Campanha: O Povo quer saber

( enviado por BGomes - Salvador ( Bahia)

Prezados Amigos e Amigas

Como vocês sabem, recebemos mensagens de cunho político e, como é de se esperar, xingamos uns e aplaudimos outros.

Encaminhamos mensagens que recebemos, sendo que a grande maioria é contra a Dilma e o PT/Lula .

Assim, para contribuir com o debate e mostrar que Dilma já deu as suas contribuições para o avanço do Brasil, precisamos:

- Fotos dela lutando pela democracia...

- Tem que existir!!! Por exemplo : Uma foto da Dilma nas Diretas Já!

- Uma foto da Dilma em uma passeata pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita!

- Uma foto da Dilma em algum evento pela Constituinte Livre e soberana!

- Uma foto no Impeachment do Collor.

- Uma foto ou vídeo, que mostre ela indignada com o Mensalão ou com a história do dinheiro nas cuecas, nas malas, nas meias, etc.

- Uma foto ou vídeo de algum trabalho social de que ela já tenha participado.

- Uma foto ou vídeo em que ela se mostre autenticamente simpática.

- Deve haver!!! - Uma foto dela com o marido (será que ela tem marido?) afinal de contas se ela for eleita queremos saber quem será o primeiro "damo" ou dama do Brasil.

- Precisamos provocar a maioria com quem correspondemos na internet e, para isso, precisamos de ajuda. Não podemos ter uma presidenta sobre a qual não sabemos absolutamente nada, a não ser da boca para fora.

Chega de boatos, de "disse-me-disse".
Queremos fotos!

Notícias de jornal!

Documentos históricos!

Divulgue esta campanha e ajude a acabar com o Apagão Biográfico da Dilma.

O Brasil quer saber mais!

Queremos um Brasil transparente

A Verdade que se impõe

General Aloisio Rodrigues dos Santos - A Verdade Sufocada
Em entrevista aos jornalistas Carlos Nascimento e Karyn Bravo, no dia 26 de maio do corrente ano, durante o jornal “SBT BRASIL nas eleições 2010”, Dilma Roussef, candidata pelo Partido dos Trabalhadores (PT), respondeu perguntas específicas sobre 1964. Embora realizada há pouco mais de dois meses, a entrevista e as respostas são atuais e devem ser divulgadas, agora, hoje, amanhã ou depois, em qualquer dia ou mês, para que se possa conhecer um pouco do nível cultural, intelectual e político da candidata que, sistematicamente, se recusa a participar de debates. Mas isso me parece uma postura essencialmente tática. Por certo, esses debates são gravados, estudados, debatidos e aprofundados por assessores e colaboradores.

Texto completo

Definidos os assuntos e temas desconfortáveis e inconsistentes, estes passam a ter um tratamento prioritário, para serem usados como vantagens contra seus adversários em debates futuros, quando uma negativa de participação poderá definir o rumo das eleições. Talvez seja este o objetivo e a estratégia da candidata e do seu staff ao fugir dos debates iniciais, normalmente de menor relevância e público,ao tempo em que melhor conhece os pontos fortes e fracos dos oponentes. Segue o texto da entrevista e uma réplica ao depoimento:

Jornalista Karyn Bravo
Ministra Dilma, em algum momento na campanha eleitoral haverá quem a chame de terrorista. A senhora está preparada pra isso?

“Olha...eu acredito que é um desconhecimento das pessoas sobre a realidade que o país viveu na época da ditadura. Porque na época da ditadura nós não tínhamos alternativas...nós tínhamos um quadro em que liberdade de imprensa...não existia liberdade de imprensa! Estudante não podia se organizar porque era...era criminoso. Operário...muito menos...podia fazer é se organizar em sindicato...lutar por melhor salário. Ao mesmo tempo não...é... naquele momento houve uma descrença generalizada que a democracia voltava para o Brasil. Eu tinha dezesseis anos na época quando houve o golpe de estado de 1964...então...é...eu não considero...é...que eu tenha praticado um ato contra as pessoas ou contra que fosse um ato assim de violência contra as pessoas. O que nós fizemos foi justamente...eu combati a ditadura do primeiro ao último dia...lutei pela democracia. Quando o País mudou...eu mudei com o País. Quando o País ficou democrático eu...é...optei...até ajudei o país ficar democrático. Porque a gente depois que passa pela experiência da...do cárcere no Brasil...com tortura... prisão...pessoas inclusive que desapareceram...você aprende o valor intrínseco da democracia na carne...então eu lutei pela democracia...acredito que mudei com o Brasil...mas não mudei de lado não.”

Jornalista Carlos Nascimento
A senhora chegou a fazer uma conta de quantos eleitores de agora não eram nascidos ou não participaram daquele processo todo em 1964?


“Olha...eu acredito que a grande maioria não viveu essa terrível experiência da ditadura...
Tá certo!
Numa democracia
Numa democracia plena...rompidos com uma ditadura...
Tá certo!
Que eu tenho certeza que não volta mais porque nós aprendemos.”
Mais contundente do que desconhecer a realidade vivida pelo país pós 31 de março de 1964, rotulada de “ditadura” por Dilma Roussef, para mascarar a ditadura de seus delírios e sonhos revolucionários – ainda hoje presentes em seu espírito inquieto e ditatorial -, é a intenção permanente, deliberada e insistente de reescrever a história, de acordo com a sua visão marxista da sociedade.

