalheira quando se contam os benefícios concedidos com base em vínculos partidários.

Insistir no assunto não é moralismo. A interminável onda de bandalheiras é um fato político importante. Uns poucos casos de corrupção e de irregularidades podem ser coincidências. Mas os escândalos são indícios de algo mais sério, quando cinco ministros nomeados pelo mesmo presidente e por ele impostos à sua sucessora são envolvidos numa longa sucessão de safadezas. Mas por que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu tanta gente desse nível para a administração? A semelhança entre tantas escolhas não pode ser casual.

Que um político tenha de aceitar certas alianças malcheirosas não é novidade. Qualquer pessoa alfabetizada em política conhece a discussão sobre ética de princípios e ética de responsabilidade e sobre a distância entre pureza de intenções e resultados. A questão é outra. Há uma enorme distância entre o realismo político e a preferência constante pelo pior, traduzida, por exemplo, na insistente defesa dos mensaleiros e na generalização do peleguismo sindical e estudantil. Seria impossível, para Lula, governar de outra forma? Esta é uma pergunta política fundamental e não tem nenhuma relação com moralismo.

Continue lendo aqui>>>…

Tudo pela maconha , retrocesso, violência e decadência

Centenas de estudantes da USP fazem passeata pela Avenida Paulista. A esquerda
psicopata quer ver o governo de São Paulo destruído. A inveja mata! Somos governados por homens de ótima aparência, letrados e educados para o progresso. São Paulo ainda está no espaço dos civilizados. Os primatas que ainda fazem "pipi" no cacho da banana ( mentalmente, é claro), não suportam o bom cheiro da democracia ordeira de São Paulo. Que pena que, a USP esteja sendo arruinada por vagabundos sem cérebro, à serviço dos ABUTRES do "socialismo" que fedem o ranço do comunismo de 1848. Para que serve o cérebro para esses alucinados pela maconha e pela destruição do progresso? Esses ABUTRES se comportam como primatas, porém, o olhar sempre esticado no dinheiro alheio. Assim que ajeitam a vida, não dispensam o iPhone e a capinha de proteção da Juicy Couture. MOVCC

Eles pedem a saída da Polícia Militar do campus da Cidade Universitária.
Grevistas farão 'aula pública de democracia' no vão do Masp nesta quinta.

Do G1, em São Paulo
Estudantes da USP em greve se concentram para passeata em SP
Estudantes da USP decidem manter greve e organizam ato na Paulista
Alunos retirados da USP precisam de 'aula de democracia', diz Alckmin

Centenas de estudantes da Universidade de São Paulo (USP), em greve desde o dia 9, fecharam a Avenida Paulista no sentido Consolação na tarde desta quinta-feira (24). Eles realizam uma passeata entre a Praça Oswaldo Cruz e o Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde, a partir das 18h, deve ocorrer uma aula pública de democracia.

Segundo um membro do Diretório Central de Estudantes (DCE), diversos professores, parlamentares e líderes de movimentos sociais e sindicais foram convidados a discursar no evento. O governador Geraldo Alckmin, que em 8 de novembro afirmou que os estudantes da USP precisavam de "aula de democracia", também foi convidado a comparecer.

Ônibus vindos do Interior paulista trouxeram estudantes de outras universidades públicas para apoiar a passeata. Uma jovem de 23 anos, que estuda ciências sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e participa do ato com cerca de 50 colegas do campus de Marília, afirmou que seria "muito legal" se o fgovernador aparecesse para dialogar com os estudantes em greve. "Isso mostra bem a democracia que temos hoje", disse ela. Aqui

Continue lendo aqui>>>…

Quadrilha: Prefeito de Limeira ( PDT) diz desconhecer denúncias contra sua mulher


Parentes e funcionário de Sílvio Félix (PDT), prefeito de Limeira (foto) , também foram detidos sob acusação de integrarem a quadrilha.


Primeira-dama da cidade do interior de SP foi presa em operação do MP.
Ela é investigada por formação de quadrilha para desvio de dinheiro público.

Do G1 SP, com informações da EPTV
O prefeito de Limeira, Sílvio Félix (PDT), negou conhecer qualquer irregularidade praticada por sua mulher, Constância Félix, para desvio de recursos públicos no município do interior de São Paulo. Constância foi presa na madrugada desta quinta-feira (24) em uma operação do Ministério Público. Ela é investigada por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, sonegação fiscal, furto qualificado e falsidade ideológica. Os valores da lavagem de dinheiro, segundo o MP, podem ultrapassar R$ 20 milhões.
Dois filhos de Constância (Mauricio e Murilo Félix) e duas irmãs dela (Verônica Dutra Amador e Lucimar Berberti Dutra) também foram detidos por policiais civis durante a operação. Ainda segundo o MP, o assessor político do prefeito Sílvio Félix, Carlos Henrique Pinheiro, também foi preso. As investigações apontam que o contador Daniel Henrique Gomes da Silva e Lucélia Baliani eram laranjas do esquema investigado. Gomes da Silva também trabalhava para o prefeito de Limeira. Foram presos ainda Isaias Ribeiro e Maria Alves de Sousa. O prefeito de Limeira convocou uma entrevista coletiva à imprensa na tarde desta quinta para comentar as prisões.

