Ser apenas contra o aborto não adianta. É preciso fazer algo.

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Por que apoio Jair Bolsonaro?

A resposta é simples e até óbvia.
Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las. François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire

John Stuart Mill foi um filósofo e economista inglês, e um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX.
Escreveu algo que você deveria guardar em sua carteira.

Porém o peculiar maleficio de sufocar a expressão de uma opinião é que tal consiste em uma usurpação contra a espécie humana; e contra a posteridade, tanto quanto á geração presente; contra os que dissentem, mesmo dessa opinião, ainda mais do que contra os que querem externar.
Se a opinião é CORRETA ficam eles privados da oportunidade de deixar o ÊRRO, para possuir a verdade; se porém, ERRÔNEA, perdem o que representa quase tão grande beneficio, uma percepção mais clara e uma impressão mais FRISANTE da verdade, resultante da sua colisão com o ÊRRO. Continue lendo aqui

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Hoje, 31 de março

Amigos,
 
Ontem à noite, o SBT apresentou uma reportagem com o Cabrinni sobre a Revolução. Longe de narrar como fato histórico o fez de uma forma canalha colocando os militares como imbecis e os outros como os heróis da Nova Era. Entrevistou o Cel Curió que já está senil e não concatenou sua fala e, um outro membro revolucionário, escolhido a dedo, que enfiou os pés pelas mãos.
Ora! Isto tudo para lançar uma novela tendenciosa e espúria tratando como heróis crápulas de toda sorte. Está na hora de darmos um basta nisto tudo.

Hoje, 31 de março, que já não é mais data festiva no calendário militar oficial, temos uma presidenta que está fazendo uma via crusis com o corpo do oportunista do Alencar - Lisboa, Brasília e Belo horizonte - com lula chorando aos borbotões. Brincadeira!!

genuíno(nego-me a escrever certos nomes com letras maiúsculas) assessor especial do Ministério da Defesa que, anos atrás, foi condecorado pelo Exército com uma medalha!..Pensando bem; acho, sinceramente, que merecemos parte desta herança posto que falamos muito e agimos pouco. Tenho dito.
 

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De frequentador da zona a crítico dos juros altos, José Alencar está a caminho da canonização

Ucho Haddad – ucho.info

No Brasil, a exemplo do que ocorre em boa parte do planeta, exigir coerência no mundo político é a mais hercúlea das tarefas. Quiçá não seja uma empreitada completamente impossível. Quando um político passa para o outro lado da vida, se é que isso de fato existe, suas mazelas chegam à sepultura muito antes do cadáver. O mau vira bom, o desonesto vira honesto, o implacável vira um coitado. Sem querer duvidar da sua honestidade, esse cenário já recobre a morte de José Alencar Gomes da Silva, vice-presidente da República nos dois mandatos de Lula da Silva (2003-2010), que morreu em São Paulo após mais de uma década de luta contra um câncer abdominal.

Tão logo subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez, José Alencar não demorou a tecer suas críticas contra as altas taxas de juros. Mal sabia Alencar que os banqueiros derramaram verdadeiras fortunas na campanha de Lula e ao incauto povo brasileiro cabia pagar a conta. Como cabe até hoje. E o esperneio discursivo do empresário José Alencar pouco adiantou. Fosse um homem coerente, Alencar teria alcançado o boné e renunciado. Só não o fez por conta de interesses maiores.

Ano e meio depois de tomar posse ao lado de Lula, o simpático José Alencar adotou obsequioso silêncio diante do escândalo que ficou nacionalmente conhecido como “Mensalão do PT”, esquema criminoso de cooptação de parlamentares que trocaram a consciência por um punhado de dinheiro imundo. É verdade que todos são inocentes até prova em contrário, mas no PT de outrora rezava a regra de que para condenar alguém bastavam apenas evidências. A profecia é de autoria de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Pedro Caroço, figura com a qual José Alencar conviveu sem qualquer reserva.

O agora santificado José Alencar apostou nas palavras do companheiro Lula, que certa vez disse com todas as letras que a China é uma economia de mercado. Certo de que o parceiro palaciano sabia das coisas, Alencar deflagrou um processo para abrir uma unidade de seu conglomerado têxtil no país da lendária muralha. Mesmo com o Brasil sofrendo há anos a concorrência desleal dos fabricantes chineses de tecidos e afins, Alencar exigiu que o projeto fosse cumprido à risca. E o mercado brasileiro de tecidos, que deveria ser defendido pelas autoridades verde-louras e também pelo então vice-presidente, foi mandado às favas inclusive por José Alencar.

