13 PASSOS DE UMA FARSA

1 - O PT primeiro reclamou dos blogs e sites tucanos.
2 - Depois houve uma “reportagem” a respeito da suposta virulência tucana numa revista petista, que recebe generosas verbas públicas, embora não tenha leitores.
3 - Páginas da Internet de blogueiros que trabalham para o governo passaram a falar da “guerra suja” na Internet — promovida, claro, pelos tucanos.
4 - “Guerra suja” é quando os petistas são atacados; quando eles atacam, é crítica política.
5 - Depois começou a campanha no Twitter;
6 - A infiltração petista nos grandes jornais ampliou a gritaria;
7 - O PT anunciou que iria recorrer à Justiça e ganhou “reportagens”;
8 - O PT anunciou a convocação de uma entrevista coletiva e ganhou outras “reportagens”;
9 - O PT concedeu a entrevista coletiva e ganhou mais “reportagens”;
10 - Quando o PT efetivamente recorrer à Justiça, receberá um presente: “reportagens”.
11 - Assim atuando, os braços do PT na imprensa ajudam a criar a mentira de que o partido é vítima de uma “guerra suja”, embora se comporte, coitadinho!, com ética refinada;
12 - Já que estaria sendo “atacado”, as baixarias que os petistas promovem desde sempre passam a ser vistas como “reação proporcional”.
13 - Trata-se de uma revolução temporal: o “antes” passa a ser visto como reação ao “depois”. Por Reinaldo Azevedo

PSDB critica representação do PT contra site

da Reportagem Local
A assessoria jurídica do PSDB criticou as representações do PT contra o partido por conta do site gentequemente.org. Segundo nota do partido, o PSDB irá de manifestar oficialmente sobre as representações depois de examiná-las.

"A iniciativa do PT não surpreende. Não é a primeira vez que o governo e seu partido tentam calar a imprensa e a livre manifestação de pensamento."

Nesta sexta-feira, o PT convocou uma entrevista coletiva para divulgar as duas representações feitas contra o PSDB. Uma delas foi apresentada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e pede aplicação de multa aos tucanos, além da retirada do conteúdo considerado "ofensivo" do ar. Folha Online
A outra ação foi apresentada à PGR (Procuradoria Geral da República), e solicita a apuração de crime eleitoral. A página, que está no ar há cerca de um ano, traz críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Na representação protocolada na PGR, o PT pede uma investigação para saber de quem partiu a idealização do site, que está registrado no nome do PSDB. "Tudo leva a crer que foi o senhor Eduardo Graeff", explicou o advogado da pré-campanha do PT, Flávio Caetano.

Graeff é tesoureiro nacional do PSDB e coordenador de comunicação da campanha de José Serra. Anteontem, Graeff negou participar da distribuição de boatos contra o PT. Sobre o site gentequemente, afirmou que as intenções do PSDB não são de disparar, mas de desmentir boatos.

Refugiados paraguaios enviam dinheiro para as FARC

Três paraguaios com status de refugiado dado pelo governo brasileiro estariam transferindo 30% do que arrecadam com os sequestros no Paraguai para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A ONU promete investigar o caso e determinar por que o Brasil concedeu refúgio aos três.
A acusação do envolvimento dos refugiados com as Farc faz parte do pacote de informações que o Paraguai entregou ontem à ONU, pedindo que ela pressione o Brasil a mudar sua posição. Ontem mesmo, a organização pediu informações para seu representante no Brasil sobre o caso. Por Jamil Chade
Há seis anos, os paraguaios Juan Arrom, Anuncio Martí e Víctor Colmán, ex-integrantes do grupo guerrilheiro Exército do Povo Paraguaio (EPP), receberam refúgio do Brasil, benefício concedido pelo Conselho Nacional de Refugiados (Conare). Com a proteção, eles não podem ser extraditados para o Paraguai. Assunção alega que os três são fundadores do EPP e coordenam as atividades do grupo no Brasil.
Dois deles moram em Curitiba e o outro, em Campo Grande. No sábado, o Congresso paraguaio aprovou, a pedido do presidente Fernando Lugo, o estado de exceção em cinco Departamentos (Estados), para facilitar o combate ao EPP.
Ontem, diplomatas paraguaios se reuniram com o alto comissário de refugiados da ONU, Antonio Guterres, ex-presidente de Portugal.
Agora, Guterres pedirá que seu representante no Brasil prepare um relatório sobre o caso para que se esclareçam os motivos que levaram o País a conceder o status de refugiado.
“É urgente retificar o erro do Brasil, que deu status de refugiado a essas pessoas”, disse Carlos Fleitas, diretor do departamento legal da chancelaria paraguaia. Falando ao Estado, ele qualificou a decisão brasileira de “grave violação”. “A condição de refugiado não pode significar impunidade”, alertou. “Pedimos uma revisão da decisão. Temos provas de que não são perseguidos políticos, mas criminosos.”
FONTE: O Estado de São Paulo

Vamos criar uma corrente de verdade contra as mentiras da Turma da Dilma.



Agora é oficial. O PT informa que vai entrar com uma ação contra o PSDB, para tirar do ar o Blog Gente que Mente, mantido pelo partido para desmanchar boatos espalhados pelo partido da bandidagem contra os tucanos. São tão covardes que se baseiam em denúncia de um deputado "cloaca de aluguel" do PDT. O tiro vai sair pela culatra, pois o assunto vai virar tema nacional. O Coturno Noturno pede aos seus leitores e comentaristas que divulguem o Gente que Mente. Copiem e enviem o lembrete acima para o maior número possível de pessoas, denunciando esta arbitrariedade do PT. Vamos criar uma corrente do bem contra a censura, a truculência e o terrorismo eleitoral. Um corrente da verdade contra a mentira. COTURNO

Que apartamentão!

