O vídeo de 53 segundos agrupa trechos de apresentações musicais estreladas por celebridades do PT. Confira o desempenho dos artistas. E imagine o que aconteceria a uma escola de samba que, para homenagear os 10 anos de governo Lula-Dilma, convidasse o elenco para compor a comissão de frente no desfile da Sapucaí.
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/historia-em-imagens/pt-o-musical/
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Lula e a falta de ética
Sob o comando de Lula, o PT antecipou o início da campanha presidencial, cuja eleição se realiza daqui a 17 meses, de modo que tudo o que as lideranças do partido e do governo fazem e dizem deve ser considerado de uma perspectiva predominantemente eleitoral. E desse ponto de vista ganham importância as mais recentes declarações do chefe do PT que, do alto de seu irreprimível sentimento de onipotência, anda sendo acometido por surpreendentes surtos de franqueza. No lançamento de um livro hagiográfico dos 10 anos de governo petista, Lula garantiu que não existe político "irretocável do ponto de vista do comportamento moral e ético". "Não existe", reiterou. Vale como confissão.
Lula está errado. O que ele afirma serve mesmo é para comprovar os seus próprios defeitos. Seus oito anos na chefia do governo foram de uma dedicação exemplar à tarefa de mediocrizar o exercício da política, transformando-a, como nunca antes na história deste país, em nome de um equivocado conceito de governabilidade, num balcão de negócios cuja expressão máxima foi o episódio do mensalão.
É claro que Lula e o PT não inventaram o toma lá dá cá, a corrupção ativa e passiva, o peculato, a formação de quadrilha na vida pública. Apenas banalizaram a prática desses "malfeitos", sob o pretexto de criar condições para o desenvolvimento de um programa "popular" de combate às injustiças e à desigualdade social. Durante oito anos, Lula não conseguiu enxergar criminosos em seu governo. Via, no máximo, "aloprados", cujas cabeças nunca deixou de afagar. O nível de sua tolerância com os "malfeitos" refletiu-se no trabalho que Dilma Rousseff teve, no primeiro ano de seu mandato, para fazer uma "faxina" nos altos escalões do governo.
O que Lula pretende com suas destrambelhadas declarações sobre moral e ética na política é rebaixar a seu nível as relativamente pouco numerosas, mas sem dúvida alguma existentes, figuras combativas de políticos brasileiros que se esforçam - nos partidos, nos três níveis de governo, no Parlamento - para manter padrões de retidão e honestidade na política e na administração pública.
O verdadeiro espírito público não admite mistificação, manipulação, malversação. Ser tolerante com práticas imorais e antiéticas na vida pública pode até estigmatizar como réprobos aqueles que se recusam a se tornar autores ou cúmplices de atos que a consciência cívica da sociedade - e as leis - condenam. Mas não há índice de popularidade, por mais alto que seja, capaz de absolver indefinidamente os espertalhões bons de bico que exploram a miséria humana em benefício próprio. Aquela tolerância, afinal, caracteriza uma ofensa inominável não só aos políticos de genuíno espírito público que o País ainda pode se orgulhar de possuir, como à imensa maioria dos brasileiros que na sua vida diária mantêm inatacável padrão de honradez e dignidade.
Não é à toa que as manifestações públicas de Luiz Inácio Lula da Silva, além das manifestações de crescente megalomania, reservam sempre um bom espaço para o ataque aos "inimigos". A imagem de Lula, o benfeitor da Pátria, necessita sobressair-se no permanente confronto com antagonistas. Na política externa, são os Estados Unidos. Aqui dentro, multiplicam-se, sempre sob a qualificação depreciativa de "direita". Mas o alvo predileto é a mídia "monopolista" e "golpista" que se recusa a endossar tudo o que emana do lulopetismo.
Uma das últimas pérolas do repertório lulista é antológica: "Acho que determinados setores da comunicação estão exilados dentro do Brasil. Eles não estão compreendendo o que está acontecendo". Essa obsessão no ataque à imprensa, que frequentemente se materializa na tentativa de impor o "controle social" da mídia no melhor estilo "bolivariano" - intenção a qual a presidente Dilma, faça-se justiça, tem se mantido firmemente refratária -, só não explica como, tendo a conspirar contra si todo o aparato de comunicação do País, o lulopetismo logrou vencer três eleições presidenciais consecutivas. O fato é que Lula e seus seguidores não se contentam com menos do que a unanimidade.
Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/17/2013 12:23:00 PM 2 comentários
O vídeo revela por que Marilena Chauí, a musa do PT, odeia a classe média
“Eu odeio a classe média”, diz Marilena Chauí no início do vídeo que registra a confissão feita durante um debate sobre os 10 anos de governo lulopetista. “A classe média é o atraso de vida”, desanda a filósofa que dá aulas na USP. “A classe média é estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. “A classe média é uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante”. A frase conduz a três hipóteses: 1) Marilena ficou miserável; 2) Marilena ficou bilionária; 3) Marilena se odeia.
A musa do PT vive repetindo que, “quando Lula fala, o mundo se ilumina”. A coluna não se cansa de corrigir: sempre que o chefe agarra um microfone, os plurais saem em desabalada carreira, a gramática se refugia na embaixada portuguesa, a regência verbal se esconde no sótão de um casarão abandonado, o raciocínio lógico providencia um copo de estricnina (sem gelo) e os dicionários se apavoram com a iminência de outra selvagem sessão de tortura.
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Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/16/2013 09:23:00 PM 13 comentários
CFM vai entrar com representação contra 'importação' de médicos: Entidade que representa a classe quer que estrangeiros validem diplomas. Governo planeja trazer profissionais de Cuba, Espanha e Portugal
O Conselho
Federal de Medicina (CFM) afirmou nesta quinta-feira (16) que vai entrar com
representação na Procuradoria Geral da República contra os ministros da Saúde,Alexandre Padilha, da
Educação, Aloizio Mercadante, e das
Relações Exteriores,Antônio Patriota, por terem
anunciado que vão trazer médicos do exterior para trabalhar no Brasil.
A entidade
médica promete entrar com a medida judicial “até o final da tarde” para que a
procuradoria faça uma solicitação de esclarecimento aos três ministros, sobre a
proposta de trazer médicos estrangeiros sem a revalidação do diploma.
No último
dia 6, Patriota anunciou um plano para receber 6
mil médicos de Cuba para
auxiliar no atendimento básico em regiões onde a assistência à saúde é
deficiente. Já Padilha afirmou que a prioridade do Ministério da Saúde é contratar profissionais
no Portugal e na Espanha.
Desde o
primeiro anúncio dos planos, o CFM se posicionou
contrário à medida. Para a entidade que representa
os médicos, a iniciativa é "inconstitucional" e
"eleitoreira".
Nesta
quinta-feira, o presidente do CFM, Roberto D’Avila, voltou a afirmar que a
preocupação dos médicos é apenas com a qualidade dos serviços prestados.
"Para o povo, querem dar uma medicina de baixa qualidade", afirmou.
“Não é
corporativismo e nem reserva de mercado, muito menos xenofobia. O que nós
estamos defendendo é a revalidação do diploma. É assim que os países sérios
fazem”, completou o mandatário.
Para que um
médico formado no exterior – mesmo que seja brasileiro – possa exercer a
profissão, precisa ser aprovado Revalida, um exame exigido para validar os
diplomas concedidos por instituições de outros países. Segundo o CFM, em 2012,
apenas 77 dos 884 médicos que prestaram a prova foram aprovados.
Além dos
ministros e deputados ligados ao governo, representantes da Frente Nacional dos
Prefeitos também apoiaram a iniciativa, alegando que a falta de médicos é, sim,
um problema recorrente no interior do Brasil.
“É uma falácia,
uma mentira, dizer que faltam médicos no Brasil. Nós poderíamos ter seis
médicos por mil habitantes, como em Cuba. O problema é a distribuição
demográfica dos médicos”, rebateu Roberto D’Avila.
Um levantamento publicado
pelo próprio CFM em fevereiro
mostrou que o número de médicos disponíveis por paciente no Sudeste, onde há
mais profissionais, é mais que o dobro do Norte, onde há menos. O mesmo estudo
mostrou que, em médica, o país tem dois médicos para cada mil habitantes.
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Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/16/2013 03:30:00 PM 0 comentários
Rosemary Noronha será acusada de tráfico de influência
MARIO CESAR CARVALHO
Folha de São Paulo
O
Ministério Público Federal acredita já ter elementos suficientes para acusar
Rosemary Noronha, ex-chefe no escritório da Presidência em São Paulo e amiga
íntima do ex-presidente Lula, de tráfico de influência, segundo a Folha
apurou.
