
O empresário Andi Roberto Gurczynska, que trabalhou como segurança da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), declarou à CPI da Assembleia Legislativa de São Paulo que emitia notas de serviço para a entidade e, em contrapartida, recebia em sua conta depósitos de valor “dez vezes superior”. A diferença, contou, era resgatada depois e levada ao então presidente da Bancoop, Luís Malheiro. “Era voz corrente que o dinheiro ia para o PT”, disse. Segundo Andi, ele próprio escoltava Malheiro até a Bancoop, que era dirigida por João Vaccari Neto, hoje tesoureiro do PT. Nessas visitas, Malheiro levava os envelopes que haviam sido retirados da agência bancária. Andi relatou que emitiu notas no valor de R$ 3.800 cada uma. A Bancoop depositava R$ 38 mil em sua conta bancária por nota lançada. Ele abriu seu sigilo bancário e fiscal para provar que os valores foram depositados a seu favor, mas sacados em seguida. ( Blog do Alvaro Dias)
Um comentário:
Golpe mais velho que mijar no muro.
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