Imprensa quer escolher o presidente.


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É impressionante o movimento existente na imprensa para que o próximo presidente da República continue sendo de esquerda. A cada debate, transformam Aécio Neves (PSDB), o candidato mais completo, no perdedor, apesar da sua participação mais articulada e mais propositiva. Ontem, no debate do SBT, os jornalistas que fizeram as perguntas as dirigiram para que tudo girasse em torno de Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). Obviamente que, desta forma, quem teve maior participação foram as duas, inclusive porque era óbvio que perguntariam uma para a outra, já que estão empatadas nas pesquisas e que os jornalistas conduziram tudo para isso. Não há isenção no julgamento das participações. Não há jornalismo, há torcida. Hoje a Folha de São Paulo praticamente comemora, em editorial, a "polarização" entre as duas candidatas. O eleitor que fique de olhos bem abertos. Estão querendo votar por ele.

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TCU apontou irregularidades em doação de madeira feita pelo Ibama na gestão da ministra Marina Silva. Aldo Rebelo lembrou do caso nesta semana por conta da disputa com ex-senadora em torno do novo Código Florestal

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Raspam o nosso Brasil e ninguém é preso, mas Josias Francisco Dos Anjos não teve a mesma sorte ao raspar uma casca de árvore. Leia aqui

BRASIL DA PATIFARIA, PIOR DU KI TA NUM FIKAAAA..KKKK

http://leandromedeirosantos.blogspot.com.br/2012/07/raspam-o-nosso-brasil-e-ninguem-e-preso.html

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/tcu-apontou-irregularidades-em-doacao-de-madeira-feita-pelo-ibama-na-gestao-marina-silva
O clima tenso na tentativa de votação do Código Florestal trouxe à tona um caso ainda mal-explicado envolvendo Fábio Vaz de Lima, o marido de Marina Silva. Irritado com uma crítica da ex-senadora, o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) sacou uma acusação contra Marina - e que pesa também sobre ele mesmo. Em 2004, quando era ministro da Articulação Política, ele teria operado, a pedido da então ministra do Meio Ambiente, para derrubar no Congresso um requerimento de convocação de Lima para depoimento. O marido de Marina Silva era acusado de envolvimento na doação de madeira clandestina apreendida na Amazônia a uma organização não-governamental.
A madeira apreendida, 6.000 toras de mogno, compunha uma carga milionária. O  Ibama repassou o material à Organização Não-Governamental Fase – que, por sua vez, entregou o material nas mãos de uma madeireira, a Cikel. Descontados os custos do processo, a companhia pagou 3,5 milhões de reais à Fase para ficar com o material. Sua contabilidade atribuiu ao mogno o valor de 8 milhões de reais. 


A ligação de Fábio Vaz de Lima com o caso foi aventada porque ele era casado com a então ministra Marina Silva e havia sido o nome mais influente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), uma entidade que congrega dezenas de ONGs e tem na Fase um de seus principais integrantes. Fábio teria influenciado a decisão do Ibama, um órgão controlado pelo Ministério do Meio Ambiente. 

O Tribunal de Contas da União analisou o caso e apontou irregularidades na transferência da madeira. A escolha do destinatário do material não foi justificada. O valor real das toras de mogno seria de 36 milhões, e não de 8 milhões, como apontado na prestação de contas da madeireira que adquiriu a carga. A análise também relata que um grupamento do Exército solicitou parte da madeira para usá-la em instalações militares, mas não foi atendido. Continue a leitura aqui..

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Uma seringueira em área de lavoura




