Na verdade, Iara Lee começava a tirar o corpo fora. Ao perceber que seus planos de ter imagens suficientes para uma produção pallywoodiana começavam a fazer água, e sabendo que estava lidando com uma organização acostumada a se posicionar sempre contra Israel, a cineasta jogou a responsabilidade de “encontrar chifre em cabeça de minhoca” para a ONU.
AS IMAGENS DE IARA LEE CONFIRMAM VERSÃO DAS IDF
Ao observarmos as imagens de Iara Lee, percebemos que os soldados israelenses foram na verdade vítimas de uma emboscada. E que a morte dos 9 ativistas do navio Mavi Marmara, num ato de legítima defesa das Forças de Defesa de Israel (IDF), foi pouco diante do eminente massacre para o qual estas foram atraídas.
As fotos abaixo são uma cortesia da cineasta Iara Lee. Pegamos seu vídeo e selecionamos as melhores imagens para que os leitores do NOTÍCIAS DE SIÃO possam perceber a armadilha que prepararam para os soldados das IDF.
Agora vocês entenderão porque em diversos momentos aparece alguém pedindo para que o cinegrafista de Iara Lee não registre determinadas cenas. Afinal de contas, as imagens poderiam provar que além de NÃO TER NENHUMA AJUDA HUMANITÁRIA À BORDO, havia ódio de sobra entre os tais Ativistas Humanitários.
E foi exatamente por isso que, atendendo aos apelos dos seus cúmplices, o cinegrafista deixou de filmar muita coisa que aconteceu naquela manhã na costa de Gaza nas águas do Mar Mediterrâneno.
Da mesma forma que Mohammad Bakri, o diretor de “Jenin-Jenin”, foi obrigado a admitir que exagerou quando sugeriu que as IDF haviam feito um massacre na cidade de Jenin, Iara Lee deve também admitir que falou besteira ao dizer que seu filme provaria a brutalidade do Exército de Israel.
Na verdade, as imagens mostram o oposto. Vejam alguns dos frames que eu pincei do filme divulgado por Iara Lee. Leia mais no Blog do Sião
Essa dondoca deveria morar lá no Iran
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