Petistas sabiam resultado final antes de Dilma passar Aécio. E querem que eleitor não desconfie do TSE de Dias Toffoli?

Isto foi o que o petista Luiz Eduardo Greenhalgh publicou em sua conta no Twitter e no Facebook na noite de domingo, 26 de outubro, durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil:
Captura de Tela 2014-10-31 às 18.19.30
Captura de Tela 2014-10-31 às 18.22.18
Repararam no horário de ambas as postagens? Isso mesmo: 19h26min. A essa hora, Greenhalgh parecia ter certeza de que Dilma estava reeleita.
E só para ter uma ideia do naipe do sujeito, para além da estupidez sobre o fascismo, veja um tuíte posterior daquela noite, no qual ele exalta petistas criminosos condenados pelo mensalão e divide com eles os méritos da vitória:
http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/files/2014/10/Captura-de-Tela-2014-10-31-às-19.29.53.png
Ainda mais cedo, às 18h59min, um ativista petista também soube do resultado eleitoral por uma fonte do Planalto:
Eduardo Guimarães
Agora veja o gráfico sobre a apuração elaborado pelo TSE e publicado no G1:
votacao-totalizacao-nova
Dizia a matéria: “A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) só passou à frente de Aécio Neves (PSDB) durante a apuração dos votos no domingo (26) às 19h32, com 88,9% do total apurado.”
Como Greenhalgh podia ter certeza às 19h26min que Dilma estava reeleita, se ela só passou à frente de Aécio 6 minutos depois, às 19h32min? Como o Planalto podia saber o mesmo, de acordo com o post de Eduardo Guimarães, às 18h59min?
Na hora da corrupção, eles não sabem de nada, mas na hora da apuração, sabem tudinho.
E eu sei, sim, que não faltariam respostas a essas perguntas. Os petistas poderiam alegar que era torcida de Greenhalgh e Guimarães – o que definitivamente não foi o caso -; que a projeção indicava a vitória de Dilma, que ainda faltava a apuração em regiões onde ela tendia a ser mais votada e até que a equipe de Aécio estava recebendo as mesmas informações, de modo que restaria saber então se às 19h26min o PSDB também já sabia da derrota.
Mas como não desconfiar da lisura do TSE de Dias Toffoli, inclusive em matéria de contagem de votos, se ele não consegue impedir nem o vazamento do resultado – supostamente por whatsapp - antes da divulgação oficial, como ficou claro até pelos tuítes precoces de alguns jornalistas?
Onde passa boi passa boiada, dizia o velho ditado. Uma auditoria transparente é o mínimo que Toffoli deve ao público diante de toda essa aparente bagunça.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil

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Como as leis contra a corrupção nos EUA obrigaram a direção da Petrobras a se mexer; já não basta Graça Foster fechar a cara em depoimentos previamente ensaiados; agora, a coisa ficou feia!

A Petrobras está numa encalacrada, e a questão, agora, deixou de ser local. Não dá mais para fingir que se investigam isso e aquilo. Já não basta mais à presidente da empresa, Graça Foster, ir ao Congresso e responder a perguntas a que teve acesso previamente, transformando o que deveria ser esclarecimento em pantomima. A seriedade da coisa subiu de patamar. O busílis é o seguinte: a PricewaterhouseCoopers, auditoria responsável por avaliar os balanços da estatal, resolveu pressionar a direção da empresa a aprofundar as investigações das roubalheiras na estatal, segundo critérios das leis anticorrupção dos EUA. Ou a gigante brasileira fazia isso, ou a Price deixaria de analisar seus balanços.
E que consequências isso teria? A auditoria informaria ao conselho da Petrobras a sua decisão; se, ainda assim, nada fosse feito, a Price informaria à SEC (órgão que regula o mercado de capitais nos EUA) o rompimento do contrato. Seria um golpe gigantesco na credibilidade da estatal no mercado internacional, isso num momento delicado, em que a empresa depende vitalmente de financiamento externo. Sem a análise do balanço, a Petrobras estaria fora do mercado.
Parece piada, mas é assim: foi preciso que as leis americanas fossem evocadas para que a Petrobras se coçasse e decidisse investigar a sem-vergonhice. Dois escritórios especializados em leis americanas anticorrupção foram contratados: nos EUA, o escolhido foi o Gibson, Dunn & Crutcher. No Brasil, o Trench, Rossi e Watanabe, de São Paulo. Eles vão colaborar com a comissão interna criada pela Petrobras para investigar o caso.
Na mira da comissão interna da Petrobras, estão diretores nomeados por Lula. A comissão pediu ainda autorização à Justiça para ouvir Paulo Roberto Costa sobre a construção da refinaria de Abreu e Lima, informa a Folha:“A empresa pediu que Costa esclarecesse, entre outras coisas, o teor de reuniões com o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli e o ex-diretor de Serviços Renato Duque realizadas entre o fim de 2005 e o começo de 2006 sobre Abreu e Lima. A Petrobras quer saber por que, às vésperas da implantação de Abreu e Lima, Costa foi com Gabrielli e Renato Duque a reunião em Brasília. A estatal pede explicações sobre as revisões do valor da obra, que subiu de US$ 4 bilhões para US$ 13,4 bilhões entre 2006 e 2009”.
Essa informação é pública há muito tempo. Só agora o comando da Petrobras resolveu cobrar explicações. E só o fez porque a Price exigiu.
Que coisa, né? Quem sabe o fato de o mercado ser globalizado — e de as leis americanas serem bastante severas com corruptos — possa fazer bem ao Brasil. A Price obriga agora a Petrobras a fazer o que já deveria ter sido feito há muitos anos, não é, governanta? Que ironia! Quem sabe as leis contra a corrupção dos EUA ainda acabem fazendo bem aos brasileiros.
Por Reinaldo Azevedo

