“Marina não representa legado de Campos”, diz secretário-geral do PSB, que compara seu partido a um hospedeiro…

Por Reinaldo Azevedo - Veja Online

O secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, emitiu nesta quarta-feira o sinal mais claro do tamanho das divergências que cercam a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. Irritado com a ex-senadora e os “marineiros” da Rede Sustentabilidade, Siqueira abandonou a coordenação da campanha e não poupou críticas: “Eu nunca quis estar na coordenação dela, nunca aceitei, não continuarei na coordenação da campanha porque o meu compromisso era com o Campos. Acho que ela não representa o legado dele, está muito longe de representar o legado dele. Eles são muito diferentes políticamnente, ideologicamente, em todos os sentidos”, disse Siqueira após deixar reunião do PSB em Brasília.
 Ao longo de toda a quarta-feira, tensões marcaram as reuniões que antecederam a confirmação da candidatura de Marina. A ex-senadora exigiu que funções como a coordenação da campanha e a área de finanças fossem assumidas por nomes mais próximos a ela. A coordenação-geral ficou com o deputado licenciado Walter Feldman, porta-voz da Rede Sustentabilidade, e braço direito de Marina. Siqueira sentiu-se desprestigiado: “Essa mulher me maltratou”, afirmou aos presentes à reunião. Siqueira abandonou a reunião. E só voltou mais tarde, quando membros do PSB conseguiram acalmá-lo. Hoje, ele disparou: “Quando se está numa instituição como hospede como ela é, tem que se respeitar a instituição, não se pode querer mandar na instituição. Ela pode mandar na Rede dela, no PSB mandamos nós”, disparou.
Após ter o pedido de registro da Rede Sustentabilidade negado pela Justiça eleitoral em outubro de 2013, Marina anunciou uma aliança com Eduardo Campos e filiou-se ao PSB. Desde então, a ex-senadora havia deixado claro que após as eleições voltaria a se empenhar na criação de seu novo partido.
Também na quarta-feira, Henrique Costa, responsável pela tesouraria, foi substituído por Bazileu Margarido, que ocupava o posto de coordenador-adjunto da campanha. Costa, que não é filiado ao PSB, foi indicado ao cargo por Eduardo Campos. Com carreira em instituições financeiras, ele cursou economia com a viúva do ex-governador de Pernambuco, Renata Campos. “Ela nomeou o presidente do comitê financeiro da campanha cuja responsabilidade da prestação de contas é do partido e não nos perguntou, não discutiu com o partido. Essa forma de proceder não está de acordo com a pessoa e com o partido que está oferecendo a ela todas as condições para ser candidata”, comentou Siqueira sobre a substituição de Costa.
Por Reinaldo Azevedo
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Comentário: Ai Jesus! Qual delas é a seringal candidata à Presidente do Brasil? São todas iguais... MOVCC

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Justiça obriga BNDES a dar detalhes de seus empréstimos à população. Banco se negava a fornecer informações sobre crédito, inclusive, ao Ministério Público; segundo juíza, sigilo bancário não se aplica quando se trata de dinheiro público



A Justiça Federal do Distrito Federal condenou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a tornar públicas todas as informações sobre empréstimos concedidos a empresas públicas ou privadas nos últimos dez anos — e de hoje em diante. O BNDES alega sigilo bancário como argumento para não fornecer informações sobre os empréstimos. Contudo, a juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara, concluiu que o sigilo não deve ser cumprido quando se trata de dinheiro público.

Entre as informações que deverão ser públicas nos termos da Lei de Acesso à Informação estão os valores emprestados, os prazos do investimento, o grau de risco, as taxas de juros, os valores de aquisição de ações, a forma de captação do recurso utilizado, as garantias exigidas, os critérios ou justificativas de indeferimento de eventuais pedidos de apoio financeiro e a compatibilidade do apoio concedido com as linhas de investimento do Banco.

A sentença também condena o BNDES a repassar ao Ministério Público Federal as informações requisitadas sobre as atividades realizadas pela instituição ou suas sua subsidiária – a BNDESPAR, algo que não ocorria até então. A multa de descumprimento da sentença é de 50 mil reais por dia.

A decisão foi tomada após análise da ação civil pública que questionava o banco por sua atuação na tentativa de fusão entre o Carrefour e o Pão de Açúcar, operação na qual o BNDES investiria 4,5 bilhões de reais. O banco tem utilizado, ao longo da década, dinheiro público emprestado a juros subsidiados para financiar grupos privados sem qualquer função de desenvolvimento social. Questionado pelo MP à época, o banco se negou a passar informações sobre o negócio. Em julho, a instituição autorizou 2,7 bilhões de reais para a B2W, empresa de e-commerce dona de Lojas Americanas e Submarino. O banco também financiou a construção do porto de Mariel, em Cuba, sem informar o exato destino dos recursos.

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Já é possível! Professor que descobriu possibilidade de FRAUDE na URNA ELETRÔNICA desenvolve software para celular que pode ajudar a fiscalizar a eleição.


Diego Aranha demonstrou que a URNA eletrônica atualmente usada e fraudável. Veja aqui o artigo.
Com a ajuda da sociedade o professor desenvolveu um software capaz de fiscalizar parte do pleito.
Tudo gira em torno do Boletim de Urna (BU). O BU é o “saldo” que toda urna imprime no final da votação com os totais para cada candidato naquela urna. Depois da impressão os dados supostamente poderiam ser modificados por um bug especialmente implantado para isso.
Veja como funciona o programa desenvolvido para evitar essa fraude.

