Marco Antônio Vila quase tem um enfarto ao vivo: Em 24 de jun de 2016 .O povo não aguenta mais tanta canalhice dessa "esquerda" vagabunda, o Brasil tem que se levantar e clamar pela Intervenção para que os militares a pedido da população coloque os criminosos diante de um tribunal militar.

E O NOME DO MONSTRO ERA… MOHAMED! Não deixe de ler este maravilhoso artigo que esclarece os perigos da guerra.

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Triste. Revoltado. Indignado. Os sentimentos se misturam. Preferi não escrever nada logo depois do atentado em forma de artigo, pois sabia que iam sobrar xingamentos e isso poderia turvar a razão, os argumentos. É que não dá para ficar calmo. Fiz apenas esse desabafo no meu Facebook:
Tá foda! Essa turma precisa acordar: estamos em guerra! E porra, não dá para culpar as armas agora, seus IDIOTAS! Sim, o tom subiu, é de desabafo, pois estou cansado, muito cansado de tanta COVARDIA desses “progressistas” de bosta!
Já passam de 7 mil curtidas. É que toquei na ferida. As pessoas decentes, de bem, que não sucumbiram totalmente ao politicamente correto, simplesmente não aguentam mais! E a reação da imprensa, dos “progressistas” (o que dá no mesmo), reforça a revolta.
“Caminhão mata 80 pessoas…”; “É cedo para dizer a motivação do terrorista…”; “Talvez tenha sido o ato de um lobo solitário…”; etc.
PQP! O que mais será preciso para que esses imbecis covardes acordem?! Caminhão não mata ninguém, a menos que seja direto do filme Transformers. Lobo solitário não existe: todos eles agem inspirados numa religião, numa ideologia totalitária. Sim, o problema é o Islã. É o radicalismo islâmico, aquela expressão que o banana do Obama sequer consegue usar.
Esses pulhas focam nas armas o tempo todo, e vão fazer o que agora? Propor uma campanha para abolir o caminhão? Os maiores atentados terroristas islâmicos no Ocidente usaram como armas aviões e caminhões. E esses “progressistas” mequetrefes ficam repetindo essa ladainha sobre desarmamento?
A França tem leis tão restritivas de armas quanto o Brasil. Não é como nos Estados Unidos. E agora? Vão insistir na campanha de desarmamento? Seus vermes! São culpados também, estão com suas mãos sujas de sangue.
Tentei dormir, acalmar meus nervos, para escrever meu primeiro texto sobre o horror em Nice, cidade das mais lindas e pacatas que já visitei. Achei que o grau de revolta fosse ceder. Que eu conseguiria evitar rótulos. Estou tentando. O esforço é grande aqui, acreditem. Pulha? Não é bem o termo que tenho em mente. Mequetrefe? Tampouco. Mas o decoro me impede de chamá-los do que vocês são.
O Islã fanático, aquele que quer impor a Sharia, a lei islâmica, que não aceita nada além da Submissão de todos, esse Islã declarou guerra ao Ocidente. Mas o multiculturalismo os impede de reconhecer um fato óbvio, não é mesmo? “Religião da paz”. Vão repetir isso até quando a faca estiver dilacerando suas entranhas “em nome de Alá”, vão? Covardes!
Estou de saco cheio! Vamos perder a guerra enquanto a esquerda viver nessa tremenda negação. Como resumiu Carlos Andreazza, “todos são culpados, menos os culpados”. Os idiotas falam em “desigualdade social”, falam em “discurso de ódio”, em “xenofobia da extrema-direita”, condenam as armas, só não reconhecem a responsabilidade dos únicos responsáveis: os malucos de turbante que matam em nome de Alá!
Eis o nome do monstro terrorista: Mohamed Lahouaiej Bouhlel. Parece um nome de francês? De cristão? Judeu? Repitam, seus medrosos: Mohamed. Ele era descendente de tunisianos. Arrastou um caminhão por mais de dois quilômetros, acabando com a vida de 80 pessoas. Crianças, mulheres, não importa! Seu nome era Mohamed. Da Tunísia.
Vamos continuar afirmando que o perigo para o mundo é Donald Trump? Que a venda das armas é o grande vilão nessa história? Vamos insistir na retórica pusilânime de Obama, que se recusa a chamar a coisa por seu nome? Se essa for a escolha – e há escolha – então seremos derrotados. Merecidamente.
Uma civilização de frouxos, acovardados, que pensam que as grandes “lutas corajosas” são pregar o aborto, o casamento gay e a legalização das drogas, e que flertam até com os radicais islâmicos só para poder atacar mais um pouco a própria civilização ocidental do “homem branco malvado”, essa civilização não vai sobreviver, e não merece sobreviver.
Lamento pelos que entendem isso e merecem. Lamento pela minha filha e minhas sobrinhas. Lamento por todas as pessoas decentes que não sucumbiram ao politicamente correto. Mas se a postura não mudar, e muito, e logo, será tarde demais. Vocês terão de comprar uma burca e se ajoelhar sobre o Corão, em ato de total submissão. Tudo na paz…
Rodrigo Constantino
Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