Norma Bengell comprou um imóvel
de 1,1 milhão de reais na mesma época
em que captou dinheiro para O Guarani

Marcelo Carneiro - Revista VEJA

A diretora de cinema e atriz Norma Bengell, de 65 anos, vive seu inferno astral. Ela está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União por ter emitido notas fiscais frias no valor de 1,3 milhão de reais para justificar parte dos gastos do filme O Guarani, que custou cerca de 3 milhões em valores de 1996. Dependendo do parecer do TCU, que sai em três meses, Norma pode ter de reembolsar o Ministério da Cultura em 4,9 milhões de reais, custo da produção acrescido de juros e correção. Pode também ser enquadrada no crime de falsidade ideológica, pela emissão das notas frias. aqui

País pode virar Venezuela, afirma juiz de Belo Monte

Responsável pela polêmica jurídica em torno da hidrelétrica de Belo Monte (PA), ao suspender por três vezes o leilão da usina, o juiz federal Antonio Carlos de Almeida Campelo, 47, vê na reação do governo federal às suas decisões um "perigoso jogo contra a democracia do Brasil" e uma aproximação às práticas do presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Campelo não descarta que o governo, ao realizar o pregão, tenha desobedecido à sua terceira liminar e vê ameaça na possibilidade aventada de a AGU (Advocacia-Geral da União) representar contra ele no CNJ (Conselho Nacional de Justiça). "O que está acontecendo, pelo encadeamento das coisas, é um perigoso jogo contra a democracia do Brasil."

"Uma coisa é discordar de decisão judicial e recorrer pelos meios adequados. Outra é você deixar de cumprir decisões judiciais e até ameaçar juízes."
"Daí vai se transformar numa Venezuela, onde tem uma juíza presa porque tem uma decisão contrária ao governo", disse em seu gabinete, em Belém, lembrando as recentes críticas de Lula às multas eleitorais que recebeu da Justiça.

"Nem na própria ditadura houve isso", afirmou o titular da subseção de Altamira (PA).
Por João Carlos Magalhães - Folha de São Paulo

Campelo, que é paraense, estudou engenharia e matemática antes de cursar direito na UFPA (Universidade Federal do Pará). Por isso, disse, sentiu-se confortável analisando, por quatro dias, os relatórios técnicos em que baseou sua segunda decisão de suspender o leilão.

Ele ainda julgará ao menos seis ações que podem anular a licitação, que teve como vencedor o consórcio Norte Energia.

Inicialmente, disse que o governo "atropelou" a legislação "desde o início", tornando o leilão, do ponto de vista jurídico, "extremamente frágil".
Um dos pontos dessa fragilidade, disse, é a polêmica sobre se a União foi ou não notificada a tempo da terceira suspensão, uma hora antes do pregão.

Ele afirmou que os endereços eletrônicos usados para o aviso foram os mesmos das duas primeiras liminares e que havia "interesse" da União em não acusar o recebimento das mensagens, na última vez. Mas o juiz não arrisca opinião definitiva sobre se houve descumprimento da ordem judicial.

Apesar de ressaltar, nos autos, as falhas do projeto, ele não acha que uma usina no rio Xingu seja inviável, e sim que é preciso melhorar os estudos dos impactos socioambientais.

LULA E A NOSSA RAÇA SUPERIOR…

Na Folha Online:
Ao exaltar nesta quinta-feira a atuação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) em países africanos e da América Latina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o brasileiro é fruto de uma ‘genética purificada’. E mais: afirmou que não existe povo no mundo mais ‘purificado’.

“Somos o resultado de uma tríplice mistura, ou seja, uma genética purificada em três continentes que resultou no povo que somos nós. Não sei se tem povo igual, melhor não tem, mais purificado não tem”, afirmou.

O presidente pediu à plateia que o assistia em evento de aniversário de 37 anos da estatal, que “fechasse os olhos” e imaginasse o Brasil sem a Embrapa. Em seguida, afirmou que ela é motivo de orgulho para o país e que a empresa está ajudando a garantir ao mundo segurança alimentar. Fonte - Reinaldo Azevedo

Lula aproveitou o tradicional pronunciamento do “Dia do Trabalhador” para fazer campanha eleitoral dissimulada.

Lula: ‘Gestão acaba, mas modelo está só começando’

Pronunciamento do Dia do Trabalhador teve tom eleitoral
Neste sábado, presidente leva Dilma à festa das centrais
Vídeo - aqui
Lula aproveitou o tradicional pronunciamento do “Dia do Trabalhador” para fazer campanha eleitoral dissimulada.

Prestes a passar o bastão para o sucessor, o presidente usou na rede nacional de rádio e TV um timbre de despedida:

“Esta é a última vez que falo com vocês, como presidente, para comemorar o nosso dia, o Dia do Trabalhador”.

Fez ataques velados à oposição: “Nesses últimos anos, o povo aprendeu a confiar em si mesmo. Aprendeu a não dar ouvidos aos derrotistas e à turma do contra...”

“...Aos que diziam que o Brasil tinha de se contentar com um crescimento medíocre; aos que pregavam o conformismo diante da exclusão social e da injustiça”. Por Josias de Souza
Festejou a conjuntura benfazeja: “O Brasil tem todas as condições de crescer a taxas robustas, na casa dos 5% ao ano [...]”.

Citou os três programas que compõem o mostruário da candidata oficial Dilma Rousseff: Bolsa Família, PAC e pré-sal.

Com jeito, fez uma enfática defesa da continuidade: “Daqui a oito meses, deixarei a presidência da República, cargo para o qual fui eleito duas vezes...”

“[...] Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim.
Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando.”

À sua maneira, Lula estimulou os patrícios que o brindam com a superpopularidade a prestar atenção nas urnas:

“Algo me diz, fortemente, em meu coração, que este modelo vai prosperar. Sabe por quê?...

“...Porque este modelo não me pertence: pertence a vocês, pertence ao povo brasileiro...”

“...Que saberá defendê-lo e aprofundá-lo, com trabalho honesto e decisões corretas”.

Neste sábado, dia em que se comemora o 1º de Maio, Lula vai como que sinalizar aquela que, na sua opinião, é a “decisão correta”.