Já escrevemos inúmeros artigos, sobre diferentes temas e assuntos, divulgados pela internet ao longo de mais de um ano, contendo nomes, datas, fatos e circunstâncias. Não ficamos apenas nas generalizações. Fizemos acusações diretas, desmistificamos farsas e fraudes, sugerimos debates sobre o período 1964 -1974, com regras definidas e acordadas. Tivemos um atentado covarde no Aeroporto de Guararapes em Recife, no ano de 1966, com 2 mortos, um militar e um civil, e 13 feridos, todos civis. Mas o marco que delimita o início da luta armada, com o primeiro atentado terrorista no Brasil, é o 12/Nov/1964. A explosão de uma bomba no cine Bruni, no Rio de Janeiro, que causou uma vítima fatal, um humilde vigia chamado Paulo Macena. Não se chegou aos seus autores, muito menos à organização terrorista que o idealizou, pois elas (P C do B, AP, PORT,POLOP e outras de menor expressão) já se estruturavam antes mesmo de1964, enquanto que os Órgãos de Segurança agiam isoladamente, sem coordenação. Não havia comando centralizado. Cada um por si. Os resultados iniciais insatisfatórios. Não se conhecia o inimigo. Com a decretação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em 13/Dez/1968, o combate ao terrorismo e à subversão foi centralizado, tendo como participantes uma reduzida parcela das Forças Armadas e integrantes dos órgãos policiais. De 1964 a 1968 dezenove vítimas fatais entre militares, policiais e civis inocentes. Cerca de doze mortos em passeatas arruaças. A partir de 1969 a correlação de forças foi alterada. Nesse ano, 24 mortos dentre os terroristas, enquanto que os órgãos de segurança sofriam 18 baixas, além de 15 civis inocentes. Nada até hoje contestado, desmentido, questionado ou criticado. Nem mesmo quanto aos nomes e ações realizadas pelos “corajosos guerrilheiros” de então. Em bom português, amigos e leitores, trata-se de muita informação falsa, que parcela significativa da sociedade aceita como verdade, sem questionar o que é, aparentemente, inverossímel. Ex: Autoridades da Prefeitura de São Paulo, na década de 90, afirmarem existir milhares de ossadas de presos políticos enterradas clandestinamente no cemitério de Perus. Como aceitar e estimular tal afirmação se o número total de mortos e desaparecidos se situou em torno de 420? É a técnica nazista desenvolvida por Goebbels, ministro da propaganda de Hitler, para quem uma mentira, permanentemente repetida, torna-se uma “verdade”, apreendida com maestria pelos líderes comunistas.

Em sua curta fala na entrevista, Dilma empregou seis vezes o vocábulo “ditadura”, com a intenção de apresentar-se aos telepectadores como a democrata que nunca foi e de transmitir, especialmente aos mais novos, a convicção de que tenha vivenciado um governo ditatorial, a exemplo de outros não reconhecidos por ela como tal: União Soviética (com Lenin, Stalin, Trotski, Brejnev e outros), China (com Mao Tsé Tung e outros), Cuba (com os irmãos Castro), Chávez e outros. A utilização intensiva, extensiva e exaustiva do termo “ditadura”, com as adjetivações que, na sua essência, caracterizam toda e qualquer revolução marxista, sempre foi um factóide para Dilma e seus aliados.
Evidentemente, naquela época vivíamos um período de excessão, um regime forte, necessário para enfrentar e derrotar em poucos anos a subversão, o terrorismo e a luta armada, que intentava a implantação do comunismo no Brasil, a semelhança de Cuba. A luta não se restringiu ao nosso país. Alastrou-se por quase todos os países da América do Sul. Desses, somente a Colômbia manteve a democracia intacta, mas pagou e ainda paga um preço demasiadamente caro. Cerca de 50.000 mortos até hoje. Mais de mil por ano.

Sequestros de representantes diplomáticos tivemos quatro em 1969 e 1970. Dois aspectos mostram particularidades do modus operandi de nossos terroristas: a exigência da publicação e leitura, em rádios e jornais, de manifestos contra o regime, em troca da vida do sequestrado; e divulgação ostensiva pela imprensa do nome e das fotografias dos presos a serem banidos, em troca, também , da vida da vítima. Fato semelhante, mas de longa duração, ocorreu no Uruguai com o embaixador do Brasil naquele país, que permaneceu cerca de sete meses refém dos terroristas em porões residenciais. Possivelmente uma experiência "vitoriosa" transmitida por terroristas brasileiros aos congêneres uruguaios.

Outra farsa é a de que estudante não podia se organizar porque era criminoso. Afirmação descabida. Mostra o quanto Dilma é mal intencionada e como sabe destilar o seu veneno. Não podiam se organizar os que integravam organizações terroristas. Não podiam se organizar os que militavam na clandestinidade e viviam à margem da lei. Não podiam se organizar os aliciados e conduzidos criminosamente para o Araguaia, quase todos muito jovens, alguns menores de idade. Não podiam se organizar, e merecem ainda hoje ser levados às barras dos tribunais, os profissionais do terrorismo e da subversão remanescentes da época, velhos e experientes comunistas, alguns ainda vivos, que aliciavam, orientavam, instruiam e doutrinavam jovens estudantes. Quando preparados e levados à clandestinidade para se integrarem à luta armada , os melhores eram retirados do seio de suas famílias. Recebiam instrução e armas. Os mais capazes eram induzidos a resistir até a morte, o que não ocorreu com Dilma.

A verdade que se impõe é uma só. Dilma (Estela, Luiza, Patrícia, Wanda e outras) tem um passado afirmativo como militante de organização terrorista. Passou por algumas, sem participar de ações de risco. Descendente de uma rica família de imigrantes, integrou as organizações Política Operária (POLOP) e Comando de Libertação Nacional (COLINA) em Belo Horizonte. Fugiu para o Rio de Janeiro onde seu grupo se associou à Vanguarda Popular Revolucionária -VPR - ( organização de Lamarca) e juntos criaram a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) e. a esta se integrou. Depois fugiu e morou em São Paulo onde foi presa em 16 de janeiro de 1970, encerrou nesta data a sua participação na fracassada tentativa de tomada do poder pelos comunistas.