Veja que emocionante: Urso pedindo comida na estrada

Os vendedores de vento e loucura




Lula e Dilma, duas faces de uma mesma moeda que vale cada vez menos na escala da credibilidade política, partiram para o devaneio como arma de conquista. Nos últimos dias, mergulharam num festival de declarações histriônicas e sem vínculo com a realidade, bem ao estilo de quem pensa que pode ganhar qualquer disputa na base do grito. Lula passou a debochar da Operação Lava Jato, considerada um “carrapato” que incomoda, segundo sua classificação. “Isso incomoda como uma coceira. Já teve carrapato?”, ironizou ele. “Eu duvido que se ache um empresário a quem eu pedi R$ 10”. As investigações já acharam vários que declararam e demonstraram demandas de auxílio ao ex-presidente. Mas as evidências não interessam a ele. Muito menos os testemunhos que o colocam cada vez mais no centro do petrolão. Lula almeja e busca com persistência embaralhar versões a seu favor. Arrota valentia. Apela a digressões. De uns tempos para cá seus movimentos traíram a couraça de destemido, deixando escapar sinais latentes de desespero. O líder do PT tenta a todo custo escapar do cerco de Curitiba. Desqualifica o trabalho do juiz responsável, Sergio Moro. Abarrota os escaninhos do Supremo com petições pedindo o deslocamento de seus processos para outra esfera legal. O medo da prisão iminente, dele e de seus familiares, o atormenta. Nos grotões do nordeste, para onde seguiu na semana passada à procura de incautos que se iludem com suas prosopopeias e caem em crendices – como a de que os escândalos de desvios não passaram de armações para destruir o PT -, Lula armou seu show. “Política é que nem uma boa cachaça, você começa e não quer parar… se eles não sabem governar sem privatizar, eu sei”, provocou. Em Juazeiro, na Bahia, Petrolina, Carpina e Caruaru, em Pernambuco, chapéu de couro na cabeça a criar identidade com os locais, desafiava como paladino da moralidade seus moinhos de vento: “se eles quiserem reduzir os direitos do povo brasileiro a pó, eu digo, não me provoquem!”. Lula alegou ficar “P.” da vida com seus detratores. Impropérios à parte, ele cantou vantagens a torto e à direita. Disse que derrotar o impeachment está mais fácil. Que o governo interino vai vender o patrimônio do País. Satanizou adversários. Repetiu a tática da propaganda enganosa. Ali valeu de tudo.

Foi o script seguido à risca e no mesmo tom pela pupila e presidente afastada, Dilma Rousseff. Quem recorda seus antológicos deslizes verborrágicos e promessas vazias, sabe que ela não tem o mesmo dom de convencimento do padrinho. Afinal, a confusão de ideias que já ocupou suas análises sobre vento estocado, mandioca, mulher sapiens ou provas nas nuvens, só não é maior que as lorotas que ela insiste em contar para se manter no poder. Agora diz que será possível governar sem o Congresso. Que irá passar emendas automaticamente, “sem precisar de projeto de lei”. Dilma afirma que “mulher não cede, não renuncia”. Que Temer quer interromper o “Minha Casa, Minha Vida”, o “Bolsa-Familia”, o Pronatec…, que o governo interino “é a cara do Eduardo Cunha” e que “quando voltar” muita coisa vai mudar. Quem hoje dá ouvidos ou crédito ao que ela alardeia? Dilma estabeleceu que a Câmara dos Deputados tinha de votar em alguém que fosse contra o impeachment. Outorgou ao seu ex-ministro, Marcelo Castro, a prerrogativa de concorrer com apoio da bancada petista. Experimentou nova e fragorosa derrota. Mas, mesmo assim, sem constrangimento, pregou que as pedaladas, por exemplo, são um problema menor. No mundo real, o Ministério Público, em mais um front de ataque à dupla do barulho, notificou Lula para que ele explicasse por que o Banco do Brasil guardava objetos valiosos de sua propriedade. Dilma, por sua vez, teve que amargar duras considerações do TCU e do MPF sobre seus crimes. Fatos que seguem, apesar das tonitruantes negações de seus responsáveis. Aqui