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Vídeo gravíssimo ! O que faz MILITAR BRASILEIRO assistindo e dando apoio pessoal a este LOUCO? INACREDITÁVEL! Preste atenção ao final do "discurso"....

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Caiado quer convocar ministros para explicar aproximação entre MST e paramilitares venezuelanos


Foto: Caiado quer convocar ministros para explicar aproximação entre MST e paramilitares venezuelanos

Deputado também fez representação no Ministério Público Federal e convidou deputada venezuelana para ajudar nos esclarecimentos

O líder da oposição no Congresso Nacional, deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO), entrou com requerimentos de convocação aos ministros Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) e Laudemir André Müller (Desenvolvimento Agrário) exigindo explicações sobre um convênio assinado entre o governo venezuelano e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Os requerimentos foram protocolados nas comissões de Agricultura e Relações Exteriores nesta quinta-feira (30/10). 

Caiado também fez uma representação ao procurador regional da República da 1ª Região, Wellington Cabral Saraiva, pedindo investigação do Ministério Púbico Federal sob a alegação de que o MST é indiretamente financiado pelo governo federal através de ONGs e que a prática infinge artigos da Constituição que versam sobre os “valores sociais do trabalho e da livre iniciativa” e do "direito à propriedade socialmente funcional" . 

A visita ao Brasil do ministro do Poder Popular para as Comunas, Elías Jaua, foi marcada pela firmação de convênios entre o governo venezuelano e o MST. De acordo com a imprensa oficial do Governo Maduro, um grupo socialista-bolivariano está no país para "treinamento e desenvolvimento de comunidade" a unidades do movimento no Paraná e em São Paulo. Na Venezuela, Elías Jaua ainda acumula o cargo de vice-presidente para a sugestiva pasta do "Desenvolvimento do Socialismo Territorial".

"Foi assim que começou o treinamento de uma força paramilitar de repressão aos movimentos contrários a Chávez na Venezuela. Essa conversa de ajuda no campo esconde interesses muito mais sombrios e é uma afronta a nossa Constituição, uma invasão silenciosa", criticou Caiado. O democrata irá pedir a inversão de pauta para acelerar o processo de convocação.

MP e Cooperação
Ronaldo Caiado também convidou para a Comissão de Relações Exteriores a deputada venezuelana de oposição, Maria Corina, para ajudar a esclarecer como funciona a estratégia do Governo Maduro.

"Corina está sendo perseguida pela ditadura venezuelana e já veio aqui no Brasil nos alertar sobre esse risco. O seu depoimento vai ajudar a tornar claro as verdadeiras pretensões desse ministro em nosso território. É preciso acabar com essa diplomacia invertida onde nós estamos submissos a um governo apenas por ser ideologicamente alinhado ao PT", defendeu.
Ronaldo Caiado

Deputado também fez representação no Ministério Público Federal e convidou deputada venezuelana para ajudar nos esclarecimentos.

O líder da oposição no Congresso Nacional, deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO), entrou com requerimentos de convocação aos ministros Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) e Laudemir André Müller (Desenvolvimento Agrário) exigindo explicações sobre um convênio assinado entre o governo venezuelano e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Os requerimentos foram protocolados nas comissões de Agricultura e Relações Exteriores nesta quinta-feira (30/10).

Caiado também fez uma representação ao procurador regional da República da 1ª Região, Wellington Cabral Saraiva, pedindo investigação do Ministério Púbico Federal sob a alegação de que o MST é indiretamente financiado pelo governo federal através de ONGs e que a prática infinge artigos da Constituição que versam sobre os “valores sociais do trabalho e da livre iniciativa” e do “direito à propriedade socialmente funcional” .