Essa é a "democrata" que diz que "mudou com o Brasil, mas não mudou de lado".

Obs: A declaração de torturada, expressa durante sua convocação por uma Comissão Parlamentar de Inquérito, é mais uma mentira e uma mistificação da Dilma, provavelmente para passar a imagem de "guerrilheira valente" e participante, seja em Belo Horizonte, seja no Rio de Janeiro, seja em São Paulo. Se tivesse atuado em ações armadas, principalmente com vítima, com certeza seu período na penitenciária não seria de apenas três anos. Tenho divulgado, há mais de um ano, artigos e comentários sôbre o tema tortura, todos publicados na internet. Nada que tenha sido desqualificado, contestado, desmentido, criticado ou comentado.


Serra inaugura comitê no Rio com promessas e aliados

(Cecília Ritto, do Rio de Janeiro) - VEJA
Durante o dia, Serra fez caminhada na Baixada Fluminense. Foto: Gilvan Barreto.
Ao chegar neste sábado a Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, o candidato a presidente pelo PSDB, José Serra, foi benzido com folhas de guiné por um pai de santo. Para o homem conhecido como pai Uzêda, isso servirá para “abrir os caminhos de Serra”. Os militantes também receberam o candidato, mas o número de seguidores não foi suficiente para lotar o galpão onde aconteceu a inauguração do comitê de campanha na região.

Ainda assim, Serra e o candidato a vice de sua chapa, Indio da Costa, tiveram uma recepção mais calorosa do que a da manhã deste sábado, durante a caminhada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No evento na zona oeste, Serra anunciou que, se eleito, irá construir uma policlínica e uma escola técnica na localidade, repetindo as promessas que fez aos caxienses. Desta vez, se antecipou e pediu ao presidente do DEM, Rodrigo Maia, para “já procurar um lugar para construir o ambulatório”. O candidato dividiu o palanque com políticos de sua coligação e fez um discurso breve, que durou menos de 15 minutos.

Serra elogiou Cesar Maia, que concorre a uma vaga no Senado, e disse que se ele estivesse eleito no período da emenda que propôs a divisão dos royalties do petróleo, o Rio teria sido beneficiado. “Faltou uma defesa firme e adequada dos parlamentares do Rio nesse tema”, afirmou Serra.

Cesar Maia fez uma análise das campanhas e disse que não é viável uma vitória de Serra no primeiro turno. Por causa disso, ele assegurou que um crescimento da candidata à presidência pelo PV, Marina Silva, é positivo: “Agora, um voto na Marina é um voto no Serra no segundo turno. Acabou o conflito”.

Indio da Costa falou sobre a segurança pública e lembrou a questão das milícias na zona oeste, principal local de atuação desses grupos. “Tem que trazer segurança pública para cá porque a quantidade de comunidades que têm influência forte do narcotráfico e da milícia é muito grande. Infelizmente, se o governo federal não assumir a sua parte, isso não vai resolver. O problema grande é droga e arma: arma que entra ilegalmente, contrabandeada, e droga, que é proibida de ser vendida. A gente vai levar essa batalha para a fronteira”, referindo-se ao projeto de criação de um Ministério da Segurança.

Fernando Gabeira, que concorre ao governo do Rio, falou sobre saúde, uma das principais reivindicações dos presentes no comício. No entanto, ao tentar se referir ao hospital Rocha Faria, em Campo Grande, acabou falando Rocha Maia, localizado em Botafogo, zona sul, onde o candidato costuma ter apoio eleitoral mais sólido.

No final do evento, que durou cera de uma hora e meia, José Serra foi embora sem falar com a imprensa. Segundo ele, o helicóptero tinha hora para decolar rumo a São Paulo. Foi o tempo de tirar algumas poucas fotos e receber abraços dos militantes. Ao final da tarde, o candidato aparentava cansaço e vontade de voltar para casa.

Envelhecida e envilecida

Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira
Membro da Academia Brasileira de Defesa


A velha e, por isso mesmo, conservadora esquerda, ainda sobrevive, graças ao formol da ignorância da camada popular, do oxigênio dos grupos empresariais interessados na troca de favores políticos e das doses de soro que lhe injetam os órgãos da imprensa, todos ávidos por um resto da benevolência governamental.

A decrépita esquerda já perdeu aquele ar romântico de revolucionária de primeira linha, como a consideravam os incautos, como a decantavam a Igreja afoita e os intelectuais sequiosos em serem os primeiros a aderir às ”mudanças sociais”. Estudantes profissionais e os inocentes-úteis, seguidores da hoje senil ideologia, tiveram perdida a adolescência na onda da “democracia” cubano-stalinista, jogando fora, inutilmente, os seus belos anos dourados, anos das grandes amizades que se perpetuariam pelo futuro, agora, presente.

Hoje, envelhecida pelo desgaste das ideias, bolor esverdeado no trapo vermelho, estrela sem luz própria, é um engodo ideológico. Assestando as suas muletas canadenses, ameaça de destruição a integridade territorial da Nação e os seus verdadeiros valores democráticos. O que espanta é a covardia dos brasileiros em não se defenderem e não defenderem o seu berço de nascimento, as suas cores, a sua unidade como povo miscigenado, unidade cuja significação, lamentavelmente, não têm consciência política para compreender. Sabidamente, a caquética esquerda foi-lhes retirando, aos poucos, o direito à educação, base primordial do discernimento.

