Entendendo o Tea Party

Nesse exato momento os prognósticos eleitorais nos EUA dão como certa a derrota das esquerdas, para todos os cargos. Quem faria uma previsão dessas há um ano? Ninguém.

Quando eu escrevi a resenha do livro Missa Negra, do John Gray, o movimento do Tea Party ainda não tinha eclodido e o governo Bush estava em baixa. A coisa, no cenário mundial, parecia perdida, com a iminente eleição de Barack Obama. A Europa inteira estava (está) sob as rédeas da social-democracia. Eu não via futuro para os valores superiores da civilização ocidental, que continuava (continua) sob o assédio guerreiro do Islã.

Para piorar tudo explodiu a crise econômica mundial, que pegou a quase todos de surpresa. Veio com uma ferocidade nunca vista e os trompetes do apocalipse foram tocados.

Mas eis que, quando tudo parecia acabado e perdido, as forças vivas da civilização brotaram novamente. Tinha que ser lá, nos EUA, nessa bendita terra que tem a vocação de virar a guardiã da ordem em toda parte. Mesmo elegendo, por um soluço histórico, o representante da decadência esquerdista, ato contínuo o povo, de forma espontânea e inesperada, sem lideranças aparentes, sem condutores nomeados, seguindo o próprio instinto de sobrevivência, do certo e do errado, começou a derrotar os inimigos da civilização nos redutos historicamente por eles dominados. Vimos que o sucessor do senador Kennedy, depois de 47 anos, é um conservador.( clique aqui ) Mídia sem Máscara/ Por Nivaldo Cordeiro

"Tea Party": o antídoto que precisa ser desenvolvido na AL - movcc

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