Continue lendo aqui>>>…

A farra bilionária do Banco Panamericano foi uma obra conjunta de Lula e Sílvio Santos


Por Augusto Nunes - Veja Online
O que houve entre o governo federal e o Banco Panamericano não foi um negócio. Foi um cortejo de negociatas envolvendo pequenos trapaceiros e figurões do Banco Central, do BNDES, da Caixa Econômica Federal, do PT e do Palácio do Planalto, além de auditores cafajestes, todos em perfeita afinação com punguistas disfarçados de executivos de uma instituição privada. A queima de bilhões de reais tungados dos pagadores de impostos não foi uma solução de emergência. Foi uma operação criminosa premeditada para livrar da falência o dono de uma rede de TV especialmente útil a caçadores de votos que, para ganhar a eleição, vendem até a mãe. Em fatias, se o freguês preferir.

Todos os personagens da peça político-policial merecem espaço no palco, desde que não encubram a visão da dupla que concebeu e conduziu a trama bandida. Como atesta o post de 11 de novembro de 2010 reproduzido na seção Vale Reprise, o buraco negro do Banco Panamericano foi escavado em parceria por Lula e Sílvio Santos. O animador de comício e o animador de auditório planejaram a farra bilionária e mandaram a conta para a plateia. O elenco inclui numerosos coajuvantes. Mas os protagonistas são dois.

Continue lendo aqui>>>…

O texto ensolarado de Reinaldo Azevedo reduziu a cinzas os vampiros de chanchada

Já constatei neste espaço que meu amigo e vizinho Reinaldo Azevedo é o Pelé da internet. Brilha em qualquer campo, coleciona lances de gênio com a naturalidade de quem bate um lateral, faz um gol de placa por jogo. Seja qual for o adversário, Reinaldo está sempre inspirado. E entra em estado de graça quando enfrenta a seleção dos canalhas, convocada de tempos em tempos para enfrentá-lo. Foi assim nesta quarta-feira. Desafiado pelos representantes da sordidez, o cracaço liquidou o jogo com a obra-prima batizada de “Meus heróis não morreram de overdose. Alguns dos meus amigos de infância é que morreram no narcotráfico! E foi uma escolha“.

O texto ensolarado devassou as catacumbas da USP que escondem a quadra e o barracão da Acadêmicos da Vigarice. Surpreendidas nos sarcófagos pela luminosidade intensa, as criaturas das trevas foram reduzidas a cinzas como vampiros de chanchada. Órfãos de todas as ditaduras, gigolôs de presos políticos assassinados, torturadores desempregados, professores com QI de ministro, estudantes com doutorado em cretinice, aduladores de plateias infantilizadas, cafetões de bolsas de estudos, nostálgicos do século 18, velhotes com tênis nos pés e fraque no cérebro, jovens envelhecidos já no berçário por rugas mentais, devotos da Teoria do Bom Ladrão ─ nenhuma dessas abjeções paridas pela Era da Mediocridade escapou.

Os integrantes da Acadêmicos da Vigarice são muitos. Amparado na decência, no brilho intelectual e na verdade, Reinaldo Azevedo mostrou que, mesmo somados, não valem nada.

Continue lendo aqui>>>…

Supremo confirma e libera Marcha da Maconha

MIN. CEZAR PELUSO
O STF autorizou nesta quarta (23) a realização de manifestações públicas para debater a legalização de drogas. A corte analisou uma lei que poderia dar espaço para que juízes locais proibissem passeatas que ficaram conhecidas como Marcha da Maconha. Mesmo diante da decisão, os ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes e Cezar Peluso se mostraram preocupados com a liberação de protestos contra as leis existentes. “É impossível manter a liberdade de pensamento quando a descriminalização significa autorização ou legitimação automática a atos ofensivos a direitos fundamentais e de convivência ética e democrática” disse o presidente do Supremo, Cezar Peluso. Da Coluna
Claudio Humberto

Continue lendo aqui>>>…

Fernando Henrique, que tem defendido publicamente o debate sobre a descriminalização das drogas

Hoje, lendo a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique, comecei a ter certeza de que o Brasil acabou com sua ajuda, e com suas idéias pouco aconselhável para um país, estatisticamente considerado o mais violento, o mais burro, e o mais drogado do mundo. Talvez o sociólogo Fernando Henrique esteja mais preparado para viver e palestrar suas idéias sobre as drogas em países como a Holanda, onde se acorda maconha e dorme maconha...