Ontem e hoje envilecida, por já trazer no seu prontuário a série de crimes de lesa-pátria e contra a vida de inocentes; por manter enriquecido este mesmo prontuário com os crimes contra o tesouro nacional; com a entrega do nosso patrimônio natural aos mesmos grupos que acusa de intervencionistas nas decisões do seu estadista maior, quando das andanças turísticas pelo mundo afora; com a tentativa de fender o território nacional por imposição de organizações estrangeiras para benefício delas próprias, e muitas e muitas outras aberrações. Estes também são crimes hediondos dos quais saiu e está saindo ilesa, por conivência de outros tantos culpados.

Conclui-se que, quando se nasce revoltado, quando se traz no peito o sentimento arraigado da inveja, quando se apraz em tornar-se delinquente, quando queria ser o outro, sem o esforço que o outro fez, tudo isso é motivo de comprazer-se na destruição de um País, na desmoralização de suas instituições, no debochar de seu povo mantendo-o preso às esmolas oficiais, impedindo-o de buscar o trabalho honesto, lucrativo para o espírito e para o bolso.

Em suma, a velha e trôpega esquerda, que se alimenta da maldade, que inspira poder, para expirar ódio e vingança, está a ponto de expirar, sim, os seus últimos suspiros. Basta que tiremos dela as muletas e deixemos que se estatele e se arrebente com o peso de seu próprio e repugnante invólucro, malcheiroso, por já ter nascido num antro em decomposição moral.
Não desistamos, nunca! Falta pouco!

O preço da verborragia

- O Estado de S.Paulo
Os iranianos que se manifestavam contra a fraude que permitiu a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, em junho do ano passado, nada podiam fazer quando o presidente Lula comparou os seus protestos ao "choro de perdedor" dos torcedores de um time de futebol e reduziu os choques de rua em Teerã entre os opositores e as forças de repressão do regime a "apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos".

Também os presos políticos cubanos não tinham como responder ao dirigente brasileiro quando, em março último, ele condenou a greve de fome que levou à morte o dissidente Orlando Zapata Tamoyo, por sinal na véspera de uma visita de Lula a Havana, onde considerou o seu sacrifício "um pretexto para liberar as pessoas" - e foi além. "Imagine", comparou, "se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade."

Muito menos poderia retrucar ao presidente a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento por alegado adultério. Perguntado dias atrás sobre a campanha "Liga Lula" para que interceda pela sentenciada junto ao seu bom amigo Ahmadinejad, ele reagiu: "As pessoas têm leis. Se começarem a desobedecer as leis deles para atender o pedido de presidentes, daqui a pouco vira uma avacalhação."

Mas há quem possa dar-lhe o troco. Foi o que fez o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, depois que um leviano e boquirroto Lula desdenhou do agravamento das tensões entre Bogotá e Caracas. O protoditador Hugo Chávez rompeu as relações da Venezuela com o país vizinho em represália à decisão colombiana de apresentar na OEA as provas da presença de 1.500 membros da organização narcoterrorista Farc em território venezuelano, obviamente sob a proteção do caudilho.

Lula, cuja primeira manifestação a respeito já tinha deixado claro o seu alinhamento automático com Chávez - "as Farc são um problema da Colômbia, e os problemas da Venezuela são da Venezuela", sofismou -, reincidiu na quarta-feira, véspera da reunião dos chanceleres da ineficaz União das Nações Sul-Americanas (Unasul), em Quito. O tema do encontro, que deu em nada, era o conflito político entre os dois países. "Falam em conflito, mas ainda não vi conflito", minimizou Lula. "Eu vi conflito verbal, que é o que mais ouvimos aqui nessa América Latina."

Equiparar a um bate-boca um problema dramático para a Colômbia, que passou 40 anos sob o terror das Farc antes de serem reduzidas à mínima expressão possível pela firmeza com que as enfrentou o presidente Uribe, foi nada menos do que um inconcebível insulto a uma nação e ao seu governante. Uribe, que difere de Lula por falar pouco e fazer muito, não poderia fingir que não ouviu a afronta.

Ele replicou com a mais dura mensagem já dirigida a um chefe de Estado brasileiro, até onde chega a memória. "O presidente da Colômbia", dispara a nota, "deplora que o presidente brasileiro, com quem temos cultivado as melhores relações, refira-se a nossa situação com a Venezuela como se fosse um caso pessoal." Uribe ainda o acusou de ignorar a ameaça que a presença das Farc na Venezuela representa "para a Colômbia e o continente".

Trata-se da primeira demonstração da perda de respeito por Lula no exterior - e ele só tem a culpar por isso a sua irreprimível logorreia. Não terminasse o seu mandato daqui a 5 meses, a erosão de sua imagem internacional só se intensificaria. Não seria de espantar se um dia alguém o admoestasse, como o rei da Espanha, Juan Carlos, fez com o bravateiro Chávez, perguntando-lhe: "Por qué no te callas?" Não bastasse a grosseria, Lula nada fez para assegurar aos colombianos de que poderia ser um intermediário isento entre Bogotá e Caracas.

Ele parece ecoar a batatada do chanceler venezuelano Nicolas Maduro, que falou de "um plano de paz sul-americano" para resolver "a questão de fundo" da Colômbia com as Farc. Ao que o seu colega colombiano Jaime Bermudez contrapôs ironicamente a ideia de um hipotético "plano de democracia para a Venezuela". Pensando bem, talvez fosse mesmo melhor Lula se ocupar do Irã em vez de fazer papelão perante os vizinhos do Brasil. 

Morre o escritor Yves Hublet em circunstâncias estranhas

Brasil Cultura
Noticia triste. O curitibano Yves Hublet ganhou destaque no Brasil em 2005 ao atacar a bengaladas o então deputado José Dirceu, que estava sendo processado por envolvimento no “mensalão”. A informação foi publicada no blog do Zé Beto.