Pela primeira vez em sete anos de mandato, Lula participará dos festejos organizados pelas centrais sindicais, em São Paulo.

Carregando Dilma a tiracolo, o presidente prestigiará os eventos da CUT e da Força Sindical.

Estima-se que a candidata e o cabo eleitoral verão e serão vistos por mais de 1 milhão de pessoas.

O rival tucano José Serra não foi convidado. Para não desperdiçar o sábado, o presidenciável da oposição decidiu voar para Santa Catarina.

Serra vai ao balneário de Camboriú. Terá um encontro com líderes de um outro ninho de votos: os evangélicos.

Contratação de Rainha assusta até o elenco de filme de terror


O elenco de filme de terror reunido no palanque de Dilma Rousseff teve ampliado o cast paulista, nesta quarta-feira, com a contratação do bandido rural José Rainha. Dono de um prontuário de arrancar ovações em qualquer presídio de segurança máxima, a nova atração da mais delirante campanha presidencial entrou em cena com uma mensagem de assustar um Zé Sarney. Sempre vigilante, Celso Arnaldo testemunhou o grande momento. Confira:

Manchete surpreendente do Blog da Dilma hoje:

“MST apóia Dilma presidente”

Em seguida, duas fotos de membros do MST segurando uma enorme bandeira com os dizeres “Nós votamos Dilma presidente”

E uma mensagem (aqui transcrita sem correções) do remetente das imagens:

“Estimados Daniel
Segue mais algumas fotos da bandeira com apoio a candidatura de dilma presidente erguida no acampamento ADÃO PRETTO em Araçatuba, este acamapmento é um dos maiores do brasil, hoje com 1200 familias acampadas. Continuaresmos a luta, só sairesmos das trinxeiras, no dia 5 de outubro, as 17 horas, para ocupar as praças e as ruas, lugar reservado na historia para o povo celebrar a suas vitórias.
ZÉ RAINHA - joserainhajuniur@uol.com.br

Continuaresmos e sairesmos? Assim, a esmos? É bem MST. Alguém ainda tem dúvida de que o MST e Dilma estão na mesma “trinxeira”? Por Augusto Nunes
Mas o Rainha, pobre diabo, informa que pretende sair dessas trinxeiras só dois dias depois da eleição. Vai entender…

Desde hoje, portanto, esse representante dos destruidores de laranjais e dos assassinos do português brilha na constelação paulista que já incluía astros e estrelas como Zé Dirceu, Zé Genoíno, Antônio Palocci, Paulo Maluf, Aloízio Mercadante, Ricardo Berzoini, Eduardo Suplicy, Marta Suplicy, Paulinho da Força, João Paulo Cunha, Bebel Noronha, Fernando Haddad, Luiz Marinho, Marco Aurélio Garcia, Michel Temer, Matilde Ribeiro, Paulo Vannuchi, Emídio de Souza, Professor Luizinho, José Eduardo Cardozo, Luiz Eduardo Greenhalgh, Cândido Vaccarezza, Celso Amorim, Waldemar Costa Neto, Gilberto Carvalho, João Vaccari Neto, Orlando Silva, Frank Aguiar, Aldo Rebelo, Netinho de Paula, Agnaldo Timóteo e Ângela Guadagnin.

Zé Rainha merece. Dilma também. E Lula, claro.


Dilma cai em arapuca do Mensalão

O que seria apenas a gravação de cenas para um programa de televisão que será exibido no horário eleitoral gratuito do PT, no mês que vem, pode transformar-se em uma enorme crise na campanha da candidata do PT à Presidência da República, com repercussões inimagináveis.

Na terça-feira (27), a candidata ao dirigir-se a um assentamento de agricultores, denominado Pastorinhas, localizado no município de Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, utilizando um helicóptero, segundo os produtores do programa, por falta de opção, desceu no Museu Inhotim.

Ainda segundo a equipe de produção, Dilma não sabia que o museu era dirigido por um dos sócios de Marcos Valério na SMP&B, Cristiano Paz, também irmão do presidente do Museu, Bernardo Paz – empresário processado criminalmente por sonegação fiscal e participação na “Máfia do Carvão e Ferro Gusa”, considerado um dos maiores sonegadores fiscais do Estado de Minas Gerais.

O pior é que o Museu Inhotim se mantém praticamente através de um milionário e ainda inexplicado convênio celebrado com a Petrobras, estatal federal em que a candidata, além de ocupar o cargo de conselheira, praticamente indicou toda direção.

O convênio da Petrobras com o Museu Inhotim é tão suspeito que só não foi investigado na CPI das ONGs, ocorrida no Congresso Nacional, por interferência direta do Palácio do Planalto na ocasião em que a candidata Dilma era ministra da Casa Civil. Novo Jornal
Sob o Museu pesa ainda a suspeita de suceder a SMP&B no esquema de lavagem de dinheiro público. O que até hoje nada foi provado.

Na tarde dessa terça-feira circulava na capital mineira rumor de uma possível reunião da candidata Dilma com o grupo do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, outro acusado de pertencer ao esquema do mensalão, conforme reportagem da revista Istoé.

Se houve esta reunião, nada foi documentado, pois com exceção do jornal Estado de Minas, que noticiou a irritação da candidata com a presença da imprensa, ninguém mais teve acesso ao museu e à candidata.

Tudo porque o diretor presidente do Estado de Minas, Álvaro Teixeira da Costa, é um dos integrantes do conselho do museu.

Talvez a candidata não tenha se aconselhado antes com o grupo do ex-ministro Patrus Ananias, pois uma de suas mais próximas companheiras políticas desligou-se há pouco tempo da fundação que dirige o Museu de Inhotim. Tudo após vir à tona o envolvimento de seu presidente, Bernardo Paz, com o esquema de sonegação fiscal e com a “Máfia do Carvão e do Gusa”.