A visita ao Brasil do ministro do Poder Popular para as Comunas, Elías Jaua, foi marcada pela firmação de convênios entre o governo venezuelano e o MST. De acordo com a imprensa oficial do Governo Maduro, um grupo socialista-bolivariano está no país para “treinamento e desenvolvimento de comunidade” a unidades do movimento no Paraná e em São Paulo. Na Venezuela, Elías Jaua ainda acumula o cargo de vice-presidente para a sugestiva pasta do “Desenvolvimento do Socialismo Territorial”.

“Foi assim que começou o treinamento de uma força paramilitar de repressão aos movimentos contrários a Chávez na Venezuela. Essa conversa de ajuda no campo esconde interesses muito mais sombrios e é uma afronta a nossa Constituição, uma invasão silenciosa”, criticou Caiado. O democrata irá pedir a inversão de pauta para acelerar o processo de convocação.

MP e Cooperação
Ronaldo Caiado também convidou para a Comissão de Relações Exteriores a deputada venezuelana de oposição, Maria Corina, para ajudar a esclarecer como funciona a estratégia do Governo Maduro.
“Corina está sendo perseguida pela ditadura venezuelana e já veio aqui no Brasil nos alertar sobre esse risco. O seu depoimento vai ajudar a tornar claro as verdadeiras pretensões desse ministro em nosso território. É preciso acabar com essa diplomacia invertida onde nós estamos submissos a um governo apenas por ser ideologicamente alinhado ao PT”, defendeu. Aqui

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PSDB pede auditoria de apuração dos votos no TSE


Blog
Coluna Esplanada - UOL

Quatro dias após o resultado oficial da eleição presidencial, na qual uma pequena diferença de votos – diante do contingente nacional – reconduziu a presidente Dilma (PT) ao segundo mandato, o PSDB decidiu pedir oficialmente uma investigação da apuração dos votos.
Em nota oficial, o partido informa acreditar na segurança da urna e no processo eleitoral, mas nas entrelinhas deixa claro que vê com desconfiança a lisura do processo de totalização dos votos das urnas.
Informa a nota: “Temos absoluta confiança de que o Tribunal Superior Eleitoral – TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral. Todavia, com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados''.
“Diante deste quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB decidiu apresentar ao TSE, no dia de hoje (30/10), um pedido de auditoria especial''.
Os tucanos querem uma comissão especial “formada por pessoas indicadas pelos partidos políticos, objetivando a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral, iniciando-se com a captação do sufrágio, até a final conclusão da totalização dos votos''.
Nesta quinta (30), duas faixas foram fixadas pela manhã na Praça dos Três Poderes, na frente do Palácio do Planalto, com as inscrições “Impeachment'' e “Fraude eleitoral'' ( veja aqui )

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Publicamos dias atrás o vídeo com denúncia GRAVÍSSIMA...ASSISTA!

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Posicione-se contra a expansão comunista bolivariano no Brasil promovido pela Administração de Dilma Rousseff

WE PETITION THE OBAMA ADMINISTRATION TO:

Position yourself against the Bolivarian communist expansion in Brazil promoted by the administration of Dilma Rousseff

On 10/26, Dilma Rousseff was reelected, and will continue his party's plan to establish a communist regime in Brazil - the Bolivarian molds propounded by the Foro de São Paulo. We know that in the eyes of the international community, the election was fully democratic, but the ballot boxes used are not reliable, apart from the fact the heads of the judiciary, are mostly members of the winning party. Social policies also influenced the choice of the president, and people were threatened with losing their food allowance if they do not re-elect Dilma. We call a White House position in relation to communist expansion in Latin America. Brazil does not want and will not be a new Venezuela, and the USA that need help the promoters of democracy and freedom in Brazil.
Created: Oct 28, 2014

Tradução: Posicione-se contra a expansão comunista bolivariano no Brasil promovido pela Administração de Dilma Rousseff
Em 10/26, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará o plano de seu partido para estabelecer um regime comunista no Brasil - nos moldes bolivarianos propostos pelo Foro de São Paulo. Sabemos que, aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi plenamente democrática, mas as urnas utilizadas não são de confiança, além do fato de os chefes do Poder Judiciário, são na sua maioria membros do partido vencedor. As políticas sociais também influenciaram a escolha da presidente, e as pessoas foram ameaçadas de perder o seu subsídio de alimentação se não reelegessem Dilma. Chamamos uma posição da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não vai ser uma nova Venezuela, e os EUA, que precisam de ajuda dos promotores da democracia e da liberdade no Brasil.

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