Por ocasião da CPI dos Correios, que acabou investigando a fonte de financiamento do Mensalão petista, o nome da Coteminas veio à baila, pois a empresa de José Alencar recebeu em uma de suas contas bancárias um depósito de R$ 1 milhão feito pelo PT. Alencar, que logo tratou de isentar de qualquer culpa o seu conglomerado empresarial, alegou que as explicações deveriam ser cobradas do próprio PT. A operação, segundo José Alencar, decorreu do fornecimento de 2,75 milhões de camisetas aos candidatos petistas nas eleições municipais de 2004. O então presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, informou a José Alencar, horas depois da eclosão do escândalo, que o repasse à Coteminas não foi contabilizado pelo partido. A dívida, de R$ 12 milhões, correspondia à época a 50 carretas abarrotadas de camisetas. Para contemplar as necessidades de Lula e Alencar, o caso foi devidamente abafado.

Guindado ao Ministério da Defesa por decisão de Lula, o empresário José Alencar viu a sua Coteminas vender cada vez mais uniformes para o Exército brasileiro. Coincidência? Talvez, mas na política essa palavra não existe no dicionário.

Em 2006, ao aceitar o convite para novamente fazer dupla com Lula da Silva, José Alencar acabou por endossar o “Mensalão” e outros tantos escândalos de corrupção patrocinados pelo Partido dos Trabalhadores e por muitos palacianos. Na ocasião eclodiu o escândalo do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos para prejudicar os então candidatos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra. Mais uma vez, diante de um novo escárnio com a digital da esquerda brasileira, Alencar preferiu submergir.

No quase infindável imbróglio da Varig, coube a José Alencar aproximar o empresário Constantino Oliveira, o nada diplomático Nenê, do presidente Lula, que implorou para que o dono da Gol comprasse a outrora mais importante companhia de aviação do País. Muito estranhamente, Nenê Constantino, tão mineiro quanto José Alencar, atendeu aos apelos de Lula e arrematou a Varig por US$ 300 milhões, uma empresa que estava resumida à própria marca. Até hoje ninguém conseguiu entender a transação que nem mesmo o mais incauto investidor seria capaz de apostar suas economias, mas o universo do poder tem essas situações inexplicáveis.

Em agosto de 2010, ao ser entrevistado pelo apresentador Jô Soares, o nada elegante José Alencar aceitou falar sobre o processo de investigação de paternidade que lhe movia Rosemary de Morais, sua suposta filha, e a recusa em se submeter a um teste de DNA. Ao apresentador global o agora bonzinho José Alencar repetiu o que disse à Justiça. Que a mãe de sua suposta filha era prostituta e que ele [José Alencar] foi um frequentador contumaz das zonas de meretrício das cidades onde morou desde jovem. Ao expor a mãe da sua suposta filha de forma tão covarde e aviltante, José Alencar não apenas escancarou o seu caráter, mas mostrou ao mundo ser ele alguém bem diferente daquele que hoje, após a morte, a consternada população brasileira tenta canonizar.

Ter pena de José Alencar por conta da sua luta contra o câncer não causa espanto. Mas há milhares de brasileiros na mesma situação de Alencar e que lamentavelmente dependem do sistema público da saúde para lutar contra a morte. Esses sim são bravos lutadores, dignos de pena e do respeito incondicional de todos.

Em momento algum quero festejar a morte de alguém, até porque esse é o tipo de atitude que não se toma nem mesmo com os mais figadais inimigos, mas não se pode alçar aos céus com tanta rapidez quem ainda tem contas a acertar com o Criador.

De igual maneira, a minha manifestação não se trata de moralismo oportunista, mas serve como apelo aos brasileiros para que releiam a recente história política nacional e que mantenham a coerência no momento em que mais um político se despede da vida terrena.

Errar é humano, é verdade, mas o erro pontual pode ser transformado em plataforma de acertos futuros se o errante tiver um mínimo de massa cinzenta. Como sempre escrevo, digo e não canso de repetir, sou o melhor produto dos meus próprios erros. Ainda bem! E é por isso que espero que no momento da minha morte os meus inimigos preservem a coerência e mantenham as críticas que me fizeram ao longo da vida. Só assim descansarem em paz, ciente de que mesmo longe dessa barafunda continuarei coerente e incomodando.

