Depois de recuar significativamente em 2008, na esteira do escândalo que derrubou a ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) e constrangeu vários de seus colegas de Esplanada, os gastos com cartões corporativos do governo voltaram a crescer em 2009. Até meados de dezembro, somaram R$ 64,5 milhões -contra R$ 55,2 milhões no período anterior. O valor total ainda deve sofrer acréscimo quando forem computadas as despesas de final de ano.A principal responsável pelo aumento é a Presidência, cujos gastos, que passaram a ser secretos, saltaram de R$ 4,9 milhões para R$ 6,8 milhões. Nessa rubrica entram tanto despesas administrativas quanto com a segurança de Lula e de sua família. Por Renata Lo Prete
Memória. O escândalo dos cartões acabou gerando uma CPI no Congresso. O auge ocorreu quando a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, mandou confeccionar um dossiê revelando gastos da gestão FHC.
Empurra. Depois de deixar de lado as acusações contra Dilma no caso do dossiê, a Comissão de Ética Pública decidiu no final do ano arquivar o caso do currículo da ministra, postado na página da Casa Civil com informações erradas. Folha de S. Paulo
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