Tráfico
de influência é quando funcionário público solicita ou obtém alguma vantagem
para si.
Ela
deve ser alvo de uma ação de improbidade por ter usado o posto para ajudar o
ex-senador Gilberto Miranda a obter licenças para usar duas ilhas no litoral
paulista, de acordo com a Operação Porto Seguro.
A ajuda
de Rose foi recompensada com um cruzeiro (R$ 2.500), uma Mitsubishi Pajero TR4
(R$ 55 mil), uma cirurgia no ouvido (R$ 7.500) e móveis para a filha (R$ 5
mil).
Essa
ação, na área cível, deve ser acompanhada de um pedido de bloqueio de bens. O
bloqueio visa ressarcir os eventuais prejuízos que a ajuda possa ter causado à
União.
Na
Justiça criminal, Rose já é ré. Ela responde a um processo por formação de
quadrilha, enriquecimento ilícito e tráfico de influência. Aqui
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Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/16/2013 01:34:00 PM 3 comentários
Restringir a Inimputabilidade Penal - O Clamor das Ruas
Maioridade Penal
Por Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Eng Agronomo
Eng Agronomo
A Lei perdeu seu objetivo de proteger o cidadão para garantir o direito do bandido. Defender o bandido se tornou a única prioridade neste país. Congressistas ignoram o clamor das ruas e o cidadão se protege como pode atrás de grades e muros, veículos blindados e câmeras de segurança. Hoje, quem está preso é quem trabalha, paga impostos e respeita as leis.
O estado vem sendo omisso e negligente suas mais básicas obrigações, muitas delas prescritas em artigos da CF88:
O estado vem sendo omisso e negligente suas mais básicas obrigações, muitas delas prescritas em artigos da CF88:
Art. 5: Igualdade perante a Lei
Art. 6: Direitos sociais:
À Segurança, dentre outros, estas sim, clausulas PÉTREAS.
Aqueles que podem decidir, parecem não desejar mudar o rumo das coisas. Propostas de redução da maioridade penal são anuladas ou engavetadas, o próprio ministro da justiça se posiciona contra, vendo clausula pétrea onde não existe.
Aqueles que podem decidir, parecem não desejar mudar o rumo das coisas. Propostas de redução da maioridade penal são anuladas ou engavetadas, o próprio ministro da justiça se posiciona contra, vendo clausula pétrea onde não existe.
Está claro que nosso sistema jurídico de tão complexo criou as condições para chicanas jurídicas e protelações absurdas que resultam na mais absoluta impunidade tanto para o maior quanto para o menor infrator. E se o nosso sistema prisional é preferível a morte, é responsabilidade das autoridades competentes e o cidadão não tem que ser penalizado por isso.
Policia prende, Juiz solta. Ou é obrigado a soltar. Policiais são assassinados na porta de casa, e o assassino quando preso e condenado, recebe uma bolsa reclusão maior que se estive livre trabalhando. Defendemos que se estabeleça pena mínima a ser cumprida obrigatoriamente para cada crime tipificado.
O que resta ao cidadão?
Deste quadro dantesco, escolhemos clamar por mudanças na MAIORIDADE PENAL.
A fonte do mal está no Art. 228 da CF88, que em sua redação cria todas as condições para a impunidade ao prescrever de forma inconsequente, a INIMPUTABILIDADE ABSOLUTA.
Perda de tempo tentar mudar o ECA, ou criar novas leis. Abaixo assinados, petições públicas serão sumariamente ignoradas, como foram no caso do Renan. Logo, menos que se apresente melhor solução,
Estamos coletando assinaturas no sentido de mudar a redação do artigo 228 da CF 88 restringir a inimputabilidade penal e cortar o mal da impunidade pela raiz.
Escolhemos a forma que é prescrita para propostas de lei ordinária mediante iniciativa popular, Art. 14, III, CF88; embora a Lei 9709/98 Art. 13 não vede a apresentação de PEC, consideramos a possibilidade de contestação quanto a forma, e que eventualmente esta iniciativa tenha efeito apenas de Abaixo Assinado. Esperamos que alguém no Congresso se sensibilize perante o clamor das ruas, e com isso apresente e promova esta Proposta de Emenda Constitucional. Façamos a nossa parte.