O eleitor comum é um sujeito com o coração no lugar do cérebro e o cérebro dividido entre a geladeira e o contracheque. Foi assim que elegeu Lula duas vezes e colocou uma tartaruga no poste em 2010.
No entanto, tem razão Bob Marley: “You may not be her first, her last, or her only. She loved before, she may love again”. Ocorre o mesmo com o amor de eleitor. E o coração do eleitor brasileiro pulsou fortemente quando a queda de um avião sem dono, sem caixa-preta e sem motivo para cair, entregou uma candidatura presidencial à acreana Marina Silva. A esguia senhora, que parece saída de uma foto de Sebastião Salgado, entrou em espiral ascendente. O coração do eleitor faz coisas assim. E depois? Ora, quanto ao depois, especulemos.
A coligação agora formada em torno de Marina Silva envolve os seguintes partidos: PSB, PPS, PRP, PHS, PPL e PSL. Os três últimos não têm um único deputado federal ou senador. São legendas e quase nada mais. Os três primeiros, têm, respectivamente, 24, 6, e 2 deputados, correspondendo a apenas 6% do plenário da Câmara dos Deputados. O PSB tem 4 senadores. Mesmo supondo que a condição privilegiada da candidata socialista no momento do pleito de 5 de outubro conceda um upgrade às suas nominatas de candidatos proporcionais, é muito improvável que tenha peso significativo no Congresso a base parlamentar natural de um eventual governo do PSB. Será mesmo do PSB ou será da Rede? Marina estaria como uma seringueira solitária em área de lavoura. Onde iria buscar os outros 250 deputados e os 50 senadores que lhe faltarão para compor maioria? Como aprovaria ela as medidas que serão necessárias na crise que já se instalou no país e que se agravará no ano que vem?
Marina fala numa tal Nova Política, que incluiria o fim do instituto da reeleição e o emprego de mobilização popular para exercer pressão sobre o Congresso Nacional onde ela, como se depreende do exposto acima, teria sólida minoria. Marina contaria, então, com o apoio do povo. Por quanto tempo, Bob Marley? Até o primeiro arrufo entre namorados?
Se ela tiver fé religiosa no elevado espírito público dos senhores congressistas, um eventual governo seu terá curto prazo de validade, como demonstra a experiência histórica. No entanto, ela já deve ter consciência disso, e a questão se resume em saber quem correria primeiro – se ela para o PMDB ou o PMDB para ela. Certo, porém, é que o PMDB e seus abnegados congressistas estariam no governo. E quem mais? Tudo indica que dona Marina não nutre qualquer simpatia pelo PSDB, o que levaria esse partido para mais um quadriênio de elegante retórica oposicionista. Tampouco parece razoável, no plano das suposições, que o PSB venha a formar governo com o PT no momento em que tiver na mão as ostras e o canivete para sucedê-lo como protagonista principal da cena política nacional. Quem resta, então, para servir de coadjutor a um projeto governista de dona Marina na legislatura de 2015 a 2019? Virtudes cívicas e força política não costumam piar juntas na atual ninhada de siglas partidárias do país.
Continuo convencido de que o movimento das peças no jogo do poder é para profissionais. Quando o eleitorado, como agora, começa a desenhar estratégias, votos mudam incontrolavelmente de lado. O PT acelerou o caminho para a recessão tentando fugir da recessão. E a crise em que lançou o país acelera esses movimentos espontâneos da opinião pública em busca de novos amores, “eternos enquanto duram”.
(*) Percival Puggina é arquiteto, empresário, escritor, titular do site c, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de “Crônicas contra o totalitarismo”; “Cuba, a Tragédia da Utopia” e “Pombas e Gaviões”. Integrante do grupo Pensar+ e membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

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Merkel defende envio de armas ao Iraque para combater o Estado Islâmico

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Fonte:  agências internacionais

Paiol reforçado – Primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel invocou os interesses de segurança de seu país ao justificar a decisão de envio armas para os combatentes curdos no Iraque. Em declaração governamental apresentada no Bundestag (câmara baixa do Parlamento), nesta segunda-feira (01), Merkel defendeu a necessidade de conter a milícia terrorista “Estado Islâmico” (EI).
“Quando terroristas subjugam um território, a fim criar um refúgio para si e para seus fanáticos, aí o perigo cresce também para nós”, declarou Merkel, para quem isso poderá resultar na desestabilização de todo o Oriente Médio pelo EI, com possíveis efeitos para a Alemanha e a Europa.
Angela Merkel acusou os fundamentalistas islâmicos do EI de cometerem “atrocidades inconcebíveis” nas últimas semanas. Ela lembrou que, de acordo com dados dos serviços secretos, cerca de 400 milicianos do “Estado Islâmico” possuem passaporte alemão.
“O terror do EI não pode nos deixar impassíveis, por vários motivos”, disse. Segundo a chanceler, é necessário impedir sua expansão e novos genocídios na região.
Ajuda humanitária, apesar de armas
No último sábado (30), o governo alemão anunciou que fornecerá armas no valor de 70 milhões de euros aos combatentes peshmerga no norte do Iraque. O fornecimento inclui 500 mísseis antitanque, 16 mil fuzis e 10 mil granadas de mão, e deverá ocorrer ainda neste mês.
Além disso, soldados curdos serão treinados, na base militar de Hammelburg, para usar os sistemas de armas. Por outro lado, Berlim descarta categoricamente o envio de tropas de combate. Paralelamente, as verbas para ajuda humanitária à região foram elevadas para 50 milhões de euros.
“Há a ameaça de uma catástrofe humanitária”, advertiu Merkel no Bundestag, acrescentando que, apesar do apoio armamentista, para Berlim, a assistência humanitária continua em primeiro plano.
De acordo com a premiê, seu governo se viu entre duas alternativas: evitar os riscos, aceitando o alastramento do terrorismo, ou aplacar o sofrimento imenso dos iraquianos. Ela também não exclui que refugiados da região sejam acolhidos na Alemanha.
Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas estão em fuga dos fundamentalistas do EI no norte iraquiano. Sua violência se dirige em especial contra a comunidade etnorreligiosa curda dos yazidis, mas também contra cristãos e outras minorias. O “Estado Islâmico” é combatido tanto pelas tropas peshmerga quanto pelo Exército do Iraque.

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Programa de Aécio mostra o que ele tem de melhor a oferecer ao país: ele mesmo. REPASSEM!



Não há dúvida alguma que Aécio Neves é o melhor candidato à presidência que o Brasil já teve nos últimos 12 anos. Jovem, inteligente, articulado politicamente, bem sucedido nas suas gestões tanto no Parlamento quanto no Executivo. Um ótimo gestor de um estado metade Nordeste, metade Sudeste, muito diferente de São Paulo, por exemplo, o mais equilibrado e mais rico da nação. Minas, sem dúvida, é a melhor síntese do Brasil.