O meu finado pai, que tantos bons exemplos me deixou, por certo não encontrou minha mãe na zona mais próxima, mas os que me odeiam podem continuar me chamando de filho da puta – o genial Jânio Quadros dizia que o melhor é se referir ao desafeto como “filho de puta” – com a anuência da minha respeitadíssima genitora. Fora isso, é preciso considerar que, assim como acontece com os árbitros de futebol, jornalistas políticos polêmicos sempre têm uma mãe sobressalente para os costumeiros e inevitáveis xingamentos.

E que o Criador escute as minhas preces e dispense ao ser humano José Alencar o tratamento devido, pois a sua luta pela vida foi inglória. Amém!   Ucho Haddad

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José Alencar, o mito

Por Guilherme Fiuza - Época Online
Assim como o papa João Paulo II, José Alencar escolheu sofrer em público. Ambos poderiam ter deixado seus cargos, no momento em que não tinham mais condições de exercê-los normalmente.

É um tipo de escolha que envolve coragem, mas talvez não seja uma boa escolha.

O espetáculo do fim é sempre triste, e a todo momento alguém está travando sua batalha final. Transformar um cargo público em ponto de encontro para a solidariedade geral pode ser legítimo, mas pode ser também pura amplificação do sofrimento.

José Alencar será lembrado, principalmente, como um vice-presidente que lutou contra um câncer. Isto pode lhe dar uma dimensão heróica, mas embaça sua biografia política.

Qual terá sido a importância política de José Alencar? Eis uma pergunta de difícil resposta.

Depois de uma trajetória pouco relevante como senador – mandato conseguido com a força do empresário –, Alencar ficou conhecido por fazer chapa com Lula: era a união do capital com o trabalho.

Na realidade, essa suposta união de classes nunca passou de um slogan – mais um fetiche exaustivamente explorado pelo populismo.

Lula se tornou palatável às “elites” graças à guinada que deu contra os princípios sectários do PT. Todo o acordo para o respeito às instituições, e as garantias de que não haveria revanchismo “social”, foram costurados por Palocci e Dirceu.

José Alencar não teve importância nesse acordo de paz entre “o capital e o trabalho”.

Ao contrário, ao longo de seus oito anos de mandato, o vice-presidente escolheu uma trincheira de “governo de oposição” – atacando sistematicamente alguns pilares da política econômica, e fazendo uma suposta cruzada contra os juros altos.

Nesse particular, nem é possível dizer que Alencar chegou a fazer de fato uma campanha, já que apenas repetia seu bordão contra os juros, sem nada propor. Chegou a declarar que, se fosse presidente, baixaria os juros por decreto – o que só pode ser levado a sério pelos xiitas do PSTU.

Na política, José Alencar viveu de sua biografia empresarial – o garoto pobre que enriqueceu trabalhando de maneira honesta. Um belo exemplo.

Mas alçá-lo à galeria dos líderes políticos não é honesto. Uma das causas perversas da exploração do trabalho pelo capital, no Brasil, é a esdrúxula estrutura tributária, pela qual o Estado garfa a produção privada. Não se tem notícia de uma ação clara do ex-vice-presidente da República contra esse absurdo.

O papel realmente vivido por José Alencar, em oito anos de governo, foi o do empresário amigo do operário presidente.

Como mitologia, muito interessante.

Fora isso, fica a solidariedade ao homem que lutou bravamente pela vida – como tantos outros lutam, longe dos holofotes.

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Ser apenas contra o aborto não adianta. É preciso fazer algo.

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Triste com morte de Alencar, suposta filha diz estar "magoada" por não ter sido reconhecida

Especial para o UOL Notícias 
Em Belo Horizonte
Rosemary de Morais, suposta filha de José Alencar que vive em Caratinga (MG)
A professora aposentada Rosemary de Morais, 55 anos, que pleiteia na Justiça ser reconhecida como filha do ex-vice-presidente da República José Alencar, morto ontem em São Paulo, revelou sentir-se “magoada” por não ter conseguido resolver a questão da paternidade com ele ainda em vida. Ela concedeu rápida entrevista por telefone à reportagem do UOL Notícias, em Caratinga (região do Rio Doce, a 315 quilômetros de Belo Horizonte), município onde reside.

“Fiquei muito sentida e magoada por não ter resolvido o caso com ele em vida, do jeito que eu queria. Não tive a oportunidade de conversar com ele pessoalmente’, explicou Rosemary.