Queremos que o congresso desperte de sua ilha de fantasias para a realidade de violência e impunidade em que vivemos. Hoje, recolher assinaturas em prol desta mudança é a única forma para que o Congresso autista tome conhecimento do clamor popular, e a alternativa a isso são mais muros, mais grades, mais câmeras de segurança, viver eternamente com medo e pagando pelo livre ir e vir de delinquentes.
A Proposta:
De: (como é hoje)
Art. 228. São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às normas da legislação especial.
Para:
Art.228 O menor de dezoito anos será penalmente responsabilizado, julgado, e em caso de condenação, cumprirá pena compatível com a gravidade do crime, em estabelecimento diferenciado enquanto menor, e a inimputabilidade penal será concedida apenas nos casos de crime de menor gravidade.
Apoiar é simples:
Imprima modelo padrão. Colete tantas assinaturas quando queira e possa. Mande para o endereço indicado. Divulgue.. Escreva para jornais e revistas. Escreva para o Parlamentar que você conhece. Senador, Deputado, Vereador. Escreva para o Judiciário e o Executivo.
Fale com os amigos, familiares. O Brasil agradece.
Link para o formulário padrão da Câmara dos Deputados:
http://www2.camara.leg.br/participe/sua-proposta-pode-virar-lei/formulario_assinaturas
(em breve, o formulário específico pronto e disponível nesta página)
Não dá mais para esperar pelas autoridades, o que pode vir a seguir é algo como uma Primavera Árabe, de desobediência civil, que sabemos como começa e não se sabe como termina. Não queremos isso em nosso país.
http://iniciativamaioridadepenal.blogspot.com.br/
Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/16/2013 01:19:00 PM 0 comentários
Você sabia, leitor, que um homem liga a guerra dos índios contra as propriedades rurais à tentativa de promover uma carnificina no Pinheirinho? Seu nome é Paulo Maldos, homem de confiança de Gilberto Carvalho
Vejam esse homem
Seu nome é Paulo Maldos. Ele segura uma bala de borracha. Um desses especialistas em “criminal minds”, que se dedicam a interpretar esgares faciais, não teria dificuldade em ver ali a expressão da satisfação, do gozo cínico, do cálculo. Quem é esse? Já chego lá.
Os proprietários rurais podem se preparar para uma longa jornada. Estão lidando com profissionais do conflito. Estão lidando com pessoas treinadas para promover o confronto e que não, não têm limites. Em nome da causa, são capazes de tudo. De quem estou falando? De muita gente, mas especialmente de Maldos, aquele lá da foto, secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ou por outra: ele é o braço-direito de Gilberto Carvalho, o espião de Lula no governo Dilma. Foi Carvalho quem indicou Marta Maria do Amaral Azevedo para a presidência da Funai. E quem é Marta Maria? Ex-mulher de… Paulo Maldos! Como vocês podem notar, trata-se de uma verdadeira… tribo!!! Não por acaso, há dois dias, quando circularam boatos de que Dilma estaria insatisfeita com o trabalho da Funai, foi Carvalho quem garantiu que Marta continua no cargo. Carvalho é o cacique. Maldos é o pajé. Marta é o instrumento. Maldos manda na Funai mais do que Dilma. Sim, caros, eu já vou falar sobre o Pinheirinho.
Na condição de “secretário nacional de Articulação Social”, cabe a Maldos, apelando àquela estranha linguagem que se fala por lá, “conversar” com os movimentos sociais. Essa “conversa” assume um sentido muito particular: na prática, o governo organiza e financia os ditos movimentos sociais, inclusive o dos índios. Maldos foi, por exemplo, o coordenador-geral do grupo de trabalho criado pelo governo federal para promover a desocupação de uma região chamada Marãiwatséde, em Mato Grosso.
Vamos ver como Maldos trabalha. Nessa área, havia uma fazenda chamada Suiá-Missú, que abrigava, atenção, um povoado chamado Posto da Mata, distrito de São Félix do Araguaia. Moravam lá 4 mil pessoas. O POVOADO FOI DESTRUÍDO. Nada ficou de pé, exceto uma igreja — o “católico” Gilberto Carvalho é um homem respeitoso… Nem mesmo deixaram, então, as benfeitorias para os xavantes, que já são índios aculturados. Uma escola que atendia a 600 crianças também foi demolida. Quem se encarregou da destruição? A Força Nacional de Segurança. Carvalho e Maldos foram, depois, para a região para comemorar o feito. Republico este vídeo que mostra o que restou daquela comunidade.