Lula conseguiu empatar com Hugo Chávez e Osama Bin Laden


Os milicianos petistas estão em êxtase com a presença de Lula na versão 2010 da lista das 100 personalidades mais influentes do mundo segundo os leitores da Time. A excitação é tanta que as patrulhas companheiras voltaram a chamar de revista americana o que até ontem era “uma publicação estadunidense”. E instalaram o presidente brasileiro no topo de um do ranking que não existe, como esclarece aqui ao lado meu amigo e vizinho Reinaldo Azevedo.

Lula é mais um na última edição da lista que invariavelmente exibe, além de governantes competentes e homens de bem, o cortejo de figuras repulsivas, ineptos juramentados, perfeitas cavalgaduras, extravagâncias cucarachas, infâmias africanas, abjeções de grotão e jecas tropicais. Em 2004, por exemplo, Lula estreou na relação em companhia do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-il, e do psicopata Osama Bin Laden.

O coreano atômico reapareceu no ano seguinte ao lado do tirano aprendiz Hugo Chávez. Em 2006, o bufão venezuelano fez parceria com Mahmoud Ahmadinejad. A lista de 2007 reincorporou Bin Laden e abriu vagas para o genocida sudanês Omar al-Bashir e para ditador interino Raúl Castro, eleito gerente-geral de Cuba pelo irmão mais velho. Até o boliviano Evo Morales conseguiu virar personalidade com influência mundial em 2008.

Incluído pela segunda vez na relação da Time, Lula está empatado com Hugo Chávez e Osama Bin Laden. Por Augusto Nunes - Veja Online

STF decide pela manutenção da Lei da Anistia

BRASÍLIA (Reuters) - Por sete votos a dois, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira pela manutenção da Lei da Anistia, julgando improcedente a ação apresentada pela OAB sobre a aplicação da lei aos torturadores do regime militar.

Acompanharam o voto do relator Eros Grau pela manutenção da lei os ministros Cármen Lúcia, Ellen Gracie, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso, presidente do STF.

Já os ministros Ricardo Lewandowski e Ayres Britto interpretaram a ação da Ordem dos Advogados do Brasil parcialmente procedente, defendendo que a Lei da Anistia não se estende a agentes da repressão que cometeram crimes de tortura e homicídios.

"Ao STF não compete legislar (sobre a revisão da lei de anistia)", disse o relator, considerando que cabe ao Legislativo revê-la.

Dos 11 ministros, dois não participaram da sessão. Joaquim Barbosa está de licença e Dias Toffoli foi declarado impedido, segundo a assessoria de imprensa. O Globo

A ação da OAB contestava a validade do artigo 1o da lei, que considera igualmente perdoados os crimes "de qualquer natureza" relacionados aos crimes políticos ou por motivação política.

A entidade pedia uma interpretação mais clara desse trecho, pois entendia que a lei "estende a anistia a classes absolutamente indefinidas de crime".

Para a OAB, a anistia não devia abranger crimes como homicídio, abuso de autoridade, lesões corporais, desaparecimento forçado, estupro e atentado violento ao pudor contra opositores ao regime político da época.

A Advocacia-Geral da União defende a aplicação da lei em caráter amplo, geral e irrestrito.

Para o advogado-geral da União Luís Inácio Adams não se pode questionar, 30 anos depois, a lei que anistiou não só os crimes políticos, mas também os crimes comuns relacionados a eles. Isso, argumentou, acarretaria "grave ofensa à segurança jurídica que impede que uma leitura mais gravosa da norma atinja situações jurídicas já consolidadas".

"Alterar essa situação acarretaria violação do princípio da irretroatividade da lei penal mais grave inscrito no artigo 40 da Constituição Federal", disse.

Na opinião do advogado constitucionalista Ives Gandra Martins, "a lei diz 'crime de qualquer espécie'. A tortura é um crime como qualquer outro", avalia.

"Depois a tortura foi considerada crime imprescritível, mas em legislação posterior... Eu tenho impressão que é impossível a retroatividade da lei penal", afirmou, lembrando que a Lei da Anistia foi incorporada à Constituição promulgada em 1988.

A Lei da Anistia, de agosto de 1979, beneficiou aqueles que teriam cometido crimes políticos ou por motivação política entre setembro de 1961 e agosto de 1979. Entre eles, os que tiveram direitos políticos suspensos e representantes sindicais punidos pela legislação vigente no regime militar, que vigorou no país entre 1964 e 1985.

(Por Maria Carolina Marcello; com reportagem de Eduardo Simões)

Obama é o mais influente em redes sociais

Paralelamente à lista de 100 pessoas mais influentes do mundo, a revista Time divulgou nesta quinta-feira, o ranking de pessoas com maior poder nas redes sociais da internet.

O presidente americano Barack Obama, devido à grande influência que sites como Facebook e Twitter exerceram em sua campanha presidência. Obama é seguido pela cantora Lady Gaga e pelo ator Ashton Kutcher.

Para elaborar a lista de mais influentes na internet, a Time analisou o número de seguidores no Twitter e de lista de amigos no Facebook e pontuou o potencial de poder de cada uma das celebridades. Veja Online

Confira as primeiras dez posições (e a lista completa no site da revista):

1. Barack Obama
2. Lady Gaga
3. Ashton Kutcher
4. Taylor Swift
5. Oprah Winfrey
6. Robert Pattinson
7. Ben Stiller
8. Serena Williams
9. Conan O'Brien
10. Jet Li

UOL Notícias e Home Page do UOL: Lula é um dos líderes mais influentes do mundo, segundo a "Time"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu na lista da revista norte-americana "Time" nesta quinta-feira (29) como um dos líderes mais influentes do mundo, e não como o mais influente, como o UOL chegou a noticiar. Em contato com o departamento de Relações Públicas da revista, a reportagem do UOL apurou que o fato de o presidente brasileiro aparecer como o número 1 na lista não significa que ele seja o mais influente entre todos os citados. A "Time" informa ainda que a lista não pode ser considerada um ranking, uma vez que a publicação não faz distinção no nível de influência das cem pessoas escolhidas pela revista. O texto foi corrigido.

