Os favores do empreiteiro. Preso há seis meses, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras, admite pela primeira vez a intenção de fazer acordo de delação premiada. Seu relato mostra quanto era íntimo de Lula

Segundo Léo Pinheiro, Lula pediu a ele que cuidasse da reforma do “seu” sítio em Atibaia. A propriedade está registrada em nome de um sócio de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente
Segundo Léo Pinheiro, Lula pediu a ele que cuidasse da reforma do “seu” sítio em Atibaia. A propriedade está registrada em nome de um sócio de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente(Jefferson Coppola/VEJA)


Por: Robson Bonin e Rodrigo Rangel - VEJA.COM
O engenheiro Léo Pinheiro cumpre uma rotina de preso da Operação Lava-Jato que, por suas condições de saúde, é mais dura do que a dos demais empreiteiros em situação semelhante. Preso há seis meses por envolvimento no esquema do petrolão, o e­­x-presidente da OAS, uma das maiores construtoras do país, obedece às severas regras impostas aos detentos do Complexo Médico-Penal na região metropolitana de Curitiba. Usa o uniforme de preso, duas peças de algodão a­­zul-claras. Tem direito a uma hora de banho de sol por dia, come "quentinhas" na própria cela e usa o banheiro coletivo. Na cela, divide com outros presos o "boi", vaso sanitário rente ao piso e sem divisórias. Dez quilos mais magro, Pinheiro tem passado os últimos dias escrevendo. Um de seus hábitos conhecidos é redigir pequenas resenhas e anexá-las a cada livro lido. As anotações feitas na cela são muito mais realistas e impactantes do que as literárias. Léo Pinheiro passa os dias montando a estrutura do que pode vir a ser seu depoimento de delação premiada à Justiça. Pinheiro foi durante toda a década que passou o responsável pelas relações institucionais da OAS com as principais autoridades de Brasília. Um dos capítulos mais interessantes de seu relato trata justamente de uma relação muito especial - a amizade que o unia ao e­­x-presidente Lula.
De todos os empresários presos na Operação Lava-Jato, Léo Pinheiro é o único que se define como simpatizante do PT. O empreiteiro conheceu Lula ainda nos tempos de sindicalismo, contribuiu para suas primeiras campanhas e tornou-se um de seus mais íntimos amigos no poder. Culto, carismático e apreciador de boas bebidas, ele integrava um restrito grupo de pessoas que tinham acesso irrestrito ao Palácio do Planalto e ao Palácio da Alvorada. Era levado ao "chefe", como ele se referia a Lula, sempre que desejava. Não passava mais do que duas semanas sem manter contato com o presidente. Eles falavam sobre economia, futebol, pescaria e os rumos do país. Com o tempo, essa relação evoluiu para o patamar da extrema confiança - a ponto de Lula, ainda exercendo a Presidência e depois de deixá-la, recorrer ao amigo para se aconselhar sobre a melhor maneira de enfrentar determinados problemas pessoais. Como é da natureza do capitalismo de estado brasileiro, as relações amigáveis são ancoradas em interesses mútuos. Pinheiro se orgulhava de jamais dizer não aos pedidos de Lula.