Rosemary adiantou que deverá comparecer ao velório do ex-vice-presidente, marcado para ocorrer nesta quinta-feira (31) em Belo Horizonte, no Palácio da Liberdade, ex-sede do governo de Minas Gerais. 
No entanto, a suposta filha de José Alencar demonstrou tristeza com a notícia da morte de José Alencar.

“Eu sinto muito pelo que ocorreu (morte de José Alencar). Mas vou agora aguardar o que poderá ocorrer”, resumiu a aposentada, que disse ter tomado ciência do óbito dele pela televisão.

Ela ajuizou ação de reconhecimento de paternidade em 2001. No ano passado, a Justiça da comarca de Caratinga reconheceu a paternidade do ex-vice-presidente em relação à aposentada. Ela alega ser fruto de romance entre o ex-vice-presidente e a sua mãe, Francisca Nicolina de Morais, entre 1953 e 1954, quando ambos residiam na cidade mineira. De acordo com a sentença, ela passou a ter direito de usar o sobrenome de Alencar.

Para o advogado da aposentada, Geraldo Jordan Júnior, o juiz José Antônio de Oliveira Cordeiro se baseou em provas testemunhais e na recusa de Alencar em fazer o teste de DNA. Segundo o advogado, o processo corre em segredo de Justiça. Ele explicou que os defensores de Alencar recorreram da decisão do juiz de Caratinga (1ª Instância) no TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), mas conforme Júnior, ainda não houve decisão sobre o caso.
Segundo a assessoria do TJ de MG, o processo está em fase de recurso, feito pelos advogados de Alencar, contra a sentença do juiz de Caratinga

Comentário: A única certeza que temos é que a morte um dia chega. Seria muito bom que, o empresário José de Alencar, tivesse nos poupado das  trilhas da selvática e aspereza moral da política em que nos encontramos. A vida foi muito generosa com o empresário José de Alencar, um dia nossa juventude irá cobrar essa imensa colaboração que ele deu ao Brasil, ajudando a eleger o governo mais corrupto da história deste país, e de ter passado a mão na cabeça dos quadrilheiros do mensalão. É muita hipocrisia da imprensa e de diversos partidos políticos, mitificar um ex-presidente da república que nunca apitou nada, apenas se aliou ao mais corrupto dos governos por interesses pessoais.  Siga em paz! Movcc/Gabriela

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O "doutor" em canalhice não desencarna de jeito nenhum...

O "doutorado" de Lula em Coimbra custa U$ 20 milhões. Por ano.

Está explicado o verdadeiro motivo para homenagem feita ao "Doutor" Lula pela Universidade de Coimbra. 10% do alunado da prestigiosa universidade (apenas no Brasil) é composta por bolsistas brasileiros. Nem a Espanha, ali ao lado, manda tanto aluno para a UC. As bolsas são pagas pelo governo brasileiro. Ontem, 900 bolsistas brasileiros formaram uma barulhenta claque paga para aplaudir o doutoramento do iletrado. Juntos estes bolsistas recebem, por ano, da Capes, cerca de U$ 20 milhões para estudar lá fora. O quanto é pago para Coimbra não é conhecido, mas deve ser basicamente a mesma coisa. Quem não fala inglês, francês ou italiano, costuma buscar o canudo em dinossauros como Coimbra em Portugal, Lion na Espanha ou o Museo Argentino, no vizinho ao lado. O unico ônus é ter que, uma vez na vida  e outra na morte, aplaudir um Lula virando doutor. Mas, como diria o poeta português Fernando Pessoa, tudo vale a pena, se a bolsa , ops!, se a alma não é pequena.

Comentário: Essa notícia veio de encontro com que eu estava a imaginar. Só podia estar rolando dinheiro  nessa história. Não é possível que a imprensa internacional não tenha o mapa do caráter de Lula da Silva. Pois é. Estamos contribuindo para que o nosso mais ilustre homem de Garanhús, receba o título de "doutorado" custeado pelo Estado. Só podia ser desse jeito. Dinheiro. Money! Pois é, amigos! Sem o capitalismo não fazemos absolutamente nada. Nós geramos o capital, e a cambada embolsa, enaltece, ilumina o mais escuro da treva da ilustre ignorância. Haja dinheiro para comprar "doutorado" e  disfarçar  o complexo de iletrado. Money, Money !! Movcc/Gabriela 

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Já vi esse filme:Biografia de Marina Silva vai virar filme

da Livraria da Folha
Biografia conta as dificuldades políticas e os problemas de saúde


A editora Mundo Cristão fechou contrato com a Cineluz Produções, da cineasta Sandra Werneck, diretora de "Cazuza", cedendo os direitos de adaptação do livro "Marina: A Vida por uma Causa".

