O presidente Obama disse que iria perseguir os militantes do Estado Islâmico "onde quer que estejam". A militante islâmica Dilma não representa o pensamento da maioria dos brasileiros, portanto que prospere o compromisso do Presidente Obama

A presidente Dilma Rousseff discursa em Nova York, nos Estados Unidos

Dilma diz 'lamentar' bombardeio dos EUA contra terroristas na Síria


Em Nova York, presidente cita Iraque, Líbia e Faixa de Gaza para defender que ofensivas não trazem resultado esperado

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira que “lamenta enormemente” os ataques da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra os terroristas do Estado Islâmico na Síria. “Lamento enormemente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nós últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência. Perda de vidas humanas dos dois lados, agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas depois causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia a consequência no Sahel. A mesma coisa a Faixa de Gaza”, disse, segundo declaração reproduzida pelo jornal O Globo. Os EUA, que já realizam bombardeios contra o EI no Iraque, iniciaram na noite desta segunda-feira ataques aéreos contra o grupo em território sírio. A declaração de Dilma é mais um round nas abaladas relações com os Estados Unidos, e também atinge Israel, que foi alvo de críticas recentes do governo durante a ofensiva contra o Hamas em Gaza. Mas, em se tratando de bombardeios contra um dos grupos terroristas mais selvagens em atividade, resta pouco espaço para o diálogo defendido pela presidente. 

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“Nunca se roubou tanto no país. Precisamos destruir a matriz do mensalão” - Alvaro Dias

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Gays de direita: um homossexual a favor da família

por RODRIGO CONSTANTINO - VEJA ONLINE

Recebi de leitores esse vídeo, um desabafo de um homossexual assumido cansado da agenda autoritária de movimentos que falam em nome dos gays, mas não os representam de verdade. O ataque ao núcleo familiar tradicional, aos conceitos de pai e mãe, é algo absurdo, e merece o repúdio de todos, gays ou não. Esse vídeo é a prova de que é possível ser liberal e gay ao mesmo tempo, que nem todo gay precisa abraçar a causa esquerdista e coletivista. Acusar o autor do vídeo de homofobia não cola, não é mesmo?

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Dilma derrapa no palanque: `Nosso país também precisa ter um compromisso com aqueles que desviam dinheiro público’

“Acho que nosso país precisa de fortes fundamentos éticos… o nosso país precisa de compromissos com essa questão chamada igualdade de oportunidades”, desandou  Dilma Rousseff no palanque em Duque de Caxias antes da derrapagem espetacular: “Nosso país também precisa ter um compromisso com aqueles que desviam dinheiro público…”
Ela disse isso mesmo?, duvidarão os muito céticos. Disse, atesta o vídeo que registra a reafirmação pública do compromisso com a bandidagem de estimação . Mas o que poderia ter sido o início de um potente surto de sinceridade era apenas outra pane na cabeça baldia, informaram a pausa súbita, a expressão apalermada e a continuação do palavrório em dilmês castiço: “…No combate a eles contra a corrupção, acabando com a impunidade”, tentou corrigir o neurônio solitário.
Caprichando na pose de Faxineira do Planalto, que só usa a vassoura para esconder o lixo, a oradora foi em frente com a promessa de revogar o que o governo institucionalizou: “Não é possível que no Brasil tenhamos pessoas que queiram viver com recursos que não são delas, que são do povo”. Verdade. Nenhuma nação resiste a tanta roubalheira.
É também por isso que Dilma está prestes a perder o emprego que a obriga, como vive recitando, a “cuidar de todos os brasileiros e de todas as brasileiras”. A partir de janeiro, por decisão do eleitorado, a babá de país terá tempo de sobra para cuidar só do neto.

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Comentário:Não tenham dúvida de que o IGNORANTISMO do PT irá contra o significado do ATO FALHO.... O maior problema do Brasil é que temos uma JAMANTA ESTACIONADA NO PLANALTO..

Freud evidenciou que o ato falho era como sintoma.

Ato falho é um equívoco na fala, na memória, em uma atuação física, provocada hipoteticamente pelo inconsciente, isto é, através do ato falho o desejo do inconsciente é realizado. Isto explica o fato de que nenhum gesto, pensamento ou palavra acontece acidentalmente. Os atos falhos são diferentes do erro comum, pois estes são resultado da ignorância ou conveniência.

Freud evidenciou que o ato falho era como sintoma, constituição de compromisso entre o intuito consciente da pessoa e o reprimido.

Ato falho abrange também erros de leitura, audição, distração de palavras. São circunstâncias acidentais que não tem valor e não possuem conseqüência prática.
Os atos falhos são compreendidos por muitas pessoas como falta de atenção, cansaço, eventualidade.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

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Carteiros denunciam que Dilma usa Correios para cometer crime eleitoral.



Os Correios abriram uma exceção para o PT e distribuíram em São Paulo panfletos da presidente Dilma Rousseff sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficial. A estampa, prevista em norma da própria estatal, serve para demonstrar que houve pagamento para o envio, de forma regular, da propaganda eleitoral. Sem ela, é difícil atestar que a quantidade de material distribuído corresponde ao que foi contratado pelo partido. O número declarado de panfletos distribuídos sem chancela dos Correios foi de 4,8 milhões.