Desde que deixou o governo, Lula costuma passar os fins de semana em um amplo sítio em Atibaia, no interior de São Paulo. O imóvel é equipado com piscina, churrasqueira, campo de futebol e um lago artificial para pescaria, o esporte preferido do ex-presidente. Desde que deixou o cargo, é lá que ele recebe os amigos e os políticos mais próximos. Em 2010, meses antes de terminar o mandato, Lula fez um daqueles pedidos a que Pinheiro tinha prazer em atender. Encomendou ao amigo da construtora uma reforma no sítio. Segundo conta um interlocutor que visitou Pinheiro na cadeia, esse pedido está cuidadosamente anotado nas memórias do cárcere que Pinheiro escreve.
Na semana passada, a reportagem de VEJA foi a Atibaia, região de belas montanhas entrecortadas por riachos e vegetação prístina. Fica ali o Sítio Santa Bárbara, cuja reforma chamou a atenção dos moradores. Era começo de 2011 e a intensa atividade nos 150 000 metros quadrados do sítio mudou a rotina da vizinhança. Originalmente, no Sítio Santa Bárbara havia duas casas, piscina e um pequeno lago. Quando a reforma terminou, a propriedade tinha mudado de padrão. As antigas moradias foram reduzidas aos pilares estruturais e completamente refeitas, um pavilhão foi erguido, a piscina foi ampliada e servida de uma área para a churrasqueira. As estradas lamacentas do sítio receberam calçamento de pedra e grama. Um campo de futebol surgiu entre as árvores. O antigo lago deu lugar a dois tanques de peixes contidos por pedras nativas da região e interligados por uma cascata. Ali boiam pedalinhos em formato de cisne. A área passou a ser protegida por grandes cercas vigiadas por câmeras de segurança, canil e guardas armados.
O que mais chamou atenção, além da rapidez dos trabalhos, é que tudo foi feito fora dos padrões convencionais. A reforma durou pouco mais de três meses. Alguns funcionários da obra chegavam de ônibus, ficavam em alojamentos separados e eram proibidos de falar com os operários contratados informalmente na região e orientados a não fazer perguntas. Os operários se revezavam em turnos de dia e de noite, incluindo os fins de semana. Eram pagos em dinheiro. "Ajudei a fazer uma das varandas da casa principal. Me prometeram 800 reais, mas me pagaram 2 000 reais a mais só para garantir que a gente fosse mesmo cumprir o prazo, tudo em dinheiro vivo", diz Cláudio Santos. "Nessa época a gente ganhou dinheiro mesmo. Eu pedi 6 reais o metro cúbico de material transportado. Eles me pagaram o dobro para eu acabar dentro do prazo. Era 20 000 por vez. Traziam o envelopão, chamavam no canto para ninguém ver, pagavam e iam embora", conta o caminhoneiro Dário de Jesus. Quem fazia os pagamentos? "Só sei que era um engenheiro que esteve na obra do Itaquerão. Vi a foto dele no jornal", recorda-se Dário.
Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no tablet, noiPhone ou nas bancas. 

Em discurso no plenário, líder também afirmou que homenagem de Governo de Minas a Stédile “faz Jucelino se revirar no túmulo”



Ronaldo Caiado SENADOR

O líder do Democratas no Senador Federal, Ronaldo Caiado, chamou de “afronta” um caderno de teses elaborado pelo PT e divulgado em seu site oficial para ser discutido em um congresso partidário marcado para junho. 
Em discurso em plenário nesta quarta-feira (22/04), o senador listou propostas como a “demissão de ministros capitalistas”; dar calote nas dívidas interna e externa; tornar inimputável movimentos sociais; e até mesmo “estatizar a Rede Globo e abrí-la para os movimentos sociais”.

“É sintomático que os dirigentes petistas gestados nessa política partidária tenham o DNA do autoritarismo, da aversão à democracia, do desrespeito à imprensa livre e da utilização das instituições como ferramentas de corrupção para a sua manutenção no poder”, afirmou Caiado.

Entre as demandas do documento divulgado pelo próprio partido, ainda está a cassação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que votaram pela prisão de petistas no Mensalão; a reestatização de empresas e serviços privatizados; e a liberdade imediatas de todos os dirigentes do PT.
“O caderno chega ao cúmulo de pedir para livrar qualquer movimento social da criminalização. Querem criar uma nova casta, onde CUT, MST e outros grupos ficariam inimputáveis. Livres para agir como os coletivos de Maduro, na Venezuela”, denunciou.

Medalha a Stédile
Ronaldo Caiado também afirmou em seu discurso que a decisão do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, em conceder a Medalha da Inconfidência ao líder do MST, João Pedro Stédile, faz Juscelino Kubitschek, idealizado da medalha em 1952, “se revirar no túmulo”.
“Como homenagear com uma medalha que remete a Tiradentes um sujeito que disse que, em caso de um processo aberto de impeachment, as forças da América Latina seriam convocadas para invadir Brasil? Um cidadão tão antiquado, tão ultrapassado que ainda investe contra a ciência em nosso país, invade propriedades produtivas e é considerado por Lula como ‘dono’ de um exército que causa arruaça por todo o país sob seu comando? Juscelino deve estar se revirando no túmulo”, criticou.

SUSPEITO DE TERRORISMO FOI FUNCIONÁRIO DA CASA CIVIL DE DILMA. ADVOGADO MUÇULMANO PRESO EM BRASÍLIA TRABALHOU COM DILMA

MARCELO BULHÕES DOS SANTOS (ABAIXO, À ESQUERDA) E A ENTÃO MINISTRA DILMA (ACIMA À DIREITA). FOTO: FACEBOOK


























O homem detido nesta sexta-feira (24) pela Polícia Federal, em Brasília, durante operação que contou com o apoio do Grupo Antibomba da PF, é Marcelo Bulhões dos Santos, advogado, muçulmano e atualmente assessor da Embaixada do Sultanato de Omã no Brasil.