Ele era escritor e morreu na segunda-feira (26.07) na capital federal em circunstâncias estranhas, segundo relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto. Hublet completou 72 anos em abril passado.

Segundo o editor, depois do episódio da bengalada, o escritor enfrentou vários problemas no país e mudou-se para a Bélgica, pois tinha dupla cidadania. ”Voltou em maio último para Curitiba a fim de tratar de um livro a ser publicado por minha Editora e para tratar de papéis de um casamento anterior, pois pretendia se casar novamente na Europa”, revela Zamoner.

Segundo este, para retornar à Bélgica Yves Hublet foi até Brasília. ”Ao descer do avião foi preso em Brasília e ficou incomunicável”, segundo o editor. No presídio teria adoecido e foi hospitalizado, sob escolta.

“Alegou-se que estava com câncer. Ele teria falado com uma assistente social e passou o telefone de uma ex-namorada de Curitiba de nome Solange. Foi ela quem recebeu telefonema de Brasília comunicando o falecimento do Yves.

No Paraná, foi fundador da ACPAI – Associação Cultural Paranaense de Autores Independentes e seu presidente por duas gestões; também foi fundador, com o jornalista e compositor Cláudio Ribeiro, da UBE – União Brasileira de Escritores (seção Paraná) e seu primeiro presidente. Quando em sua residencia em Brasília, integrou a Diretoria do SEDF – Sindicato dos Escritores do DF. Reside na Bélgica, era correspondente para a Brasil Cultura.

O corpo dele foi cremado por lá”, informa o editor Zamoner. Yves Hublet escreveu livros infantis como “A Grande Guerra de Dona Baleia” e “Artes & Manhas do Mico-leão-dourado”, além de histórias em quadrinhos para a Editora Abril

O presidente que exige uma mulher no Planalto nega socorro à mulher condenada à morte por apedrejamento


Por Augusto Nunes- VEJA Online
Até na morte por apedrejamento o Irã consegue ser mais brutal com as mulheres. Os homens, enterrados até a cintura, ficam com os braços livres para proteger o rosto. Nem isso será permitido a Sakineh Mohammadi Ashtiani, viúva de 43 anos, já punida com 99 chibatadas e agora à espera do ritual instituído em 1983 pela revolução dos aiatolás. O Código Penal determina que as mulheres sejam enterradas até a altura do busto, com as mãos amarradas por cordas e o corpo envolvido por um tecido.

Não podem sequer defender-se das pedras atiradas a curta distância sob o olhar da multidão reunida na praça. O grupo de executores, liderado pelo juiz que assinou a sentença, inclui os jurados que aprovaram a condenação, parentes da vítima, e figurões da comunidade e voluntários anônimos. Todos são homens: no Irã, mulheres não apedrejam; só podem ser apedrejadas. Para que a plateia não se frustre com mortes rápidas, as pedras que circundam o alvo são pequenas. O juiz atira a primeira. A agonia que se encerra com o traumatismo craniano não dura menos que uma hora.

Tanto pelo espetáculo da perversidade primitiva quanto pela ausência de motivos para a condenação, o caso de Sakineh provocou uma intensa mobilização na internet. Como em quase todos os países, multidões de brasileiros tentam impedir a consumação da brutalidade. Alguém teve a ideia de lançar a campanha “Liga, Lula”, inspirada na convicção de que Mahmoud Ahmadinejad não se negaria a atender a um pedido de clemência formulado pelo amigo brasileiro.

Lula também acha que ouviria um sim. Mas não vai ligar. Caso ligasse, não iria além de reparos em tom amistoso ao método escolhido para o assassinato. “Eu, sinceramente, não acho que nenhuma mulher deveria ser apedrejada por conta de… ter, sabe, traição”, gaguejou nesta quarta-feira. Adultério – ou “traição”, prefere Lula – não chega a ser um crime hediondo. Estariam de bom tamanho a cadeira elétrica, uma injeção letal, a câmara de gás, até mesmo a forca. Matar a pedradas pode parecer exagero, diria na conversa telefônica.

Mas a conversa não haverá, sublinhou a continuação da discurseira. “Um presidente da República não pode ficar na internet atendendo tudo que alguém pede de outro país”, justificou-se. “Veja, eu pedi pela francesa e pelos americanos que estão lá, pedi para a Indonésia por um brasileiro, pedi para a Síria por quatro. É preciso cuidado, porque as pessoas têm leis, as pessoas têm regras, as pessoas, sabe… Se começam a desobedecer as leis deles para atender o pedido de presidentes, vira uma avacalhação”.

Avacalhar significa desmoralizar, ridicularizar, tratar desleixadamente, não levar a sério. Não combina com a história de Sakineh. Mas a expressão usada pelo campeão da vulgaridade se ajusta admiravelmente ao próprio governo: é uma avacalhação. O verbo é conjugado o tempo todo há sete anos e meio.E frequenta com especial assiduidade o palavrório dos condutores da política externa.

Lula se desmoraliza ao tratar como problema político uma causa humanitária. Para defender o parceiro, age como ajudante de carrasco. Não pode ser levado a sério alguém incapaz de compreender que os direitos humanos prevalecem sobre todas as leis ou regras. Lula encara dramas com desleixo e participa de chanchadas com muita aplicação. É ridícula, enfim, a argumentação invocada para mascarar a verdade escancarada: para recusar ou endossar pedidos, para estuprar ou tratar respeitosamente normas legais, Lula compõe um hino à avacalhação. O que importa é a conveniência eleitoreira, o parentesco ideológico, a cumplicidade mafiosa. Amigos têm de agir como comparsas.