A exceção para os petistas foi aberta a partir de um comunicado interno dos Correios em São Paulo, no qual a empresa autoriza, em caráter “excepcional”, a postagem dos folders na modalidade de mala postal domiciliária (MPD). A Diretoria Regional Metropolitana, responsável pelo aval, atribui a medida a um problema na impressão dos quase 5 milhões de peças. O órgão é chefiado por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer. 

“Está autorizada, em caráter excepcional, na AGF (agência franqueada) Santa Cruz, a postagem de 4.812.787 folders da candidata às eleições 2014 Dilma Vana Rousseff”, diz o documento “Correios Informa” do dia 3 de setembro. “Devido a erro de produção gráfica, não foi confeccionada a respectiva chancela”, acrescenta o comunicado. Documento dos próprios Correios determina, como “requisito mínimo”, que cada santinho enviado pela mala direta domiciliária deve ter a chancela, com a descrição do nome e do CNPJ do candidato. Também deve constar o ano das eleições e a origem da postagem, entre outras inscrições. 

Os santinhos foram remetidos para a Grande São Paulo e cidades do interior até o dia 12 de setembro, com mensagens regionalizadas. “Ela já faz mais por Campinas”, dizem os folhetos distribuídos na cidade, apresentando uma sorridente Dilma, ao lado de Temer e Lula. O impresso destaca realizações em programas federais como o Mais Médicos e o Brasil Sorridente. “Mais cuidados, mais investimentos, mais futuro. Campinas pode sempre contar comigo”, diz Dilma na propaganda. A presidente aparece em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, o que levou o PT a determinar um reforço da campanha no Estado.

Justiça Eleitoral. A distribuição dos panfletos regionalizados sem estampa oficial fez parte dos carteiros se rebelar, ameaçando não entregá-los. Além disso, motivou denúncia das entidades que os representam à Justiça Eleitoral, que cobrou explicações à estatal. Carteiros informaram que, ao questionarem seus chefes sobre os panfletos de Dilma, enviados em caixas aos setores dos Correios, foram orientados pelos gestores dos centros de distribuição a entregá-los como estavam.

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-ACS) em Campinas enviou carta ao diretor regional dos Correios no interior paulista, Divinomar Oliveira da Silva, filiado ao PT, cobrando esclarecimentos e providências urgentes quanto à distribuição. “Ao contrário do que acontece com outros candidatos nas campanhas eleitorais, esse material da candidata Dilma está sendo distribuído aos carteiros sem qualquer chancela ou anotação que demonstre o pagamento por sua postagem, levando-nos a crer numa irregularidade eleitoral”, reclamaram os carteiros por escrito, ameaçando enviar representação ao Tribunal Superior Eleitoral. 

“No mínimo, é estranho o que ocorreu, por se tratar de uma candidata e do volume de material enviado. Os carteiros estão acostumados a fazer a entrega de material com chancela. Como você vai ter controle de que estão entregando 4 milhões ou dez milhões. É como entregar uma carta sem o selo”, disse o coordenador-geral da entidade, Luís Aparecido de Moraes. A estatal disse que o pagamento foi à vista, com a emissão de recibos, e que a autorização “excepcional” está prevista em suas normas.

Controle. Os Correios são controlados pelo PT desde dezembro de 2010, com a nomeação por Dilma do sindicalista Wagner Pinheiro para a presidência da empresa. Ex-presidente da Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás, Pinheiro é filiado ao PT do Rio De Janeiro. O partido assumiu o controle da empresa após a crise postal daquele ano, tirando a cadeira do PMDB. Com Pinheiro no comando, a empresa virou feudo do PT.

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Papel da imprensa é investigar sim, Dilma!