1. Acabou a votação (17h), o Boletim de Urna deve ser afixado em local público (ex.: a porta da seção eleitoral). Aí começa nosso trabalho!
2. Com o aplicativo para celular que vamos fazer, o eleitor (você!) tira foto do Boletim de Urna e envia para o Você Fiscal.
3. A partir dos boletins de urna enviados, os computadores do Você Fiscal calculam por amostragem um resultado independente e comparam com o oficial do TSE. Quanto mais gente, mais preciso o resultado!
O Você Fiscal não é um projeto voltado apenas às eleições de 2014. Todas as eleições precisam de 1) transparência da administração e 2) envolvimento da sociedade para que sejam honestas e confiáveis. E o Você Fiscal continuará a 1) pressionar por transparência e 2) empoderar a participação da sociedade através de melhores ferramentas e mobilização, incluindo para as eleições seguintes. É uma maratona!
Todo o dinheiro que for arrecadado a mais e não for usado nestas eleições será revertido à continuidade e melhoria do projeto para que tenhamos um impacto ainda maior nas eleições de 2016. Empregar dinheiro bem toma tempo e, dado o tamanho minúsculo da nossa equipe e a proximidade do 5 de outubro, não queremos criar gastos mal pensados nestas eleições apenas para usar todo o dinheiro.
É nossa responsabilidade para com os apoiadores que o projeto tenha o maior impacto possível a longo prazo. Todos sabemos que, passadas as eleições de 2014, o interesse em transparência eleitoral diminuirá drasticamente, e não queremos que o planejamento para 2016 seja de última hora. Por isso, trabalharemos para que a campanha de financiamento coletivo tenha o maior êxito possível, permitindo-nos reinvestir na continuidade do projeto.
Todo o dinheiro que for reinvestido no projeto com vistas às eleições seguintes estará sujeito ao mesmo critério de transparência mencionado anteriormente (extratos públicos e itens justificados).
Veja aqui como ajudar no monitoramento da eleição, veja aqui como colaborar.

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BRASÍLIA — A independência política e de militante verde do biólogo Fábio Vaz de Lima tem custado algumas saias-justas a sua mulher, a ex-senadora e fundadora da Rede Solidariedade, Marina Silva. Egresso da chamada “turma de Chico Mendes”, junto com Marina e os irmãos Tião e Jorge Viana (PT-AC), ele segue, sem constrangimentos, instalado no governo petista do Acre.


Por Maria Lima - O GLOBO



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MARINA SILVA? CUIDADO! "Ela é uma praga de gafanhotos stalinistas reunidos numa pessoa só".

por Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.


Denunciar os terríveis malefícios prestados à Igreja Católica pela Teologia da Libertação (TL) faz parte dos deveres cívicos e religiosos que me impus desde que comecei a escrever para jornais, nos anos 80. A TL é uma versão comunista da teologia cristã, que serve ao comunismo e desserve á Igreja. Já levo 29 anos tratando, periodicamente, desse lastimável mas necessário tema.
 Passadas quase três décadas, não encontrei motivo para corrigir uma linha sequer do que escrevi a respeito, muitas vezes incluindo no rol das minhas execrações vastos setores da hierarquia da Igreja instalados na CNBB, em alguns de seus órgãos e em segmentos de sua assessoria. Esses setores, nos anos 80, estavam mais preocupados com promover o PT e suas pautas. Agora estão mais preocupados com proteger os efeitos políticos sobre o PT das estripulias que esse partido promove com cotidiana dedicação.
 Pois foi nesse mal coado e azedo caldo de cultura, cozido em água benta, que se formou Marina Silva, a senhora acreana que a morte de Eduardo Campos traz à ribalta desta eleição. Cuidado! A fala mansa da ex-vice de Eduardo Campos não se harmoniza com a rigidez e o radicalismo de suas posições. O dever cívico de conhecê-las não se cumprirá ouvindo o meigo discurso eleitoral que vem por aí. Há informações muito mais precisas e irrefutáveis na biografia da candidata.
Seu primeiro alinhamento político deu-se com filiação ao Partido Comunista Revolucionário (PRC), célula marxista-leninista albergada no PT onde militou durante uma década. Foi fundadora da CUT do Acre e lá, filiada ao PT, conseguiu o primeiro de uma série de mandatos legislativos: vereadora em Rio Branco, deputada estadual, senadora em dois mandatos consecutivos. Em 2003, no primeiro mandato de Lula, assumiu a pasta do Meio Ambiente, onde agiu como adversária do agronegócio. Sua gestão deu-lhe notoriedade internacional e conquistou ampla simpatia de organizações ambientalistas europeias que agem com fanatismo anti-progressista em todo mundo, menos na Europa...
Foram cinco anos terríveis para o desenvolvimento nacional. No ministério, Marina travava projetos deinfraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial. Os pedidos de licenças ambientais empilhavam-se, relegados ao descaso. Empreendimentos eram cancelados por exaustão e desistência dos investidores. Sempre irredutível, Marina incompatibilizou-se com governadores, com os setores empresariais e com a então ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foram cinco anos terríveis!
Quando se sentiu politicamente firme, largou a Igreja Católica, mudou-se para a Assembleia de Deus e para o PV. Depois, largou não sei que mais e se mudou para o projeto da Rede. Mas isso não a fez menos alinhada com as trincheiras de combate às economias livres, ao agronegócio, e ao evangélico domínio do homem sobre os bens da Criação. A ecomania de Marina Silva inverte a ordem natural nesse convívio, submetendo os interesses da humanidade às determinações que diz extrair do mundo natural. No fundo, vestido com floreios ecológicos, é o velho ódio marxista à propriedade privada dos bens da natureza.
De um leitor, a respeito da animosidade de Marina Silva para com o agronegócio: "Ela é uma praga de gafanhotos stalinistas reunidos numa pessoa só".
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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+. AQUI

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Que descaramento e falta de sensibilidade!

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Da série: A "viúva" de preto encena o sorriso da cobra..



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