Fidel Castro, por exemplo, emplacou três pedidos em três anos. Foi para atender ao ditador-de-adidas que o presidente autorizou a deportação dos pugilistas Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, fez que não leu a carta da blogueira Yoani Sanchez e acusou o preso político Orlando Zapata de se se deixar morrer no 85° dia da greve de fome. Hugo Chávez emplaca todos, até os que chegam ao som da lira do delírio. Foi para agradar ao bolívar-de-hospício, por exemplo, que Lula transformou em pensão a embaixada em Honduras. É para ajudar o vizinho preferido que hostiliza o governo colombiano e afaga as FARC.

Para eleger Dilma Rousseff, virou colecionador de crimes eleitorais. Para fechar negócio com José Sarney, transformou-o em homem incomum. Para chegar à presidência, exigiu que os corruptos fossem justiçados. Para consolidar-se no poder, promoveu-os a amigos de infância. No momento em que se recusou a estender a mão a Sakineh, em respeito às leis do Irã, estava ajudando Hugo Chávez a desrespeitar as leis da Colômbia. Enquanto adulava os narcoterroristas das FARC, o ministro Celso Amorim tentava estuprar a legislação israelense que proíbe a entrada na Faixa de Gaza de autoridades estrangeiras que podem ser utilizadas pelo Hamas como peças de propaganda.

Lula acha que uma brasileira merece a Presidência sobretudo por ser mulher. Mas não acha que merece misericórdia uma iraniana que só foi condenada à morte por apedrejamento porque é mulher. Lula anda chorando quando lembra que a longa temporada no poder está chegando ao fim. Não se comove com a iraniana angustiada com a aproximação do fim terrível. O candidato ao Nobel da Paz optou pelos pastores da violência.

Dilma Rousseff acha que todas as mulheres devem apoiá-la porque é mulher. Não deu um pio sobre a saga da iraniana que vai morrer por ser mulher. Lula só pensa em Lula. Dilma não consegue pensar. Sakineh merece compaixão. O Brasil merece coisa melhor.

Farc propõem diálogo com presidente eleito da Colômbia

As Farc estão se achando partido político. Parecem BICHOS atrás da moita ditando palavras de ordem ao futuro presidente da Colômbia. Essa gente é primitiva demais. São assassinos incontroláveis, e justificam os horrores praticados em nome de um povo enganado. As questões são todas sublimes para os canalhas peludos. O POVO! Assassinos, traficantes e vagabundos! MOVCC/Gabriela

América Latina - VEJA
Proposta foi divulgada em um vídeo feito pelo líder máximo da guerrilha

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc ) propuseram ao presidente eleito do país, Juan Manuel Santos, um diálogo para buscar uma saída política ao conflito armado. A mensagem foi divulgada em um vídeo, publicado na internet nesta sexta-feira pela revista Resistência. Santos toma posse em 7 de agosto.

"O que estamos propondo hoje, mais uma vez, é que conversemos (...). Continuamos empenhados em buscar saídas políticas. Desejamos que o futuro governo reflita, que não engane mais o país", disse Alfonso Cano, chefe máximo das Farc, no vídeo, filmado nas montanhas da Colômbia e datado de julho de 2010.

A gravação, apresentada em três partes e com uma duração de mais de meia hora, foi divulgada pela revista Resistência, que tem um blog na internet. Segundo o ministério da Defesa colombiano, trata-se de um veículo de divulgação da guerrilha.

"Temos de conversar. Falemos da indignidade que representa ter na Colômbia sete bases com tropas militares dos Estados Unidos", disse. "Temos de tocar neste ponto." Ele se referia ao acordo firmado entre Bogotá e Washington, em 2009, permitindo que soldados americanos utilizem bases colombianas.

O guerrilheiro também sugeriu abordar os temas dos direitos humanos, do direito internacional humanitário, dos prisioneiros de guerra e de outros temas políticos e econômicos.

Personagens - Cano é o chefe máximo das Farc desde a morte de Manuel Marulanda "Tirofijo" de causas naturais.

Santos, que foi ministro da Defesa do governo de Álvaro Uribe, foi também o responsável por duros golpes contra a guerrilha. Entre eles, está uma operação no Equador, em 2008, que resultou na morte do número dois das Farc, Raúl Reyes.

Uma pesquisa do Instituto Gallup, divulgada nesta sexta-feira, mostra que o futuro presidente da Colômbia assumirá o poder com aprovação de 76% dos colombianos, um ponto percentual acima de seu antecessor, Álvaro Uribe.

Guerrilha – Desentendimentos sobre as Farc provocaram a atual crise entre a Colômbia e a Venezuela, que tem sido o assunto de inúmeras reuniões entre líderes sul-americanos.

A tensão entre os dois países aumentou, em 22 de julho, depois que Bogotá apresentou na Organização dos Estados Americanos (OEA) documentos e fotos, apontando a presença de 1.500 guerrilheiros na Venezuela. O presidente Hugo Chávez reagiu, rompendo relações com a Colômbia e colocando soldados de prontidão na fronteira.
(Com Agência France-Presse)

Israel veta entrada de chanceler Celso Amorim na faixa de Gaza

Estamos publicando essa matéria desde ontem. Nada presta quando se trata de Celso Amorim e Lula da Silva. O que esta criatura foi fazer lá? Amorim não para de evidenciar que está à serviço dos maiores ditadores sanguinários do mundo. Esse governo petista está contribuindo para que o povo brasileiro cole a marca de terrorista diante do mundo. A máscara caiu. Movcc/Gabriela

MARCELO NINIO DE JERUSALÉM - Folha.com
O governo de Israel frustrou o plano do chanceler do Brasil, Celso Amorim, de entrar na faixa de Gaza na última terça, no último dia de visita ao país. A intenção era conhecer um hospital que deve ser reconstruído com financiamento conjunto de Brasil, Índia e África do Sul.
Mas o pedido foi negado por Israel, sob a alegação de que visitas de ministros e parlamentares estrangeiros a Gaza podem servir como propaganda e legitimação do movimento islâmico Hamas, que controla o território.