Maldos tem dito a interlocutores que não descansa enquanto 25% do território brasileiro não forem destinados a reservas indígenas. Tem dito também que a violência dos índios é compreensível porque isso é uma espécie de direito à rebelião. De novo: o Brasil já destina hoje aos pouco mais de 500 mil índios que moram em reservas (de um total de pouco mais de 800 mil) uma área correspondente a 26,6 Holandas, 11 Portugais ou duas Franças. Maldos quer 40 Holandas, 17 Portugais e 3,1 Franças para… 500 mil índios. Agora o Pinheirinho..
Pinheirinho
Paulo Maldos não é um qualquer. Trata-se, reitero, de um profissional do conflito — e não da resolução de conflitos. Vocês devem se lembrar da desocupação do Pinheirinho, no interior de São Paulo. A Justiça determinou — e não cabia contestação à ordem — a desocupação de uma propriedade. Carvalho e Maldos acompanhavam tudo de perto. A Polícia Militar não podia mandar a Justiça às favas. Tinha de cumprir a ordem. O governo federal poderia ter resolvido tudo com uma assinatura: bastava desapropriar o terreno. Não o fez. Ficou esperando o conflito. Esperando? Não! Fez um pouco mais do que isso.
Paulo Maldos não é um qualquer. Trata-se, reitero, de um profissional do conflito — e não da resolução de conflitos. Vocês devem se lembrar da desocupação do Pinheirinho, no interior de São Paulo. A Justiça determinou — e não cabia contestação à ordem — a desocupação de uma propriedade. Carvalho e Maldos acompanhavam tudo de perto. A Polícia Militar não podia mandar a Justiça às favas. Tinha de cumprir a ordem. O governo federal poderia ter resolvido tudo com uma assinatura: bastava desapropriar o terreno. Não o fez. Ficou esperando o conflito. Esperando? Não! Fez um pouco mais do que isso.
No dia da desocupação, adivinhem quem estava lá, ajudando a organizar a “resistência” dos invasores? Acertou quem chutou “Paulo Maldos”. Depois ele veio a público, com grande estardalhaço, anunciar que tinha sido atingido por uma bala de borracha. ATENÇÃO: ELE SE NEGOU A FAZER EXAME DE CORPO DELITO. Saiu a exibir uma bala de borracha por aí, dizendo ter sido atingido por um artefato daquele e posando de herói.
Sim, uma tragédia poderia ter acontecido. Não aconteceu. Forças do oficialismo chegaram a denunciar ao mundo a existência de mortos e desaparecidos. Era tudo mentira.
Volto à foto lá do alto. No dia 30 de janeiro de 2012, escrevi um post a respeito. Reproduzo em azul. Vale a pena ler. Volto depois.
*
Foi publicada na edição de sábado do Estado. Este que aparece aí é Paulo Maldos, assessor do ministro Gilberto Carvalho. Isso que ele tem na mão, que exibe por aí como um troféu nas mais variadas circunstâncias (vocês verão), é uma bala de borracha que, segundo ele, o atingiu durante a reintegração de posse do Pinheirinho.
*
Foi publicada na edição de sábado do Estado. Este que aparece aí é Paulo Maldos, assessor do ministro Gilberto Carvalho. Isso que ele tem na mão, que exibe por aí como um troféu nas mais variadas circunstâncias (vocês verão), é uma bala de borracha que, segundo ele, o atingiu durante a reintegração de posse do Pinheirinho.
A imagem NUNCA DIZ MAIS DO QUE MIL PALAVRAS. A imagem pode sintetizar milhões delas, que, ainda assim, precisam ser ditas e escritas para que tenhamos ainda mais clareza do objeto tratado.
Olhem a cara de Maldos.
Insatisfação?
Indignação?
Dor?
Fúria?
Rancor?
Revolta?
Não!
O nome do que se vê acima é prazer!
Insatisfação?
Indignação?
Dor?
Fúria?
Rancor?
Revolta?
Não!
O nome do que se vê acima é prazer!
