A CADA pagamento a título de indenização por supostos danos causados pela ditadura fica mais evidente que a resistência aos militares virou um rentável investimento.
AGORA, a Comissão de Anistia distribui dinheiro público a filhos e até netos de perseguidos políticos.
AINDA CHEGARÁ a vez de bisnetos. O Globo
EDITORIAL DO BLOG
Ao mesmo tempo em que despojam nosso bolso de forma cada vez mais acintosa - agora, contemplando a descendência dos tais perseguidos - a militância esquerdista resolveu sair em defesa do plano dos 'direitos dos manos'. Forçando pelo berro, eles insistem na punição da Instituição que simplesmente tem o melhor conceito entre os brasileiros, segundo a última pesquisa do "Barômetro de Confiança nas Instituições Brasileiras": as Forças Armadas.
Enquanto nossos soldados estão morrendo no Haiti, mergulhados no caos, tentando ajudar o povo daquele país, os tontons macoute da CUT, MST, UNE – que se autodenominaram “representantes da sociedade” - não se acanham em levantar cartazes de terroristas assassinos, em público, e insistir no revanchismo contra o Exército. Além é claro, de defenderem o despautério assinado por Lula.
Esses parasitas que ficam encenando contra a "injustiça" não têm respeitabilidade, nem legitimidade, para querer falar em nome da sociedade. São criminosos: Tanto assim, que o MST é o movimento mais odiado do Brasil ; a CUT é “aquele sindicato que contrata capangas e cobra mais caro para quebrar tudo”; a acéfala UNE, que recebeu mais de R$ 2,49 milhões em 2009, em recursos federais, também não fala pela sociedade. Essa gente racionaliza seu próprio enriquecimento como justa compensação pelo seu trabalho duro "em nome do povo comum”.
Soluções recomendadas sob o ruído das propagandas e protestos das esquerdas, discernem o eco do alvo bem abaixo da superfície, através do ruído de fundo incidental. O que esses grupos costumam apoiar invariavelmente exige algum tipo de medida de coação generalizada: o PNDH, por exemplo.
O fato de Lula ter retirado a expressão “repressão política” do novo decreto, pode até ser considerado uma “vitória”, mas é parcial, está longe de afastar o grave perigo que paira sob as nossas cabeças – da verdadeira sociedade. Por Arthur/Gabriela
AGORA, a Comissão de Anistia distribui dinheiro público a filhos e até netos de perseguidos políticos.
AINDA CHEGARÁ a vez de bisnetos. O Globo
EDITORIAL DO BLOG
Ao mesmo tempo em que despojam nosso bolso de forma cada vez mais acintosa - agora, contemplando a descendência dos tais perseguidos - a militância esquerdista resolveu sair em defesa do plano dos 'direitos dos manos'. Forçando pelo berro, eles insistem na punição da Instituição que simplesmente tem o melhor conceito entre os brasileiros, segundo a última pesquisa do "Barômetro de Confiança nas Instituições Brasileiras": as Forças Armadas.
Enquanto nossos soldados estão morrendo no Haiti, mergulhados no caos, tentando ajudar o povo daquele país, os tontons macoute da CUT, MST, UNE – que se autodenominaram “representantes da sociedade” - não se acanham em levantar cartazes de terroristas assassinos, em público, e insistir no revanchismo contra o Exército. Além é claro, de defenderem o despautério assinado por Lula.
Esses parasitas que ficam encenando contra a "injustiça" não têm respeitabilidade, nem legitimidade, para querer falar em nome da sociedade. São criminosos: Tanto assim, que o MST é o movimento mais odiado do Brasil ; a CUT é “aquele sindicato que contrata capangas e cobra mais caro para quebrar tudo”; a acéfala UNE, que recebeu mais de R$ 2,49 milhões em 2009, em recursos federais, também não fala pela sociedade. Essa gente racionaliza seu próprio enriquecimento como justa compensação pelo seu trabalho duro "em nome do povo comum”.
Soluções recomendadas sob o ruído das propagandas e protestos das esquerdas, discernem o eco do alvo bem abaixo da superfície, através do ruído de fundo incidental. O que esses grupos costumam apoiar invariavelmente exige algum tipo de medida de coação generalizada: o PNDH, por exemplo.
O fato de Lula ter retirado a expressão “repressão política” do novo decreto, pode até ser considerado uma “vitória”, mas é parcial, está longe de afastar o grave perigo que paira sob as nossas cabeças – da verdadeira sociedade. Por Arthur/Gabriela
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