"Tentei ir a Gaza, mas encontrei resistência", disse Amorim à Folha por telefone, de Damasco. Na capital síria, ele concluiu ontem sua viagem pelo Oriente Médio num encontro com o ditador sírio, Bashar Assad. Além de Israel e territórios palestinos, o giro incluiu Líbia e Turquia.

Israel justificou a rejeição como parte de uma política em prática desde que o Hamas assumiu o controle de Gaza, para não legitimar o movimento islâmico.

"A presença de personalidades estrangeiras é usada pelo Hamas como demonstração de reconhecimento internacional e não queremos fortalecer o grupo", disse à Folha o porta-voz da Chancelaria, Yigal Palmor.

Amorim não é o primeiro ministro estrangeiro barrado em Gaza, que vive sob rígido bloqueio israelense desde 2007, quando o Hamas assumiu o controle do território.
Há pouco mais de um mês Israel negou a entrada do ministro do Desenvolvimento da Alemanha, Dirk Niebel

Dos 11 encontros que teve, em menos de 48 horas, Amorim conversou com políticos e ativistas, deixando clara a inclinação da diplomacia brasileira pela causa palestina. Nove deles foram com pessoas identificadas com algum tipo de oposição ao governo de Israel: do premiê palestino, Salam Fayad, à própria líder da oposição israelense, Tzipi Livni, passando por pacifistas israelenses e políticos palestinos.

Também falou com os dois principais nomes do governo de Israel, o premiê Binyamin Netanyahu e o chanceler Avigdor Liberman.

Aspone nega ser intermediário das Farc


ASPONE GARCIA
O aspone para assuntos internacionais aleatórios do presidente Lula, Marco Aurélio Top-Top Garcia, negou por meio de nota que ele ou o PT mantenham relações com as chamadas "Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia", grupo narcoterrorista conhecido pela sigla Farc. A nota foi em resposta à revelação do ex-ministro de Relações Exteriores Luiz Felipe Lampreia ao site da revista Veja, de que Garcia teria se oferecido para atuar como “ponte” entre o governo brasileiro e as Farc. O aspone agora diz que apenas "sugeriu" ao então ministro Lampreia que o governo brasileiro deixasse de ser omisso e procurasse contribuir para equacionar os conflitos na região”. A mulher do ex-padre Oliverio Medina, membro das Farc, acolhido elo governo Lula como "refugiado", foi homenageado com a nomeação de sua mulher, Maria Slongo, para um cargo na Secretaria de Pesca da residência da República, após ter sido requisitada pela então ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) - Claudio Humberto

Censura e ameaças levam o Brasil de volta aos abomináveis tempos da ditadura

Dita branda -
Por Ucho Hadadd - ucho.info
Para que o Brasil se transforme na versão continental de Cuba falta pouco. Basta que a truculenta Dilma Rousseff vença as eleições e a porção trotskista do PT instale no Palácio do Planalto um Politburo tupiniquim, pois os outros ingredientes já pululam com largueza em nossa querida e amada Botocúndia, a começar pelos atos de censura que a Justiça vem impondo à imprensa nacional.

Repetindo o abominável estilo que marcou a era plúmbea, a Justiça tem ignorado o que reza a Constituição Federal, que em entre as cláusulas pétreas garante que “é livre a manifestação do pensamento, desde que vedado o anonimato”. E a imprensa brasileira é o alvo predileto dos censores modernos.

Então correspondente do “The New York Times” no Brasil, o jornalista Larry Rother quase foi do País após ter noticiado no tabloide nova-iorquino os “bebericos” de Luiz Inácio Lula da Silva. Aconselhado por companheiros e colaboradores mais próximos, o presidente-metalúrgico preferiu manter o direito à bebida e desistiu de expulsar Rother das terras de Macunaíma.

Jornalistas com todas as letras e penas, Boris Casoy foi ejetado da Rede Record apenas porque contrariou os interesses do presunçoso Lula da Silva, que encastelado no comando do País acredita ser uma versão fajuta e requentada de Messias, o salvador da humanidade.

Não faz muito tempo, o editor do ucho.info foi proibido pela Justiça do Rio de Janeiro de citar o nome do banqueiro oportunista DD – agora só assim a ele podemos nos referir – apenas porque o inimigo número 1 do Brasil se sentiu incomodado com as verdades aqui publicadas. E lá se vão mais de quatro anos de censura.

Na sequencia foi a vez de o jornal “O Estado de S. Paulo” ficar impedido de publicar qualquer informação sobre a Operação Boi Barrica (posteriormente batizada de Faktor), da Polícia Federal, que flagrou o empresário Fernando Sarney em estripulias das mais diversas, a começar por sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Em seguida, a blogueira Adriana Vandoni teve o direito de se expressar livremente cassado por decisão do juiz Pedro Sakamoto, de Mato Grosso, que atendeu a um absurdo pedido do deputado estadual José Riva (PP), réu em mais de uma centena de processos judiciais. No rastro de tão arbitrária decisão foram atingidos os jornalistas Enock Cavalcanti e Fábio Pannunzio. Covarde contumaz, Riva usa do poder passageiro da influencia utópica e criminosa para intimidar os jornalistas que o desafiam.

Para não ficar distante do rol das arbitrariedades, a Justiça do Acre, com base na extinta ‘Lei de Imprensa’, determinou a prisão do jornalista Antônio Raimundo Ferreira Muniz, que ousou contrariar o coronelato dos irmãos Viana – Jorge e Tião.