Marcelo Bulhões dos Santos trabalhou na Casa Civil da Presidência da República entre 2007 e 2010, enquanto a presidente Dilma Rousseff era ministra do governo Lula. Bulhões foi supervisor de Legislação de Pessoal na Presidência, cargo que assumiu após quase seis anos como agente administrativo no Departamento da Polícia Federal.
Segundo o próprio Bulhões, sua função na Casa Civil de Dilma era “redigir planos de trabalho com foco estratégico, assessorar as Altas Autoridades do órgão... redigir memorandos, notas técnicas e ofícios, assim como uma ampla variedade de expedientes”. Procurada, a Casa Civil da Presidência da República ainda não se pronunciou sobre o caso.
A Polícia Federal não deu detalhes em razão “da natureza operação” que prendeu o advogado, mas foi executado um mandato de busca e apreensão que que resultou em pelo menos três computadores e dezenas de documentos, mídias, pen-drives e envelopes. Leia aqui

Governo do PT pagou Bolsa Pesca até para mortos

Crivella Dilma
Dilma empossa Crivella: Vamos pescar o dinheiro do povo?


De ‘robalo’, o PT entende.
O governo de Dilma Rousseff fez pagamentos irregulares, entre 2012 e 2013, de mais de R$ 19 milhões através do seguro-defeso, o chamado Bolsa Pesca, destinado a pescadores artesanais durante o período do defeso, em que a pesca de determinadas espécies é proibida.
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), iniciada durante a gestão do ministro da Pesca Marcelo Crivella, descobriu tudinho:
- funcionários públicos e recebedores de benefícios previdenciários não podem receber o Bolsa Pesca, mas recebiam;
- há 46,8 mil registros de pescadores com CPF irregular, com a possibilidade até de criação de CPFs para obtenção do benefício;
- há casos de parcelas do seguro pagas fora do período do defeso;
- há casos de ausência de registros sobre embarcações utilizadas pelos beneficiários;
- há parcelas pagas a menores de 18 anos, outra proibição da legislação sobre o seguro.
Mas o dado mais impressionante é que 373 parcelas do Bolsa Pesca foram pagas a pessoas mortas.
Eu não sabia que era proibido pescar depois de morrer.
Aprendi com o PT. Aqui

INDECENTE.....Tarso chama combate à corrupção de 'regime de exceção não declarado' Combate à corrupção é para destruir 'utopia de esquerda' diz ele

Exibindo a confusão mental de sempre, em vez de condenar o roubo da companheirada, o ex-governador petista critica quem o pune.

O ex-ministro da Justiça no governo Lula, Tarso Genro criticou nesta quarta-feira, 22, o juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, e afirmou que "está havendo um regime de exceção não declarado na luta contra a corrupção no País". Em palestra na sede do Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, o ex-governador do Rio Grande do Sul disse acreditar que o País caminha para uma inflexão autoritária e afirmou que esse processo está sendo "instrumentalizado politicamente" pelo que chamou de "setores do Poder Judiciário vinculados a setores do Ministério Público e da alta burocracia estatal" para derrotar "o que resta da utopia democrática da esquerda".
"A questão democrática está sendo dilapidada. Estamos vivendo, a partir de uma grande articulação,um processo de exceção não declarado", discursou. Para o ex-ministro, a chamada "instrumentalização da exceção dentro da ordem democrática que é feita hoje pela elite brasileira formou um grande partido político". Ele também criticou o "sistema de comunicação tradicional" e citou nominalmente o juiz Sérgio Moro.
"O juiz Moro, por exemplo, se dedica a estabelecer uma jurisdição nacional para seus inquéritos, o que não existe. Quando o juiz Moro diz: 'Eu me reuni com a minha equipe' é o Ministério Público, isso não existe no Estado de Direito. Um juiz nunca forma equipe com o MP. Estamos nos encaminhando para um flexão autoritária e para a formação de exceção não declarada contra a esquerda brasileira", discursou o ex-presidente do PT.