Ainda sem previsão para o início das filmagens, a biografia conta a história da ex-candidata à Presidência da República desde a infância no seringal, onde cresceu dependente da plantação de borracha, à conversão evangélica.

Os problemas de saúde e o envenenamento por metais pesados --provavelmente causado pela superdosagem de remédios para o tratamento da leishmaniose-- também são abordados.

Em formato de livro-reportagem, o exemplar --com prefácio do cineasta Fernando Meirelles-- foi elaborado e escrito pela jornalista Marília de Camargo César.

Comentário: Esses tais “socialistas” se acham a "flor de lótus" da humanidade. Diz a lenda: Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição ...

Qual a importância de Marina Silva ter se tornado “política” e evangélica? Na minha opinião, nenhuma! Marina Silva é um Lula de saias, que soube aproveitar o tempo e estudou, e que, espertamente, usa seus 20 milhões de votos para dividir um partido que lhe ofereceu uma oportunidade única. Enfim, eram duas coisas ruins que se apresentaram para a presidência do Brasil, Marina e Dilma. Pior impossível! Marina é a reencarnação da "santinha" do comunismo, que se amolda como uma senhora imaculada nesse campo alvoroçado e corrupto da política. Super discreta em seus comentários quando seus "companheiros" se envolvem em corrupção, e linguaruda e desafinada com quem possa arrancar seu véu. Tá!!

Muita biografia para tão pouco talento. As doenças são comuns em todas as famílias do Brasil, não será sua fragilidade de saúde que irá torná-la uma notável mulher, entre milhares de mulheres no Brasil que sofrem com o descaso da saúde. Não desmereço a história de dona Marina, ou de qualquer outro brasileiro sofrido que alcançou algum sucesso na vida. Pois é. Chega desse complexo de inferioridade ser exaltado através de filmes. Uma coisa acho maravilhoso no casal Obama, são pessoas seguras e lindas, que não sentem complexo por nada. Nunca ouvi do presidente Obama, se referir a sua cor de pele, e dar notoriedade a  ser o primeiro presidente dos USA negro. Ele é o presidente dos USA e ponto. Isso no mínimo é grandioso e competente. Nossos bugres são demasiadamente complexados, e buscam na miséria e doença, méritos para alcançarem o topo da pirâmide. Movcc/Gabriela

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O movimento democrático de 1964 e a defesa da Pátria - Tenente Brigadeiro do Ar Ivan Frota

Tenente Brigadeiro do AR,  Ivan Frota

Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março ...de 1964 é a data histórica que marcou um "basta" contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional. Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instala-ção no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infra-estrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado. Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não, pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual "gramsciano" – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de "aparvalhamento" da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:
- Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo

- Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade
- Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema.
- Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabele-cimentos militares de ensino
- Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do "partido único".

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma mino-ria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.
Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar bra-sileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renova-ção do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pes-soal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.
No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

As negociações diplomáticas são desenvolvidas sob aparente igualdade de condições, onde, porém, impera o conhecido adágio, seguido pelos mais fortes: "Seja razoável! Faça como eu quero".

O argumento final da diplomacia é sempre o da força militar.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

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Broncas de Dilma podem provocar debandada...

O jeito estúpido de ser da presidenta Dilma pode lhe custar algumas defecções em sua equipe de governo. Pelo menos três ministros que despacham mais assiduamente com Dilma afirmaram a esta coluna temerem que novos desaforos provoquem uma certa debandada. “Há ministros que não fazem a menor questão de despachar com a presidenta”, disse um deles, “exatamente para não ouvir seus gritos”.

Desarrumação
A preocupação de ministros mais íntimos é que uma “debandada” pode desarrumar inclusive a composição da base de apoio no Congresso.

 TPM permanente
Somente não ouviu desaforos da presidenta quem não despachou com ela. Quanto mais assíduos os auxiliares, mais frequentes as broncas.

