Trapalhão arrumou uma Trapalhona


(Giulio Sanmartini) Durante 5 anos mantive relacionamento, digamos estreito, com uma criatura que era militante de um grupo que recebia dinheiro de Cuba para agir no Brasil. Muitas vezes esse grupo reunia-se na casa onde eu morava com a dita cuja, para discutir as estratégias a serem adotas, mas a única real executada era o whisky escocês dando pela canela e pago por Fidel Castro.

De uma feita, um novato ingênuo, perguntou ao chefão que fazia um aberto elogio à qualidade de uma marca daquela bebida, qual era a diferença entre o whisky escocês e o nacional, a resposta foi imediata: “Não sei, eu nunca tomei whisky nacional!”,

Mas todos usavam para beber grosseiros copos de geléia, pois os de cristal eram coisas dos burgueses filhos da puta.

Pois é, lembrei desse fato ao tomar conhecimento que Dilma Rousseff, candidata feita a enxó por Lula, para substituí-lo, chegou à Paris (15/6), teoricamente para um encontro com o presidente francês Nicolas Sarkzy, mas suas bizarrices ridículas começaram a ser observada, desde sua descida do avião fantasiada de jovem e pobre turista, pois além de vestir jeans trazia pendurada às costas uma simples mochila, mas sua farsa era imediatamente denunciada pelos brincos de brilhantes que resplandeciam em suas orelhas. Depois levou como “apoio” um séqüito de inúteis assessores e coordenadores sob a chefia do secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo,

Ela hospedou-se numa suíte no hotel Champs Elysées Plaza, com preço mínimo oficial da diária de € 1.100,00, ou seja o suficiente para comprar todos os dias algo como 40 boas mochilas ou 35 calças jeans. Em fim, sua demonstração de falsa simplicidade mostrou uma demagogia que ficou mais deslocada, que um elefante bêbado de patins em uma loja de louças.

Quem estaria pagando essa farra?, certamente o dinheiro não saiu da carteira de Dilma e muito menos do Partido dos Trabalhadores que carrega uma dívida de R$ 35 milhões, remanescente da campanha de 2006. Portanto não é muito difícil, por exclusão saber que está bancando o rega-bofes .

Mas seguindo as pegadas de seu guru Luiz Inácio Lula da Silva, ela não pode deixar de fazer sua “cagada” diplomática. Dilma recebeu em sua “modesta” suíte do hotel, Martine Aubry a secretária-geral do Partido Socialista (PS), o maior da esquerda francesa. Desta Dilma ouviu críticas ferozes a um aliado de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da França, Nicolas Sarkozy: “O que Sarkozy fez é injusto e totalmente irresponsável”, definiu, menosprezando a proximidade entre os presidentes da França e do Brasil. Segundo o relato da francesa, a petista também teria feito críticas ao chefe de Estado francês. “Dilma me disse que (o projeto de Sarkozy) é o inverso da política do presidente Lula, que tenta aumentar as aposentadorias para que haja consumo e relançamento da atividade econômica.”. Claro que Sarkozy ficou sabendo dessa indelicadeza, como pode se ver na fotografia dele com Dilma, que diz tudo.

É, pelo andar da carruagem, Dilma vai funhunhar mais o Brasil do que Lula está funhunhando.

Oh Dilma!, tenha a santa paciência, pegue suas tralhas e vá se funhunhar em outra freguesia.Prosa&Política



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