Lula é eleito o líder mais influente do mundo pela "Time"

Uma super estrutura para vender Lula

Deu na rede PDT

O resultado está aí. Em julho de 2008, a SECOM de Franklin Martins contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. aqui


Em perfil assinado por Michael Moore, a história de vida de Lula é ressaltada; cineasta
chama o presidente brasileiro de "verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito nesta quinta-feira (29) pela revista americana “Time” o líder mais influente do mundo. Lula encabeça um ranking de 25 nomes e é seguido por J.T Wang, presidente da empresa de computadores pessoais Acer, o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o presidente americano Barack Obama e Ron Bloom, assessor sênior do secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

No perfil escrito pelo cineasta Michael Moore, o programa Fome Zero (praticamente substituído pelo Bolsa Família) é citado como destaque no governo do PT como uma das conquistas para levar o Brasil ao “primeiro mundo”. A história de vida de Lula também é ressaltada por Moore, que chama o presidente brasileiro de “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”. Uol Notícias

Planilha de suposto caixa dois de Arruda cita 'Sarney'

Por AE
São Paulo - Um documento da contabilidade de um suposto caixa dois da campanha do ex-governador José Roberto Arruda lista o nome "Sarney". A anotação manuscrita foi feita pelo próprio Arruda, como comprova perícia. À frente do nome "Sarney", o documento registra a anotação de uma quantia e quanto teria sido efetivamente pago: "250/150 PG".

O apontamento isolado do nome "Sarney" não permite indicar a quem da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), supostamente se refere. Segundo a perícia, as letras "PG" foram escritas pelo tucano Márcio Machado, um dos arrecadadores do caixa dois do governador cassado que, depois de vencida a eleição, virou secretário de Obras do Distrito Federal.

Em janeiro de 2007, no mês em que Arruda (ex-DEM) tomou posse, o secretário Márcio Machado esqueceu em cima da mesa de uma emissora de televisão, em Brasília, duas planilhas. A primeira continha os nomes de 41 empresas que teriam doado para o suposto esquema de caixa 2 da campanha de 2006 do então candidato do DEM ao governo do DF. Machado admitiu que era o autor das anotações. O Estado de São Paulo

A segunda planilha, com nove nomes, foi submetida ao laboratório de perícia de Ricardo Molina. O perito afirma que foi escrita pela mão do ex-governador Arruda a relação de cinco desses nove nomes onde, na quinta anotação, aparece "Sarney - 250/150 PG". Para chegar a essa conclusão, Molina comparou o documento da contabilidade do caixa 2 com uma carta escrita recentemente por Arruda, também de próprio punho, no dia 11 de fevereiro.

A análise da perícia técnica diz que os trechos escritos "permitem conclusões seguras" sobre os nomes listados nesta ordem: "1-Izalci-300/200-OK", "2-Chico Floresta-80-OK", 3-Ronaldo-Via-OK-500/2x200-1x150", "4-J.Edmar-1.000/100PG+120+800" e "5-Sarney-200/150PG". E acrescenta: "Os nomes listados nos números de 1 a 5 foram certamente produzidos pelo punho escritor do governador Arruda."

Família Sarney

Políticos da família Sarney foram procurados para comentar a citação do sobrenome no manuscrito. Foram procurados o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e o deputado federal Sarney Filho (PV). Por meio de sua assessoria, José Sarney afirmou que não tem nenhuma relação com Arruda. "O senador José Sarney, depois que deixou a Presidência da República, não mais se envolveu com as questões políticas de Brasília, embora tenha sempre se alinhado com as forças locais de seu partido, o PMDB, adversárias de Arruda. Isso é público e notório", disse a assessoria. A então líder do governo Arruda na Câmara Legislativa, Eurides Brito, é parlamentar do PMDB.

O advogado do empresário Fernando Sarney, Eduardo Ferrão, disse que o filho do senador não tem nenhuma relação financeira com Arruda e ignora a citação do sobrenome "Sarney" no manuscrito. Já os advogados de Arruda não retornaram aos pedidos de entrevista. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Os 10 casais mais desproporcionais em beleza

Carla Bruni é o tipo de mulher que poderia escolher qualquer homem para ser o pai de seus filhos. Talvez por isso mesmo tenha optado por ninguém menos que o presidente de uma das maiores e mais encantadoras potências do mundo: a França. Mas exigir que o relacionamento com Nicolas Sarkozy, de 53 anos, seja tão polido na vida real quanto parece em frente às câmeras seria demais. Por isso, a imprensa especula que a ex-modelo italiana, de 40 anos, tenha uma espécie de alcova para se encontrar com o amante. O boato - no mínimo plausível, principalmente diante da suspeita de que Sarkozy também teria amante - não foi confirmada, mas também não foi desmentida.

Em visita ao Brasil, Chávez diz que seu coração está com Dilma

Patifaria é o que não falta para essa dupla. O homem extraordinário , conforme opinião exagerada de Lula da Silva. MOVCC

Reuters/Brasil Online
BRASÍLIA (Reuters) - Em visita oficial ao Brasil, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, sinalizou apoio à pré-candidatura à Presidência da República Dilma Rousseff (PT). Em contrapartida, evitou comentar uma eventual vitória de José Serra (PSDB).

"Não quero me meter em coisas internas do Brasil, como o Brasil não se mete em coisas internas da Venezuela, mas o meu coração está aqui: Dilma Rousseff", afirmou Chávez nesta quarta-feira, mandando um beijo para a pré-candidata governista.

Sobre Serra, Chávez desconversou. "Não vou me pronunciar sobre este tema. É assunto interno do Brasil", afirmou.

As declarações foram dadas a jornalistas quando o presidente venezuelano deixava o hotel para encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem deve tratar de temas bilaterais em várias áreas e sobre a próxima cúpula da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) em 4 de maio na Argentina.

Desde 2007, os dois presidentes se reúnem a cada três meses.