Nunca na história deste país um candidato havia morrido tragicamente quando a campanha estava começando. E que tivesse um vice mais conhecido e mais popular do que ele. Tivemos na história o caso de Tancredo Neves, casualmente o avô de Aécio, que morreu antes de tomar posse, cedendo lugar para José Sarney. O maranhense, como se sabe, fez um dos piores governos da República, levando a inflação para mais de 80% ao mês.

É o risco que corremos agora. Sem apoio político, sem experiência, cercada por meia dúzia de fanáticos ambientalistas, Marina Silva pode ser uma nova Sarney. Uma Sarney de xale. A ex-ministra petista, se eleita, vai receber um país com inflação em alta, em plena recessão técnica, com juros elevados e os fundamentos econômicos abalados pelas gestões do PT. Terá condições para governar e cumprir promessas pouco claras ou apelará para o populismo barato que caracteriza o seu discurso?

Ontem o programa de Aécio Neves fez este alerta, que deverá ser repetido à exaustão nos próximos 40 dias. Alguns dizem que o tucano deveria bater em Marina Silva. Seria a primeira vez, depois de Fernando Collor, que um candidato que bate, ataca, agride, sairia vencedor numa eleição presidencial. Uma coisa é um Collor batendo em Lula, um sindicalista que incitava greves e ameaçava o capitalismo, a propriedade privada e a democracia. Outra é bater na viúva Marina, frágil, doente, feia e com, discurso de pastora da Igreja Evangélica dos Últimos Dias do Mundo. E não esquecer que Collor bateu em Lula, mas seu grande mote foi defender os descamisados (hoje eleitorado do PT) e acabar com os marajás (muito mais identificados com o PSDB do que com o PSB).

Também é bom lembrar que para impedir a vitória de Lula, o PSDB de José Serra fez a famosa campanha com Regina Duarte, tentando impregnar o Brasil com o medo do PT. Os tucanos ali enterraram a eleição, com o famoso bordão petista de que a esperança venceria o medo. Da mesma forma, em debate, Geraldo Alckmin partiu para cima de Lula e, na próxima pesquisa, caiu cinco pontos nas pesquisas eleitorais. 

É muito amador, muito infantil, muito pueril vir para as áreas de comentários de blogs, para os espaços de facebook e para as mensagens de twitter pregar que Aécio Neves deve sair batendo a torto e a direito para despertar a nação para os imensos riscos que o país corre. Perdão, mas não temos povo para isso. O povo brasileiro, inclusive as suas elites que hoje colocam Marina Silva no segundo turno, parece querer criar a sua própria tragédia, levando o país para a beira do abismo.

Neste contexto, Aécio Neves deve fazer a sua campanha com propostas e alertas, tentando chamar a nação à razão. Se conseguir, vai para o segundo turno e vence a eleição. Se não conseguir, vai para a oposição com crédito para, em 2018, voltar a olhar nos olhos dos brasileiros e pedir o seu voto, com a biografia intocada e o crédito de ter alertado o povo brasileiro sobre os riscos que estava correndo. O que Aécio tem de melhor é ele mesmo. Que mostre a cara, o coração, alma e a razão, pois somente este discurso olho no olho com o eleitor pode levá-lo à vitória, em meio a tantas tragédias.

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BRASÍLIA - O Ministério da Justiça apresentou nesta sexta-feira proposta para uma nova Lei de Migrações, conforme antecipado pelo GLOBO. Uma comissão de especialistas instituída pela pasta entregou o anteprojeto de Lei que pretende substituir o Estatuto do Estrangeiro, datado de 1980, período de ditadura militar, e assinado pelo então presidente João Figueiredo. O novo texto não trata de estrangeiros, mas de migrantes, e considera o primeiro termo como pejorativo. Um grupo de trabalho interministerial analisará o anteprojeto, que sugere desburocratizar procedimentos de regularização, garantir participação política dos imigrantes, e criar um órgão estatal centralizado para atendê-los.



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EXCLUSIVO! FOTOS QUE VAZARAM EM TV DE MIAMI REVELAM QUE FIDEL CASTRO ESTARIA À BEIRA DA MORTE! FOTOS E VÍDEO!

BLOG DO ALOIZIO AMORIM


Este vídeo logo abaixo reproduz parte programa da jornalista María Elvira Salazar que vai ao ar pela Mira TV, de Miami, de segunda a sexta-feira às 8 pm, focada no grande público hispânico do Estado da Florida.
O tema desse quadro do programa é uma reportagem exclusiva que revela ao mundo uma série de fotos de Fidel Castro ao chegar num centro de reabilitação de Havana. As fotos de alta qualidade, foram entregues por anônimo à jornalista Mira TV, em Miami((EUA) e mostram que Fidel Castro, em que pesem seus 88 anos de idade, se mostra extremamente debilitado e sua expressão facial e gestos induzem a crer que o tirano de Havana está com seus dias contados, ou seja, à beira da morte. Leia mais aqui

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