Comentário: É bobagem dizer que ela sofre de TPM, já passou da idade. De acordo  com especialistas no assunto, pós-menopausa é o período que se segue à menopausa e se prolonga até a velhice ou maior idade. O início da velhice é impreciso. A presidente Dilma, não representa as mulheres de fato, porque mulheres não se comportam como verdadeiros machos mal educados. Não precisa de nada *roxo* para governar um país, é necessário tão somente, competência, estilo e elevada educação, pois um governante é a vitrine de um país, e não ponto  de espetáculo para mostrar o "temperamento" da ignorância. Movcc/Gabriela


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O presidente da República Michel Temer disse em pronunciamento: Alencar receberá honras fúnebres de chefe de Estado

Laryssa Borges - Notícias Terra
O presidente da República em exercício, Michel Temer, confirmou nesta terça-feira que o ex-vice-presidente, José Alencar, receberá na quarta em Brasília honras fúnebres de chefe de Estado. Alencar, por cuja morte foi decretado luto oficial de uma semana, ocupou a presidência interinamente por cerca de um ano durante as viagens do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É uma perda irreparável que sofre nosso País com a ausência do ex-vice-presidente. Acabei de assinar decreto de luto oficial por sete dias, sendo certo que o ex-vice-presidente receberá honras fúnebres de chefe de Estado justificadamente porque Sua Excelência exerceu por praticamente um ano a presidência da República em face das viagens feitas pelo presidente Lula", disse Temer em pronunciamento.

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O recomeço dos pontapés na verdade avisa que o espetáculo da canalhice não vai parar


 foto, Antonio Cruz/ABr

Não adianta o execrável e  iletrado receber títulos de "doutorado" das Universidades em decadência, ele continuará sendo a síntese da canalhice. Movcc/Gabriela


Por Augusto Nunes - Veja Online
Sempre favorecido pela mudez pusilânime da oposição oficial, o ex-presidente Lula retomou a rotina dos socos e pontapés na verdade, agora para remover da biografia as patifarias e bandalheiras que sublinharam a política externa brasileira nos últimos oito anos. O novo ato da farsa começou em 8 de fevereiro, quando Lula desembarcou no Senegal com pose de conselheiro do mundo. O que estava achando da rebelião que ameaçava o reinado de Hosni Mubarak?, alguém quis saber.

“Há muito tempo, todo o mundo sabia que era preciso voltar à democracia no Egito”, fantasiou o maior dos governantes desde a chegada das caravelas. “O que está acontecendo no Egito é simples: água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Chegou uma hora em que o povo falou: ‘Eu existo, quero participar’”. Nenhum repórter cobrou-lhe o falatório despejado durante a visita ao ditador companheiro em dezembro de 2003. “O presidente Mubarak é um homem preocupado com a paz no mundo, com o fim dos conflitos, com o desenvolvimento e com a justiça social”, derramou-se Lula no meio da discurseira.

Como nenhum político oposicionista se lembrou de desmascará-lo publicamente, o farsante entrou em março pronto para comentar a situação na Líbia de Muammar Kadafi com cara de quem conheceu só de nome o psicopata que qualificou de “amigo, irmão e líder”. Era previsível que, na semana passada, a metamorfose malandra começasse a apagar a história dos oito anos de relações promíscuas com o companheiro Mahmoud Ahmadinejad.

Um jornalista perguntou-lhe por que só agora o governo brasileiro resolveu votar a favor da apuração de denúncias de violações de direitos humanos no Irã. “Porque não houve votação, a votação foi só agora”, mentiu o ex-presidente que sempre se curvou à vontade dos aitolás atômicos. Sem ficar ruborizado, interrogou o entrevistador e respondeu por ele: “Por que você não fez essa pergunta antes? Porque só pode fazer agora”.

É muito cinismo, comprovam alguns trechos do post publicado neste espaço em 20 de novembro de 2010, reproduzidos abaixo em negrito:

Foi aprovada por 80 votos a resolução da ONU que expressa “profunda preocupação” com as violações dos direitos humanos promovidas pelo governo do Irã, critica a pena de morte e rejeita a violência contra a mulher. Trata-se de mais uma tentativa de salvar Sakineh Ashtiani, condenada a morrer apedrejada — e de colocar o regime dos aiatolás no caminho que leva para longe da Idade da Pedra.