Tarso defendeu a criação de uma nova frente política de esquerda em direção a 2018. O ex-ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu o risco de "encerramento melancólico" da gestão petista em função da crise política atual e da corrupção, que segundo ele "atingiu setores do partido". Tarso disse, porém, acreditar na possibilidade de "reversão". "Se as coisas continuarem na marcha atual, vamos ter em 2018 uma coalizão de centro-direita fortíssima." Em discurso antes de Tarso, o ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, disse não acreditar hoje em risco de impeachment da presidente Dilma Rousseff porque "o alvo não é a Dilma, é o Lula", referindo-se à eleição de 2018. Leia aqui

Vídeo da Band: Condecoração de Stédile, do MST, é estímulo ao banditismo. Governador do PT avacalha MG


Nada a acrescentar ao editorial de terça-feira do Grupo Bandeirantes sobre a entrega da Medalha da Inconfidência, honraria mais importante de Minas Gerais, ao líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) João Pedro Stédile, a não ser o fato de que, felizmente, houve um apitaço e um panelaço durante a condecoração de Stédile, do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, e do Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, o trio maravilha de comparsas do PT.
Assista.
“O governador mineiro, o petista Fernando Pimentel, que há quatro meses no poder já estava devendo alguma ação de governo, resolveu nos brindar com uma decisão que, reconheçamos, chamou a atenção. Por incrível e absurdo que pareça, colocou entre os agraciados da tradicional Medalha da Inconfidência ninguém menos do que o organizador e promotor das invasões de terra e depredações de laboratórios do país. O que quer dizer o governador mineiro com essa atitude? Que Minas aguarda ansiosa novas invasões? Novas depredações? Novas afrontas à lei? É de se perguntar o que o chefe da polícia de Minas acha desse incentivo oficial ao crime em seu estado. No dia de Tiradentes, nasce um novo episódio da história mineira: o banditismo apoiado pelo governo governador. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.”
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' PREVÊ A EXTINÇÃO DO PT QUE VAI SUMINDO NO LAMAÇAL DA ROUBALHEIRA DESENFREADA, DOS ESCÂNDALOS VERGONHOSOS E DA CORRUPÇÃO INFAME.


A reportagem-bomba da edição de Veja que chega às bancas na manhã deste sábado é substanciosa o suficiente para saciar a fome de informação do público brasileiro com o saco cheio da embromação de coisas como Folha de S. Paulo, Carta Capital, Rede Globo e outras publicações do gênero. Veja, como sempre continua sendo um pérola no meio do chiqueiro petista onde chafurdam os jornalistas de aluguel do PT.



A capa já é, por si só, uma informação de primeira linha. Constata, em forma de indagação, uma realidade confirmada até dizer chega pelos fatos: dois tesoureiros do PT presos, um ex-presidente acuado que não pode mais andar pelas ruas, uma presidente (presidenta, segundo o marketeiro baiano), bancadas parlamentares envergonhadas e um escândalo atrás do outro. Algo inaudito que acabaria sendo manchetes dos maiores veículos de mídia do mundo se não fossem os correspondentes estrangeiros no Brasil que não são diferentes da maioria dos boçais pátrios. Os vagabundos já contaminaram até mesmo publicações tradicionais e sérias, como The Economist

Tanto é que a reportagem do último número dessa publicação britânica comparou os mega protestos que explodiram de Norte a Sul do Brasil, com o Tea Party, o famoso e influente movimento conservador norte-americano. Evidentemente que não tem nada a ver. Mas o inglês vagabundo que fez a reportagem sobre as manifestações no Brasil provavelmente costuma tomar uns choppinhos em happy-our com os alegres rapazes e velhotes da Folha de S. Paulo. A confraria comunista e descolada dentro das redações não age apenas no Brasil. A ação perniciosa desses semoventes é global. São coiteiros do PT, viúvas de Hugo Cháves e de Fidel Castro e de outros ditadores assassinos do mesmo naipe.

Para a infelicidade desses escrotos e mentirosos e para felicidade geral da Nação brasileira, tem-se as redes sociais e os blogs independentes. No que respeita à grande mídia, passa na peneira do jornalismo verdadeiro a revista Veja e seu site na web. Tanto é que o único veículo de mídia a sofrer o ataque dos terroristas sob o comando de Lula foi justamente a sede da revista Veja na véspera da eleição presidencial do ano passado. Lula denomina esses ajuntamentos de criminosos de "movimentos sociais". Está aí uma bela pauta para o correspondente de The Economist.

Finda esta necessária digressão retomo o mote deste artigo, chamando a atenção para um fato que a reportagem-bomba de Veja organiza e traz à luz o que mentalizam os cidadãos brasileiros trabalhadores (as) e que prezam os valores morais e éticos: o PT está em extinção. E isto, sem qualquer dúvida, representa um linimento para a verdadeira alma brasileira vilipendiada pela nefasta ação de um bando de psicopatas que se encastelou no poder.

Até nunca mais PT. Vade retro!