(Reportagem de Fernando Exman)

O depoimento de Funaro na CPI das ONGs

O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que denunciou ao Ministério Público um esquema de desvio de dinheiro pela Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) para campanhas eleitorais do PT,foi ouvido hoje CPI das ONGs. Funaro disse que o ex-presidente da Bancoop e atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, mentiu, já que se encontrou com ele várias vezes e denunciou o envolvimento de Vaccari com o grupo Schahin, segundo ele, uma das maiores fraudes financeiras dos últimos tempos, principalmente em relação a contratos com a Petrobras. Funaro falou que aceita uma acareação dom Vaccari “na hora que ele quiser”. Blog do Alvaro Dias

Número de bebês mortos em maior maternidade de AL chega a 21; médicos defendem intervenção

Vigilância descarta interdição em maternidade após morte de bebês

A direção da maternidade Santa Mônica, em Maceió (AL), confirmou nesta quarta-feira (28) a morte de 21 bebês que estavam internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) durante o mês de abril. Os óbitos estão sob investigação da Vigilância Sanitária Estadual e da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.

Um relatório com detalhes das mortes deve ser apresentado pela Vigilância já nesta sexta-feira (30). Enquanto isso, o Sindicato dos Médicos defende a intervenção do Ministério da Saúde na maternidade. Já a Defensoria Pública também aguarda os relatórios da Vigilância e da própria maternidade para cobrar judicialmente providências para melhorar o atendimento e reduzir no número de óbitos.

Segundo direção da maternidade, faltam insumos e profissionais para trabalhar na unidade. A estrutura física também é considerada precária, e quantidade de leitos não comporta a demanda do Estado. Carlos Madeiro - UOL NOTÍCIAS

Mesmo sem revelar detalhes da inspeção feita nesta quarta-feira, o diretor da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Bezerra, avaliou a situação da Santa Mônica como “desesperadora”. “Realmente a gente sabe dos problemas graves da Santa Mônica, e estamos analisando a situação sanitária para indicarmos o que pode ser feito. Se não houver condição de funcionar, vamos interditar, mas creio que não será necessário”, analisou.

Intervenção federal
Para o Sindicato dos Médicos de Alagoas, a situação da Santa Mônica é de “caos” e necessita de uma intervenção federal. “Falta tudo lá dentro, desde fralda para as crianças até detergente para os médicos da UTI lavarem as mãos, como aconteceu nesta segunda-feira e terça-feira. Recebemos as denúncias dessas mortes por infecção e já denunciamos ao Ministério Público. A última solução para a maternidade é uma intervenção do Ministério da Saúde, como aconteceu em outros estados e resolveu”, disse ao UOL Noticias o presidente do sindicato, Wellington Galvão.

Segundo ele, a maternidade não oferece condições de trabalho aos profissionais e os salários não compensam pelo volume de trabalho. “Nós já tivemos muitos casos de demissão, porque os médicos não aguentam essa situação. Os que estão lá são heróis, abnegados, porque não compensa trabalhar numa maternidade que não oferece a mínima condição de exercermos o trabalho com dignidade”, assegurou.

Mortes “normais”
Apesar de o número ter chamado a atenção da Defensoria Pública e das entidades médicas, o diretor da maternidade, José Carlos Silver, assegurou, em entrevista coletiva nesta quarta-feira, que o número de mortes está “dentro de uma média estabelecida pela OMS [Organização Mundial de Saúde]”. “O que tem que ser analisado é a qualidade dessas mortes, e não a quantidade. Eram bebês de alto risco, e que corriam mais risco de morrer”, afirmou.

Das 21 mortes registradas este mês, três delas foram registradas no último domingo (25) por infecção hospitalar. “Dessas, apenas duas foram infecções adquiridas aqui na unidade. Ao todo, das mortes neste mês, somente cinco foram de infecções adquiridas aqui dentro. As demais vieram com problemas de fora”, justificou.

Mesmo considerando “normal” o número de mortes, Silver reconheceu a necessidade de uma investigação dos óbitos e a falta de insumos e médicos na maternidade. “Nós realmente temos problemas graves aqui, e o principal dele é a falta de médicos e estrutura física deficiente. Esses dois problemas não podem se resolvidas pela maternidade, e sim, pela Secretaria de Saúde. Não temos recursos”, declarou.

Segundo ele, existem apenas 21 neonatalogistas trabalhando na maternidade, quando seriam necessários 49. “Estamos com menos da metade dos profissionais necessários. Temos 28 vagas em aberto e existem duas razões para isso: a primeira é a sobrecarga de trabalho. A segunda é o salário, que não chega a R$ 2.000. Mesmo que se abra concurso, com esses valores irrisórios pagos, os médicos vão continuar sem interesse”, afirmou.

Nesta quarta, a UTI da maternidade está com a capacidade máxima: 18 bebês ocupando todos os leitos. "Não podemos - eticamente e até judicialmente - negar a entrada de novos pacientes, porque aqui é o único local que atende a esses bebês. O que estamos fazendo é uma reorganização para tentar atendê-los da melhor forma", analisou.

Desde o dia 23 de março, a maternidade do Hospital Universitário está fechada para reforma e, por conta disso, a Santa Mônica é hoje o único local para atender gestantes e bebês de alto risco no Estado.

STF adia decisão sobre Lei de Anistia

A decisão sobre a abrangência da Lei da Anistia, que estava em pauta nesta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF), foi adiada para quinta-feira. O relator do caso, Eros Grau, votou a favor da manutenção da lei do jeito que está. O tema suscita discussões até hoje, três décadas após a aprovação da lei, já que uma mudança abre brecha para punir agentes públicos acusados de tortura na ditadura militar.

O tenso julgamento marca a chegada de Cezar Peluso à presidência do STF. A ação foi proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Eros Grau abriu a votação posicionando-se contra o pleito da OAB. Disse que não é tarefa do Judiciário rever a Lei de Anistia. “Num Estado democrático de direito, o Poder Judiciário não está autorizado a dar outra regra ao texto. Nem mesmo o STF está autorizado a reescrever Leis de Anistia”, afirmou.