Nós somos o país de todas as drogas, inclusive, todas as drogas que se acham o cérebro da modernidade. Enfim, todas as Instituições estão desgraçadamente destruídas por falta de pulso firme da justiça. Autoridade é necessária contra os esquerdopatas de 1840 e maconheiros da USP, para que deixem os verdadeiros estudantes da USP, realizarem o sonho de suas vidas. Estudar e progredir. Se eu tivesse filhos cursando Faculdade, onde o ex-presidente estivesse dando aula, eu livraria meus filhos dessa conversa que provoca alucinações de comportamento. Leia a entrevista a seguir, se você tiver ânimo. Que pena, presidente! MOVCC

Chamar estudante da USP de maconheiro é absurdo, diz Fernando Henrique Cardoso

Filipe Mauro - 23/11/2011 - 16h33 - Última Instância

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou nesta quarta-feira (23/11) o modo como foi conduzida a recente crise sobre a presença da Polícia Militar no campus da USP (Universidade de São Paulo) e recriminou a rotulação dos estudantes que ocuparam a reitoria da instituição como “maconheiros”.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a Prof.ª Maria Hermínia Tavares de Almeida, Socióloga e Diretora do Instituto de Relações Internacionais da USP. /GACInt - USP

“Certamente considerá-los maconheiros foi um absurdo e não faz nenhum sentido. O modo como foi permitido o episódio aqui [na USP] deu à sociedade a sensação disso”, disse FHC a Última Instância, após participar de um debate sobre a crise internacional no GACInt (Grupo de Análises da Conjuntura Internacional) da USP.

Fernando Henrique, que tem defendido publicamente o debate sobre a descriminalização das drogas, classificou o modus operandi da polícia no caso como “repressivo”. “A repressão faz mais mal do que o uso da maconha”, afirmou o ex-presidente.

FHC, que também foi professor da USP, defendeu a reforma do estatuto da universidade. “Acho que o estatuto deve ser repensado, bem como toda a educação universitária. Esta é uma boa oportunidade para isso”.

O caso

Apesar de a discussão sobre o convênio entre a PM e a reitoria ser mais antiga, a tensão aumentou em 27 de outubro, quando três estudantes da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) foram abordados no estacionamento da instituição sob a alegação de porte e consumo de cigarros de maconha. A ação desencadeou tensão entre estudantes e policiais e foi seguida de uma ocupação da administração da faculdade.

No dia 1º de novembro, reivindicando o fim do convênio entre a PM e a USP, bem como a renúncia do reitor João Grandino Rodas (Nomeado para o cargo pelo então governador José Serra, sem que fosse o mais votado nas eleições), um grupo composto por 73 estudantes ocupou o edifício da reitoria, contrariando deliberação de Assembleia-Geral e o posicionamento oficial do Diretório Central dos Estudantes, o DCE.

A reintegração de posse ocorreu sete dias depois, mediante operação policial que contou com batalhões da Tropa de Choque, da Cavalaria, do GOE (Grupo de Operações Especiais) e do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais). Também dois helicópteros da PM permaneceram sobrevoando a cidade universitária por toda aquela manhã. No mesmo dia uma nova Assembleia ocorreu na FFLCH e deliberou a greve dos estudantes, que permanece até hoje em algumas faculdades.

Leia trechos da entrevista de Fernando Henrique Cardoso:

Última Instância - A USP vive um momento de convulsão, sabemos que existem diversas movimentações políticas que questionam a maneira como a reitoria tem se portado perante o corpo discente. O sr. acredita que já é o momento para que o estatuto seja reformulado?

Fernando Henrique Cardoso - Estou afastado da USP há muito tempo. A última vez que dei aula aqui foi em 1968, e nós já discutíamos isso. Formamos uma comissão paritária e fizemos modificações no estatuto. Quando voltei pra dar um curso na década de 1970, a USP estava novamente discutindo o estatuto. Acho que o estatuto deve ser repensado, bem como toda a educação universitária. Esta é uma boa oportunidade para isso.

Última Instância - O que o senhor pensa sobre parte da opinião pública ter rotulado os estudantes da USP como maconheiros, mantendo o “tabu das drogas”?

Fernando Henrique Cardoso - Certamente considerá-los maconheiros foi um absurdo e não faz nenhum sentido. O modo como foi permitido o episódio aqui deu à sociedade a sensação disso.