Se, agora, fosse o caso de evocar Freud, teria de visitar os meandros do masoquismo — o homem que se afeiçoa ao instrumento que o machuca. Mas é bom deixar o doutor de lado. Isso está mais para Marx — um Marx mixuruca, mas está. Aquele rosto que se vê ali é de vitória. Voltem lá. O que fazem aqueles olhos voltados sabe-se lá para onde? Ele posa para o fotógrafo, mas mira uma outra coisa. Nota à margem: também ele exibe aquela aliança ou anel preto, que vejo nas mãos de muitos “progressistas”. O que significa? Não tenho a menor idéia. Vai ver esquerdistas nascem com predisposição para anéis pretos… Se alguém tiver alguma explicação melhor…
Já que ninguém perguntou, então pergunto eu: o que fazia Maldos em plena madrugada de domingo, lá no Pinheirinho? “Ah, estava lá para proteger a população”, poderiam responder o militante e o ingênuo. Mas proteger do quê? “Ora, Reinaldo, da reintegração de posse!” Ah, havia a decisão da reintegração, certo?, de cumprimento obrigatório pela Polícia Militar? Então Carvalho e Maldos sabiam que ela iria acontecer, como sabiam os tais “líderes” do Pinheirinho, mas engabelaram os moradores, mantendo-os na ignorância.
Eis aí. Parece que o objetivo era mesmo usar o lombo dos pobres em benefício de uma causa política.
Ora, todo mundo sabe que uma operação de ocupação envolvendo três mil pessoas (nem 9 mil nem 6 mil) tende mesmo a ser conflituosa, especialmente quando há a disposição para reagir à ação da polícia. Ainda assim, não houve o esperado “massacre”.
Pergunto: o que distingue, nesse caso, o trabalho de Maldos do de um agitador qualquer? Em que ele se diferencia de um agente infiltrado, disposto a investir no quanto pior, melhor? Carvalho falta com a verdade de modo absoluto ao afirmar que estavam em curso “negociações”. Não estavam mais! Isso a juíza já deixou claro de modo insofismável. Elas já haviam sido encerradas. Também estava definida a incompetência da Justiça Federal para cuidar do caso.
Os moradores do Pinheirinho, em suma, estavam à mercê de oportunistas, que se prepararam para o banho de sangue que não houve. E a operação “de resistência”, àquela altura, estava sendo coordenada, como se vê, pelo gabinete de Gilberto Carvalho, assim como o de Maria do Rosário comandou a tentativa de sabotagem à retomada da área em que ficava a cracolândia — essa operação apoiada por 82% dos paulistanos.
Este Maldos ser apresentado como uma vítima ou herói do Pinheirinho é evidência da degradação intelectual de consideráveis setores do jornalismo. E não que ele tente disfarçar, não é mesmo? Ele posou (Emir Sader escreveria “pousou”) para outras fotos. Numa delas, não resiste e ri a pregas soltas, como se diria em português castiço, sempre com a estrovenga na mão.
Encerro
Os proprietários rurais estão sendo vítimas do trabalho organizado de agitadores profissionais que hoje estão aboletados no estado. Vejam lá o que fez o governo federal em Posto da Mata, em são Félix do Araguaia. Esse será o destino de centenas de propriedades rurais e vilarejos se os celerados não forem contidos.
Os proprietários rurais estão sendo vítimas do trabalho organizado de agitadores profissionais que hoje estão aboletados no estado. Vejam lá o que fez o governo federal em Posto da Mata, em são Félix do Araguaia. Esse será o destino de centenas de propriedades rurais e vilarejos se os celerados não forem contidos.
Um dia a presidente Dilma será lembrada pela história como aquela em cujo governo uma vila de 4 mil habitantes, tamanho, quero crer, de centenas (quem sabe, mais de milhar) de cidades brasileiras, foi destruída por ordem do estado brasileiro.
Dito de outro modo: o governo que se orgulha de distribuir casas no Programa Minha Casa Minha Vida destrói a moradia daqueles que conseguiram prover seu próprio sustento e erguer seu próprio teto sem ajuda oficial.
O modelo exige um povo grato, sorridente, humilde, de joelhos. Se estiver de pé, o governo chega para humilhá-lo com a marreta e o trator. Ao volante, Gilberto Carvalho e Paulo Maldos.
Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 5/15/2013 11:17:00 PM 3 comentários
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