O voto foi extenso. Ao longo de 76 páginas, lidas durante quase três horas, o relator disse que a anistia não é caracterizada pela objetividade e não pode ser direcionada a ninguém. “A anistia é mesmo para ser concedida a pessoas indeterminadas, e não a determinadas pessoas”, prosseguiu. Logo depois, a sessão foi interrompida. A expectativa é que o STF mantenha o texto. Por Mirella Delia - Veja Online
Ato de clemência - A OAB sustenta que a lei “estende a anistia a classes absolutamente indefinidas de crime”. Argumenta que não deveriam ser perdoados agentes públicos acusados de crimes praticados contra militantes. No julgamento, o jurista Fábio Konder Comparato falou em nome da entidade. Disse que a OAB quer "recompor" o estado brasileiro. "Trata-se de recuperar a honorabilidade das nossas Forças Armadas, fundamentalmente maculadas pela sucessão de atos e delitos ocorridos durante o regime militar", afirmou.

O governo posicionou-se contra a punição a torturadores. O advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams, defendeu a manutenção da Lei de Anistia nos moldes atuais. Na avaliação dele, uma mudança, “além de romper com aquele compromisso anterior, acarreta insegurança jurídica”, disse o titular da AGU, que classificou a Lei de Anistia como um “ato de clemência”: “Reconhecer a constitucionalidade da Lei de Anistia é diferente de compactuar com o cometimento de tais crimes”, argumentou.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, fez coro às declarações. Ele disse que “a anistia no Brasil resultou de um longo debate nacional para viabilizar a transição entre o regime militar e o regime democrático atual”.

Anos de chumbo - Conhecida como Lei da Anistia, a Lei n° 6.683 foi promulgada em 1979, no governo Figueiredo. Ela anistiou quem cometeu crimes políticos, eleitorais e comuns relacionados a crimes políticos durante a ditadura.

A medida beneficiou quem teve os direitos políticos suspensos, servidores públicos, militares, dirigentes e representantes de movimentos sindicais que foram punidos com base nos chamados atos institucionais e complementares que foram editados durante os anos de chumbo.

Militantes políticos e agentes públicos acusados de tortura e outros crimes praticados contra opositores ao regime foram perdoados. Não foram contemplados os que praticaram crimes de terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal. Com a promulgação da lei, milhares de exilados e perseguidos políticos que tinham fugido do país puderam voltar.



Serra defende criação de Ministério da Segurança

Tucano rebateu crítica de Dilma sobre a necessidade de se criar a pasta

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse nesta terça-feira (27) em Alagoinhas, 120 quilômetros ao norte de Salvador, que a criação do Ministério da Segurança Pública é fundamental para que o governo federal "mergulhe" nos problemas que o Brasil enfrenta na área.

- Em nenhum Estado do país as secretarias da Justiça e da Segurança são a mesma coisa.
A declaração serviu para rebater as críticas da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, que mais cedo afirmou que a criação do Ministério da Segurança não era necessária.

Serra também negou que a ideia de criar mais ministérios vá inchar a máquina pública.

- A máquina pública tem que ser fortalecida nas questões principais do país. Agência Estado

Depois da Presidência, vou continuar fazendo política", diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou durante a 1a. Cúpula Brasil-Comunidade do Caribe (Caricom), nesta segunda-feira, que mesmo após a Presidência, continuará "fazendo política". "Nasci político e vou morrer político", ressaltou.

Além disso, se mostrou orgulhoso de participar de reuniões internacionais. "Eu agora estou importante porque eu faço reunião do G8, do G13, do G2, do G77, do G15... Ou seja, o que não falta é G para eu participar de reunião", afirmou. Folha Online

Preste atenção. O devaneio de Lula é impressionante, ele consegue dar um “close” diferenciado ao seu nascimento e morte. Também sabemos que devido a ignorância
política podemos trazer para a “cena política” o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio que se orgulha dos seus “feitos” desfilando sua CAUDA de pavão e, sugerindo que as pessoas admirem seus delírios de grandeza. Lula precisa saber: que um homem de fato é aquele que sabe , também, criar com seus exemplos: paz, confiança
e o bem-estar em redor de si, e dos outros, sem os exageros místicos. O bom político segue os passos ascendentes, que o levam a merecer o status de estadista, e que podemos resumir assim: “estudou para saber. Soube fazer. Fez pra valer. Valeu para servir. Serviu para merecer . O Brasil está enveredando a enaltecer o “’pé de cal “ o grotesco, mentiroso, perigoso, despreparado e o dissimulado. Chega de biografias sangrentas, e de vangloriar histórias de vida que contribuíram para a divisão de classes sociais, germinando o ódio.

E, portanto é melhor ter fé na razão e razão na fé. O Brasil é bem maior que seus governantes, contrariando a frase que Lula disse dias atrás ( Lula convida Caribe a construir nova ordem latino-americana e mundial) e no meio de sua fala ele diz que,‎ a grandeza de um país, não está na extensão territorial, e sim, em seus governantes. ( ELE) é claro! Concordo com a frase, desde que, o presidente fosse do padrão acima mencionado. É só dele que ele fala, nunca perde a oportunidade de se auto-elogiar. Gabriela/Movcc

Dilma em momentos importantes da história da HUMANIDADE



O Partido do Povo já arranjou três novos fatos revolucionários e apresenta a reconstrução biográfica DEFINITIVA da camarada Dilma:

I: Em 1917, ano da Revolução Russa, Dilma ingressa no Partido Comunista da União Soviética. “Camarada Dilma Rousseff, minha companheira de armas e lutas”, assim Lênin e Stálin saudavam Dilma.

II: Em 1º de outubro de 1949, junto com Mao Tse-tung e outros camaradas do Partido Comunista da China, Dilma desenvolve o grande projeto de transformação político-econômico chamado Grande Salto para a Morte.