Última Instância - A seu ver, esse “modo” foi repressivo?

Fernando Henrique Cardoso - O modo como foi conduzido? Sim. Sou contra a manutenção do tabu das drogas e a favor de uma regulação. E ela não pode se destinar apenas ao universitário, mas a toda a sociedade. A repressão faz mais mal do que o uso da maconha.

Última Instância - A PM é a melhor alternativa para a segurança pública na USP?

Fernando Henrique Cardoso - Não sei em que termos é feito esse policiamento, mas certamente a Polícia de Choque não é a mais indicada.

Continue lendo aqui>>>…

Leia abaixo:Relatório sigiloso da Defesa comprova sucateamento do setor militar no País!


Por Fernando Pisarro
Estes governos "socialistas" desde o FHC até a dupla(que é um) Lula/Dilma estão disfarçadamente, com muito nhem,nhem,nhem, adiando para nunca se sabe o reaparelhamento das nossas Forças Armadas.

Todos estes "ministros" só tiveram o propósito de desprestigiar, desmerecer, desacreditar, relevar e submeter a cada vez maiores vexames esta Instituição tão cheias de glórias no PASSADO!


1 Élcio Álvares 10 de junho de 1999 24 de janeiro de 2000
2 Geraldo Magela da Cruz Quintão 24 de janeiro de 2000 1 de janeiro de 2003
3 José Viegas Filho 1 de janeiro de 2003 8 de novembro de 2004
4 José Alencar 8 de novembro de 2004 31 de março de 2006
5 Waldir Pires 31 de março de 2006 25 de junho de 2007
6 Nelson Jobim 25 de junho de 2007 31 de dezembro de2010
1 de janeiro de 2011 4 de agosto de 2011
7 Celso Amorim

Não sei qualificar qual o pior, se um grande falastrão, ou um piegas, ops! digo: Viegas que proferiu estas palavras:

Em sua nota de renúncia ao cargo, José Viegas fez menção à incompatibilidade entre o pensamento autoritário fundado na Doutrina de Segurança Nacional e a plena vigência das instituições democráticas:
"A nota divulgada no domingo 17 representa a persistência de um pensamento autoritário, ligado aos remanescentes da velha e anacrônica doutrina da segurança nacional, incompatível com a vigência plena da democracia e com o desenvolvimento do Brasil no Século XXI. Já é hora de que os representantes desse pensamento ultrapassado saiam de cena."

O Celso Amorim não sei a que veio, não tem o menor conhecimento nesta área! É quase uma incompatibilidade colocar como Ministro da Defesa um diplomata! como também era o Viegas, e tampouco advogados como o Geraldo Magela Quintão, o Waldir Pires e o Nelson Jobim.

Destes sete ministros, o mais HONESTO E LEAL A TROPA foi o José de Alencar que por diversas oportunidades, demonstrou-se reticente quanto à sua permanência em um cargo tão distinto de seus conhecimentos empresariais , mas a pedidos do presidente Lula, exerceu a função até março de 2.006 Nesta ocasião, renunciou para cumprir as determinações legais com o intuito de poder participar das eleições de 2.006.
Pelo menos teve a hombridade de reconhecer que seus conhecimentos na área militar eram nulos..
Os outros arrotaram promessas e enrolaram...

22/11/2011
às 6:21

Relatório sigiloso da Defesa comprova sucateamento do setor militar no País!

Por Tânia Monteiro, no Estadão:
Documento sigiloso produzido pelos comandos militares sobre a situação da defesa nacional repassado ao Palácio do Planalto nos últimos dias mostra um sucateamento dos equipamentos das três Forças. Segundo os militares, os dados esvaziam as pretensões brasileiras de obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de inibir a participação do País em missões especiais da ONU.

De acordo com a planilha obtida pelo Estado, a Marinha, que em março mantinha em operação apenas dois de seus 23 jatos A-4, não tem hoje condições de fazer decolar um avião sequer do porta-aviões São Paulo. Com boa parte do material nas mãos de mecânicos, a situação da Marinha se distancia do discurso oficial, cuja missão seria zelar pela área do pré-sal, apelidada de Amazônia Azul.

Segundo o balanço, que mostrou uma piora em relação ao último levantamento, realizado em março, a situação da flotilha também não é confortável. Apenas metade dos navios chamados de guerra está em operação. Das 100 embarcações, incluídas corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos cinco submarinos, apenas dois ainda operam. Das viaturas sobre lagartas (com esteiras), como as usadas pelos Fuzileiros Navais para subir os morros do Rio de Janeiro, apenas 28 das 74 estão em operação.

Continue lendo aqui>>>…

  ©Template Blogger Elegance by Dicas Blogger.

TOPO