Os 44 países que votaram contra a resolução se tornaram comparsas confessos de uma ignomínia assim justificada pelo embaixador iraniano, Mohammad-Javad Larijani:”O apedrejamento significa que você deve fazer alguns atos, jogando um certo número de pedras, de uma forma especial, nos olhos de uma pessoa. Apedrejamento é uma punição menor que a execução, porque existe a chance de sobreviver. Mais de 50% das pessoas podem não morrer”. Como optou pela abstenção, o governo brasileiro acha que a argumentação faz sentido. Por omissão, transformou-se em cúmplice do horror.

“A maneira pela qual algumas situações de direitos humanos são destacadas, enquanto outras não, serve apenas para reforçar que questões de direitos humanos são tratadas de forma seletiva e politizada”, miou em nome do Itamaraty o diplomata Alan Sellos. “Eu, pessoalmente, sou contra, mas não posso dizer a quem tem isso na sua cultura que seja contra”, emendou o ministro da Defesa e comerciante de aviões Nelson Jobim. No caso do Irã, o jurista de araque só autoriza discurseiras federais a favor dos aiatolás atômicos e de eleições fraudadas. Haja cinismo.

Jobim e o resto da turma sabem que a falsa neutralidade só reafirmou que o presidente Lula não hesita em envergonhar a nação para curvar-se à vontade do companheiro Mahmoud Ahmadinejad. Dilma Rousseff, que logo depois de eleita qualificou o apedrejamento de “uma barbárie”, não deu um pio sobre a abstenção pusilânime. A política externa da cafajestagem ao menos é coerente. Tão coerente, aliás, quanto o silêncio dos líderes oposicionistas, que entre uma e outra derrota eleitoral mergulham no recesso de quatro anos. Como está em férias, a oposição oficial não teve tempo para indignar-se com mais um ultrajante tapa na cara do país que presta.

O espetáculo da canalhice não pode parar.

O ex-presidente nega ter feito o que acabou de fazer sem ser aparteado por um único senador, deputado ou vereador. O silêncio estrepitoso da oposição oficial avisa que o espetáculo da covardia também não tem prazo para terminar.

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Economista americano defende a política de livre mercado

Uma prisão indevida ou a tortura, por exemplo, são atentados contra um tipo de propriedade privada: o seu corpo. A repressão política ameaça outros tipos de propriedade: o direito à livre expressão e à livre associação. 

Para ele o lassaiz-faire é o melhor instrumento regulador para qualquer tipo de relação, seja humana ou mercantil.

Globo News - Milênio
Walter Williams é um dos mais renomados e polêmicos economistas dos Estados Unidos e leciona na Universidade George Mason, na Virginia, desde o início dos anos 1980. É um dos mais arraigados defensores do lassaiz-faire que caracteriza a defesa do liberalismo econômico mais puro.

Para o professor Williams, as principais questões políticas, sociais e econômicas atuais deveriam ser analisadas e corrigidas levando-se em consideração que tudo é “uma questão de se respeitar a propriedade privada”. Para ele o livre mercado é o melhor instrumento regulador para qualquer tipo de relação, seja humana ou mercantil. “Quanto menos intervenção do Estado – em qualquer área – melhor”, defende ele.

Uma prisão indevida ou a tortura, por exemplo, são atentados contra um tipo de propriedade privada: o seu corpo. A repressão política ameaça outros tipos de propriedade: o direito à livre expressão e à livre associação. Na mesma linha de raciocínio, Williams questiona os resultados e a eficácia das chamadas “ações afirmativas” e das cotas raciais nos Estados Unidos e diz que apenas servem para reforçar ainda mais os estereótipos raciais em vez de beneficiar a integração social.

“Ele vai além. Defende a ideia de que, em uma democracia verdadeira, as liberdades têm que ser respeitadas a ponto de se garantir o direito de grupos com ideias moralmente questionáveis, como a Ku Klux Klan, de se reunirem”, comenta o correspondente Luis Fernando Silva Pinto, que entrevistou o professor Williams na própria Universidade George Manson.

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NUANÇAS DO SOCIALISMO.

( enviado pelo Bom Patriota)

A brutalidade que a doutrina socialista tenta legitimar por meio de um solidarismo forçado teve como modelo a fase jacobina da Revolução Francesa, quando foram guilhotinadas mais de 45 mil pessoas. Contudo, a sua índole autoritária remonta às origens do pensamento socialista. O “Code de la Nature”, de Morely, publicado em 1755, já estabelecia: “Art 1º - Nada na sociedade pertencerá singularmente nem como propriedade a ninguém. (...) Aos cinco anos, todas as crianças serão retiradas da família e educadas em conjunto, às custas do Estado, de um modo uniforme (...) As cidades serão construídas seguindo a mesma planta; todos os edifícios para uso dos particulares serão iguais”.