III: Sob a liderança de Fidel Castro, um pequeno grupo de aproximadamente 79 homens e uma mulher (Dilma) se espalhou em diversos focos de luta contra as forças do governo de Fulgêncio Batista. Entre 1956 e 1959, o grupo conseguiu vencer e conquistar várias cidades do território cubano. No último ano de luta, conseguiram finalmente acabar com o governo e estabelecer um novo regime progressista pautado no respeito aos direitos humanos, na paz, na fraternidade, na melhoria das condições de vida dos menos favorecidos, na solidariedade humana e na execução sumária dos inimigos políticos.

Camaradas! A casa caiu!

A mídia manipulada pelo grande capital lançou um violento ataque contra a camarada Dilma Estela Roussef e desmascarou nossa reconstrução histórica! Diante desse fato lamentável a montagem apresentada no sítio progressista da nossa candidata a presidência da Coréia do Norte precisa urgentemente ser trocada por outra que demonstre, de uma vez por todas, sua participação em momentos importantes da história da HUMANIDADE!

O Partido do Povo já arranjou três novos fatos revolucionários e apresenta a reconstrução biográfica DEFINITIVA da camarada Dilma:

I: Em 1917, ano da Revolução Russa, Dilma ingressa no Partido Comunista da União Soviética. “Camarada Dilma Rousseff, minha companheira de armas e lutas”, assim Lênin e Stálin saudavam Dilma. Escrito - Por Emmanuel Goldstein - Vanguarda Popular

A “intolerância” dos brasileiros com o malfeito não há de ter arrefecido. Mas o governo considera-se apto a projetar o Brasil de 2022.

A oito meses do final, o governo faz plano para 2022

O ministro Samuel Pinheiro (Assuntos Estratégicos) veio à boca do palco para anunciar uma iniciativa ambiciosa. Chama-se Plano Brasil 2022.

A oito meses de acabar, o governo faz planos para os próximos 12 anos. Projeta os mandatos do sucessor e do sucessor do sucessor de Lula.

O plano fixa metas a serem cumpridas até 2022, ano em que o Brasil vai celebrar o bicentenário de sua Independência.

“Nosso objetivo é o de sermos um país desenvolvido”, disse, em timbre otimista, Samuel Pinheiro. “Isso não será alcançado em 2022”, admitiu.

Estimou que, naquele ano, a renda per capita do brasileiro será de US$ 12 mil. Mais do que os US$ 7 mil atuais.

Muito abaixo, porém, da renda per capita dos EUA, hoje ao redor dos US$ 46 mil.

Para que o futuro lhe sorria, prevê o plano do governo, o país terá de registrar taxas de crescimento econômico no intervalo de 6,5% a 7%.

No papel, o Brasil de 2022 será um país sem analfabetismo, livre da miséria absoluta e com morigerada disparidade social, de gênero e racial.

Prevê-se que algo como 60 milhões de brasileiros hoje pendurados no Bolsa Família estarão economicamente emancipados.

O Plano Brasil 2022 não está pronto. O ministro Samuel Pinheiro disse que vai entregá-lo a Lula em 30 de junho, a seis meses da despedida do presidente. Por Josias de Souza
Samuel Pinheiro discorreu sobre se fosse uma novidade. Não é bem assim. A coisa começou a ser esboçada em maio de 2005.

Tinha outro nome naquela época: “Projeto Brasil 3 Tempos”. Um plano de metas para vigorar até 2022, exatamente nomo no “novo” plano.

Conduzia as pranchetas, então, o companheiro-estrategista Luiz Gushiken. Ele enviou um questionário a 50 mil brasileiros.

Coisa igualmente ambiciosa. Abordava 50 temas –da política cultural à nanotecnologia. O texto anotava:

"Com a sua participação, esses temas serão discutidos, formando o alicerce de um processo de gestão estratégica, que permitirá a construção de um futuro melhor".

Enquanto Gushiken, instalado no terceiro andar do Planalto, construía 2022, José Dirceu, no pavimento superior, conduzia operações que destruíam 2005.

Sobreveio o escândalo do mensalão. Lula foi ao noticiário em posição incômoda.

Chegara a Brasília, dois anos antes, com cara de caçador enviado à casa da Vovozinha. Em vez de salvar a Chapeuzinho, casara-se com o Lobo Mau.

O tempo passou. De chefão da Casa Civil, Dirceu converteu-se em “chefe da quadrilha” dos 40, denunciada pelo Ministério Público ao STF.

O próprio Gushiken, projetista do futuro, deixaria o governo na sequência. Hoje, faz companhia aos personagens acomodados pelo STF no banco de réus do mensalão.

A platéia viu-se compelida a lembrar o escritor austríaco Stefan Zweig.

Autor de "Brasil, País do Futuro", Zweig suicidou-se em fevereiro de 42, em Petrópolis (RJ). Não suportou o presente.

O “Projeto Brasil 3 Tempos” de Gushiken, elaborado ao custo de R$ 900 mil, foi como que sugado pela lama.

Antes de enviar o questionário a 50 mil brasileiros, Gushiken realizara uma pesquisa de opinião.

A sondagem fora coordenada pelo Instituto de Estudos Avançados da USP. Ouviram-se 104 pessoas.

Gente qualificada, com nível superior (100%), doutorado (41%), pós-doutorado (5%) e mestrado (12%).

Entre os pesquisados, 80% haviam considerado que, no futuro, o brasileiro exibiria um sentimento de "crescente intolerância à corrupção na vida pública".

Natural que, rendido ao cangaço parlamentar do mensalão, o governo não tivesse fôlego para levar adiante o “Projeto Brasil 3 Tempos” de Gushiken.

Agora, do alto de sua megapopularidade, Lula sente-se à vontade para ressuscitar o tema que saíra de fininho da pauta.

A corrupção remanesce. A “intolerância” dos brasileiros com o malfeito não há de ter arrefecido. Mas o governo considera-se apto a projetar o Brasil de 2022.