Repórter da Rede Bandeirantes, Fábio Pannunzio foi censurado pela Justiça do Paraná, que o proibiu de citar o nome de uma brasileira casada com o chefe de uma quadrilha internacional de drogas, preso em operação da Interpol.

Por último, o jornalista Hugo Marques, da revista IstoÉ, foi ofendido e ameaçado pelo senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), que não gostou de reportagem sobre um pedido de impugnação de sua candidatura ao governo de Alagoas. Covarde e com lampejos de psicopatia, Collor de Mello só age assim porque está escondido sob o manto de um mandato bisonho, pois sabe que uma reação do jornalista o impedirá de exercer a profissão e de cobrir o cotidiano do Senado Federal. Fosse uma discussão de rua, parecida com as muitas em que o playboy alagoano se envolveu e o poderio financeiro e político de sua família soube abafar, Collor já teria sido linchado.

Tucano de alma e petista por mero interesse, o senador Delcídio Amaral (MS) conseguiu na Justiça Eleitoral do seu estado calar o jornalista Nilson Pereira, que está proibido de citar o nome do parlamentar, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Como se não bastassem o comportamento intimidatório dos políticos e as decisões truculentas da Justiça, o deputado federal André Vargas (PT-PR), o “Bocão”, secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, usou o microblog que mantém no Twitter para ameaçar de morte o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), candidato a vice na chapa de José Serra. Inconformado com o retorno à mídia das relações umbilicais entre o PT e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc), André Vargas afirmou que, caso o partido tivesse alguma relação com o grupo narco-guerrilheiro, “Índio e sua tribo estariam seqüestrados ou mortos”.

Fora isso, ainda há aqueles que acreditam que Dilma Rousseff nem mesmo em sonho cogita controlar a imprensa brasileira caso arranque das urnas uma vitória.

Diante desse quadro ditatorial, resta ao brasileiro torcer para que Lula da Silva cumpra a promessa de reformar e modernizar os saturados aeroportos em tempo recorde, pois as únicas saídas para a ditadura que se anuncia serão o Galeão e Cumbica.

Bolsa Família não é resposta à pobreza urbana no Brasil, diz 'Economist'

A Economist cita então as declarações de Indio da Costa, vice na chapa de Serra, que acusou o PT de ter ligações com as Farc, causando "uma situação embaraçosa".
Já em relação a Michel Temer, do PMDB, vice na chapa de Dilma, a revista afirma que ele pertence a um partido que é um conjunto "de lideranças políticas regionais, algumas das quais envolvidas em escândalos".

BBC Brasil (*)

A revista britânica The Economist traz em sua edição desta semana um longo artigo sobre o Bolsa Família onde afirma que, apesar da grande contribuição do programa para a redução dos índices de pobreza do Brasil, ele parece não funcionar tão bem no combate à pobreza nas grandes cidades.
De acordo com a revista - que cita dados da Fundação Getúlio Vargas - cerca de um sexto da redução da pobreza no país nos últimos anos pode ser atribuído ao Bolsa Família, "mas algumas evidências sugerem que o programa não está funcionando tão bem nas cidades como nas áreas rurais".
"O sucesso do Brasil em reduzir a pobreza parece ser maior nas áreas rurais que nas urbanas", diz o artigo, que cita dados das Nações Unidas que indicam que houve uma redução de 15 pontos percentuais no número de pobres na população rural entre 2003 e 2008, enquanto nas cidades essa diminuição foi muito menor.

Segundo a publicação um dos principais fatores que levam a esta situação é o fato de o Bolsa Família ter substituído, a partir de 2003, uma série de outros benefícios que somados, poderiam representar ganhos maiores para estas famílias das cidades que o montante concedido atualmente. A revista comenta que o Bolsa Família acabou eliminando programas como o de combate a subnutrição infantil, os subsídios que eram dados à compra de gás de cozinha e o programa de ajuda a jovens entre 15 e 16 anos.

"Embora seja difícil provar pela falta de dados oficiais, evidências sugerem que a quantia (atual) pode valer menos que os antigos benefícios", diz a revista.
Outro problema citado pela Economist é o fato de o programa ter tido pouco sucesso em reduzir o trabalho infantil. Segundo a publicação, crianças das cidades podem ganhar mais dinheiro "vendendo bugigangas ou trabalhando como empregados" do que ficando na escola para receber os benefícios.
Embora afirme que estes fatores não signifiquem que o Bolsa Família seja "desperdício de dinheiro" nas áreas urbanas, o artigo diz, no entanto, que o programa não é a solução "mágica" como tem sido tratado no Brasil e em outros países.
Vices
A mesma edição da Economist traz outro artigo sobre o Brasil, desta vez discutindo o papel dos candidatos à vice nas principais chapas que concorrem à Presidência nas eleições de outubro.
Citando o fato de quatro vices terem assumido a Presidência desde 1954, a revista afirma que os candidatos ao cargo estão em evidência na campanha atual, principalmente devido ao fato de Dilma Rousseff (PT) ter ficado "seriamente doente" no ano passado.

"É mais que mera curiosidade o fato de os companheiros de chapa tanto de Dilma Rousseff como de seu principal oponente, José Serra (PSDB), estarem causando problemas. Os dois candidatos provavelmente desejariam ter outros parceiros (de chapa)", diz a revista.

A Economist cita então as declarações de Indio da Costa, vice na chapa de Serra, que acusou o PT de ter ligações com as Farc, causando "uma situação embaraçosa".

Já em relação a Michel Temer, do PMDB, vice na chapa de Dilma, a revista afirma que ele pertence a um partido que é um conjunto "de lideranças políticas regionais, algumas das quais envolvidas em escândalos".
"Assim como (Indio da) Costa, ele (Temer) parece não ter a total confiança de seu parceiro de chapa", diz a revista. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.