Dilma mostra sua cara autoritária contra a imprensa. Fonte: GLOBO

A presidente Dilma fez uma de suas declarações mais infelizes essa semana, e olha que a lista é grande. Trata-se de sua visão sobre a função da imprensa que, para ela, deveria ser apenas de informar, não de investigar. Demonstra, como disse Ricardo Noblat, profunda ignorância acerca do papel do jornalismo, e se aproxima da postura autoritária de Lula sobre o assunto. Disse Dilma:
Pedirei ao ministro Teori a mesma coisa: quero ser informada se no governo tem alguém envolvido. Não tenho porque dizer que tem alguém envolvido, porque não reconheço na revista “Veja” e nem em nenhum órgão de imprensa o status que tem a PF, o MP e o Supremo. Não é função da imprensa fazer investigação e sim divulgar informações. Agora, ninguém diz que a informação é correta. Não prejulgo, mas também não faço outra coisa: não comprometo prova. Porque o câncer que tem nos processos de corrupção é que a gente investiga, investiga, investiga e ainda continua impune. Não é possível que a revista “Veja” saiba de uma coisa e o governo não saiba quem é que está envolvido. Pedi primeiro para a PF, que me disse: não posso entregar, a investigação está em curso e peça ao MP. E o MP me disse a mesma coisa: se ele me disser, ele contamina a prova. Se ele me disser, ele contamina a prova.
O que Dilma finge desconhecer é justamente a enorme quantidade de denúncias e escândalos que vieram à tona somente graças às investigações da imprensa. Não fosse esse exaustivo trabalho de investigação dos jornalistas dos (poucos) veículos independentes que sobraram, inúmeros casos de desvio de recursos públicos sequer seriam de conhecimento do público.
O escândalo que culminou no impeachment de Collor, o dos anões do orçamento, o próprio mensalão que abalou a República, tudo isso foi fruto das investigações da imprensa, que apenas depois virou alvo do trabalho de apuração por parte da Justiça. No Brasil, a imprensa tem exercido um papel fundamental ao lançar luz sobre as sombras na política.
Além do mais, Dilma parece confundir estado com governo, como de praxe no PT. Cita órgãos de estado como se fossem controlados pelo governo, ignorando que sua função é justamente investigar o próprio governo. Merval Pereira resume bem a incoerência em sua coluna de hoje:
A presidente Dilma diz com orgulho que são órgãos do seu governo que estão investigando os escândalos de corrupção na Petrobras: Polícia Federal, Ministério Público. Mas, contraditoriamente, pede, através do Ministro da Justiça, acesso aos depoimentos de Paulo Cesar Costa ao juiz Sérgio Moro. O Procurador-Geral da República negou o acesso, alegando que o processo corre sob segredo de justiça. Isso tudo acontece por que, diferentemente do que pensa a Presidente, o Ministério Público e a Polícia Federal são órgãos do Estado brasileiro, não do governo deste ou daquele partido.
No fundo, o PT adoraria transformar toda a imprensa em órgão oficial de propaganda do governo, divulgando apenas as “informações” previamente autorizadas. É o sonho de todo tirano, de todo ditador, de todo governista autoritário. Os poderosos não costumam apreciar esse papel da imprensa “enxerida”, que insiste em denunciar seus desmandos e “malfeitos”.
Para o bem da nação, que os jornalistas continuem investigando muito, e fazendo emergir do pântano da política a podridão que lá encontram.

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Reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções, diz Barbosa

Reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções, diz Barbosa. http://uol.com/btdVch (via Folha Poder)

Foto: Danilo Verpa - 9.dez.2013/Folhapress


Na primeira palestra após sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal, o ex-ministro Joaquim Barbosa criticou o instituto da reeleição e listou uma série de ações para o desenvolvimento do país.

Apontado como possível nova figura da política, Barbosa disse que há várias reformas no Brasil "à espera de uma liderança lúcida e capaz de implementá-las". Porém, voltou a negar a intenção de ingressar na política "no momento" e recusou-se a falar sobre as eleições de outubro.

Após ter deixado o STF em julho e viajar por 40 dias, Barbosa falou nesta terça (16) ao público do 13° Congresso Internacional de Shopping Centers, evento organizado pela Abrasce, entidade representativa dos shoppings, na zona sul de São Paulo.

O ex-ministro foi aplaudido de pé antes e após a palestra, que teve como tema "Estabilidade Institucional e Desenvolvimento Econômico".
Barbosa disse que "em países em fase de consolidação institucional, a reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções".

Para ele, a reeleição "leva o presidente da República a ter que negociar no varejo com gente que ele provavelmente jamais frequentaria. Essa é a necessidade que ele tem desde o primeiro dia em que pisa no Palácio. Presidente, governadores e prefeitos não pensam em outra coisa a não ser em reeleição. Isso corrompe o sistema".
O ex-magistrado prega a adoção de mandato de cinco anos em caso de fim da reeleição.
Essa proposta já é defendida pelos atuais candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB). A candidata Dilma Rousseff (PT) não trata do tema em sua campanha.

Barbosa afirmou ainda que o período das campanhas eleitorais deve ser reduzido pela metade e que elas não levam informação aos eleitores. "Não acho que haja informação ao eleitor nesse sistema. Isso é um engodo".
Ele também defendeu a adoção do voto distrital e criticou o fato de o país ter mais de trinta legendas partidárias. Indagado sobre os partidos, disse que não escolheria nenhum deles.

No fim da palestra, Barbosa listou ações necessárias para as áreas econômica, social, jurídica e internacional.
Para ele, é necessário "forjar lideranças que conheçam bem o país e sua gente, e não apenas a classe social a que pertence".

No setor da economia, o ex-ministro disse que é preciso "atrair capitais e pessoas capazes de produzir", "eliminar o capitalismo de compadre em várias áreas da economia nacional" e "integrar as grandes massas de excluídos no sistema produtivo".
No campo internacional, Barbosa afirmou que um dos desafios é "forjar lideranças não provincianas, que saibam se posicionar no mundo e reivindicar para nosso país o respeito e os direitos compatíveis com seu efetivo grau de desenvolvimento" e é preciso "promover mais abertura ao mundo".

O ex-magistrado enfatizou a necessidade de medidas na área social, como o investimento em ensino de qualidade e ações para reduzir desigualdades.

Outra meta seria "simplificar e tornar mais aparente o aparato legal brasileiro em todas as suas dimensões, inclusive no que diz respeito à prestação da Justiça".

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