Texto Completo

Por Maynard Marques de Santa Rosa
A ideologia socialista contém duas inconsistências que maculam a sua concepção metafísica: uma é a premissa da igualdade social; a outra, sua ambigüidade ética.

A igualdade social mostrou-se impraticável, por implicar o nivelamento do mérito. As pessoas são socialmente desiguais, porque nascem com potencialidades diferentes e são soberanas no uso do próprio livre-arbítrio. É o esforço pessoal que baliza o mérito.

Algumas são mais inteligentes, trabalham e produzem mais, economizam e poupam para o futuro. Outras são menos dotadas ou produzem menos, e muitas desperdiçam o que ganham. O direito à propriedade é o ressarcimento natural do trabalho e a remuneração do mérito. A intenção de padronizar as condições sociais contradita o conceito de justiça.

A igualdade de direitos e deveres perante a lei, consagrada por quase todos os povos, é uma vitória da humanidade, que honra a memória e o talento de Rousseau. O nivelamento do mérito, no entanto, é injustiça. Ao impô-lo, anula-se a força da motivação, estimulando a ociosidade e a preguiça. Com isso, desperdiça-se o potencial criativo das pessoas, restringindo-se o progresso da sociedade. Foi justamente essa mazela que minou as bases da economia planificada, levando ao colapso a União Soviética.

A bandeira da igualdade social está superada, pois as conquistas alcançadas pela civilização em mais de um século de evolução contínua conseguiram eliminar as principais raízes de injustiça que nutriam o sentimento revolucionário dos trabalhadores na era da Revolução Industrial.

A ambigüidade ética do socialismo decorre da sua estratégia de implantação. Durante a crise de 1848, Karl Marx e F. Engels firmaram o “Manifesto do Partido Comunista”, patenteando uma ameaça permanente e implacável: “Os comunistas pouco se importam em esconder seus pontos de vista e objetivos. Declaram abertamente que seus fins podem ser obtidos somente pela destruição pela força de todas as condições existentes. (...) Trabalhadores de todos os países, uni-vos!”

Assim, incapaz de convencer pela razão, apela-se à violência, para forçar a transformação da sociedade. E não se estabelecem limites. Lenin costumava afirmar que “os fins justificam os meios”.

A brutalidade que a doutrina socialista tenta legitimar por meio de um solidarismo forçado teve como modelo a fase jacobina da Revolução Francesa, quando foram guilhotinadas mais de 45 mil pessoas. Contudo, a sua índole autoritária remonta às origens do pensamento socialista. O “Code de la Nature”, de Morely, publicado em 1755, já estabelecia: “Art 1º - Nada na sociedade pertencerá singularmente nem como propriedade a ninguém. (...) Aos cinco anos, todas as crianças serão retiradas da família e educadas em conjunto, às custas do Estado, de um modo uniforme (...) As cidades serão construídas seguindo a mesma planta; todos os edifícios para uso dos particulares serão iguais”.

A profecia de Marx, de que o capitalismo se extinguiria por força das contradições imanentes, não se consumou. Ao contrário, foi justamente o “socialismo real” que desmoronou, ao final da década de 1980, carcomido pelas suas incoerências intrínsecas.

O fundamentalismo socialista, no entanto, teima em persistir nas mentes inconformadas, que acalentam uma realidade preconcebida, abstraindo a realidade dos fatos. Assim é que foi ressuscitado, na década de 1990, o modelo da Revolução Passiva, de Antonio Gramsci, invertendo as fases revolucionárias. A violência, agora, reveste-se de uma letalidade subjacente, a da arma psicológica, que não fere o corpo, mas neutraliza a alma. Primeiro, há que destruir a cultura “burguesa”, para só depois implantar a “ditadura do proletariado”.

No Brasil, o estigma ideológico representa uma barreira de difícil superação, que divide a sociedade e desafia os governos, gerando desconfiança entre irmãos e retardando o progresso.

O colapso do materialismo histórico e dialético no Leste europeu mostrou que esse regime só poderia sobreviver sob condições de pressão contínua e tirania totalitária; logo, na contra-mão da natureza humana. Felizmente, a profecia que se confirma é a de Mateus, 7, 17-23: “Toda planta que meu pai não plantou será cortada e lançada ao fogo”.

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